1. REPÚBLICA DE NICARAGUA
      1. VALORACION AMBIENTAL PROYECTO MEJORAMIENTO DEL CAMINO
      2. GRANADA – MALACATOYA (10.00 KM)
  1. ÍNDICE
    1. ABREVIATURAS
  2. 1. INTRODUCCIÓN
  3. 2. OBJETIVOS
  4. 3. LOCALIZACION DEL PROYECTO
  5. 4. DESCRIPCIÓN GENERAL DEL PROYECTO
      1. Codigo U/M
      2. CONCEPTO DE OBRAS CANTIDAD
  6. 5. MARCO LEGAL Y ADMINISTRATIVO
  7. 6. CARACTERIZACIÓN DEL MEDIO AMBIENTAL Y
  8. SOCIAL DEL AREA DEL PROYECTO
  9. 7. IMPACTOS AMBIENTALES Y SOCIALES DEL
  10. PROYECTO
      1. 7.1 INTRODUCCIÓN
      2. 7 7 . . 2 2 IMPACTOS AMBIENTALES POTENCIALES
      3. 7.3 IDENTIFICACIÓN DE POSIBLES IMPACTOS SOCIALES
  11. 8. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL
      1. Y RESOLUCIÓN DE CONFLICTO.
      2. TABLA NO. 8.3
      3. PLAN DE SIEMBRA
  12. 9. CONCLUSIONES
  13. 10. ANEXOS
  14. - - G G R R A A N N A A D D A A
  15. F F Í Í S S I I C C O O C C U U L L T T U U R R A A L L

REPÚBLICA DE NICARAGUA
VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO DEL CAMINO
GRANADA – MALACATOYA (10.00 KM)
CONVENIO DE PRÉSTAMO BANCO MUNDIAL N° 5028-NI/H7440-NI
PROYECTOS DE MEJORAMIENTO DE INFRAESTRUCTURA VIAL-RURAL
VERSION FINAL
Febrero, 2013

2

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ÍNDICE
RESUMEN EJECUTIVO
..................................................................................................................................................................... 4
1.
INTRODUCCIÓN
............................................................................................................................................................... 6
2.
OBJETIVOS
........................................................................................................................................................................ 9
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3.
LOCALIZACION DEL PROYECTO
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...................................................................................................................... 11
4.
DESCRIPCIÓN GENERAL DEL PROYECTO
................................................................................................................... 13
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5.
MARCO LEGAL Y ADMINISTRATIVO
........................................................................................................................... 17
6.
CARACTERIZACIÓN DEL MEDIO AMBIENTAL Y SOCIAL DEL AREA DEL PROYECTO
........................................... 26
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................................................................................................................................................ 34
7.
IMPACTOS AMBIENTALES Y SOCIALES DEL PROYECTO
.......................................................................................... 36
8.
PLAN DE MANEJO AMBIENTAL
.................................................................................................................................... 43
9.
CONCLUSIONES
............................................................................................................................................................. 65
10.
ANEXOS
........................................................................................................................................................................... 66
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3
ABREVIATURAS
BM
Banco Mundial
DGAF
Dirección General Administrativa Financiera del MTI
ENACAL
Empresa Nicaragüense de Acueductos y Alcantarillados
ENITEL
Empresa Nicaragüense de Telecomunicaciones
INAFOR
Instituto Nacional Forestal
INAA
Instituto Nicaragüense de Acueductos y Alcantarillados
INETER
Instituto Nicaragüense de Estudios Territoriales
NABCV
Normas Ambientales Básicas para la Construcción Vial
NTON
Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense
MARENA
Ministerio de Ambiente y Recursos Naturales
MAGFOR
Ministerio Agropecuario y Forestal
MCA
Módulo Comunitario de Adoquinado
MINSA
Ministerio de Salud
MTI
Ministerio de Transporte e Infraestructura
ONG
Organismo no Gubernamental
PMA
Plan de Manejo Ambiental
SINAPRED
Sistema Nacional para la Prevención, Atención y Mitigación de Desastres
TDR
Términos de Referencia
UCP-BM
Unidad Coordinadora de Proyectos financiados por el Banco Mundial
UGA
Unidad de Gestión Ambiental
UNESCO
Organización de las Naciones Unidas para la Educación la Ciencia y la
Cultura

4
RESUMEN EJECUTIVO
El presente documento contiene la
Valoración Ambiental del Proyecto de
Mejoramiento del Camino Granada – Malacatoya
con una
longitud de 10.00 Km
, la
cual incluye el Programa de Gestión Ambiental del Proyecto. Esta sección inicia en la
salida de la zona urbana del municipio de Granada, y finaliza en la Comarca de
Malacatoya, en el Departamento de Granada.
El adoquinado se realizará sobre el camino existente, no se prevé cambios de
alineamiento. El derecho de vía está definido y despejado, también incluye el
mejoramiento de la carpeta de rodamiento previéndose una superficie de adoquinado. Así
mismo, el proyecto incluye el mejoramiento de las estructuras de drenaje mayores y
menores existentes. Para el diseño se ha retomado el Manual Centroamericano de Normas
Ambientales para el Diseño, Construcción y Mantenimiento de Obras Viales. SIECA 2002 y
las Especificaciones Generales para la Construcción de Caminos, Calles y Puentes "NIC-
2000".
El proyecto será financiado mediante convenio de préstamo con el BM (Convenio 5028-
NI/H7440-NI), por lo que se ha diseñado y se ejecutará de conformidad a las Políticas
Operacionales, Salvaguardas Ambientales y Sociales del Banco Mundial. De acuerdo a
dichas políticas operacionales del BM, el Proyecto se clasifica ambientalmente en Categoría
“B”, lo cual significa que los posibles impactos pueden ser localizados y pueden revertirse
aplicando medidas de mitigación.
De acuerdo al Sistema de Evaluación Ambiental (Decreto 76-2006) que establece las bases
que rigen la Evaluación Ambiental de proyectos y actividades en el país, de acuerdo a las
incidencias ambientales que tiene este proyecto, se encuentra clasificado como proyecto
de Bajo Impacto Ambiental Potencial por lo que no está sujeto a un Estudio de Impacto
Ambiental. De conformidad con el arto.25 de la Ley No. 217, Ley General del Medio
Ambiente y los Recursos Naturales. Por tanto, cumpliendo con el marco jurídico nacional
en la materia, se debe presentar el formulario ambiental y el Plan de Gestión Ambiental
correspondiente ante la autoridad municipal para la tramitación de la solicitud de Permiso,
según los procedimientos establecidos.
Con el fin de valorar las características ambientales del entorno donde se ubica el
proyecto, así como los potenciales impactos ambientales que puede ocasionar el proyecto
e incorporar las medidas de mitigación que se deben cumplir durante la ejecución del
proyecto para minimizar o corregir los potenciales impactos negativos que pudiera generar
el proyecto, se realizó la
Valoración Ambiental del Proyecto de Mejoramiento del
Camino Granada – Malacatoya con una longitud de 10.00 Km
La Valoración
Ambiental establece un Plan de Manejo Ambiental y Social, y la incorporación de medidas
de respuesta ante riegos a desastres.
Las medidas de prevención, control y mitigación propuestas se encuentran integradas en
el plan de gestión y monitoreo ambiental que se desarrollará durante el proceso
constructivo. Su seguimiento estará a cargo de la supervisión ambiental contratada para
el proyecto, en conjunto con la UGA – MTI.

5
Las principales actividades desarrolladas para el presente estudio, incluyen la identificación
de la situación de línea base del tramo: ambiente físico, biológico y social, incluyendo la
identificación de los diferentes bancos de materiales encontrados en el tramo. Para tales
fines se definió el área de influencia del proyecto.
Es importante indicar que se cuenta con la Autorización Ambiental del Ministerio del
Ambiente y los Recursos Naturales (MARENA) para la ejecución del Proyecto, según
Resolución Administrativa DT-GR-LFC-015-09-12, en la que se incluyen condicionantes, las
cuales son de obligatorio y estricto cumplimiento. Dentro de las condicionantes se indica
que en la fase de construcción del Proyecto los desechos sólidos deben de disponerse en
el vertedero municipal de Granada, previa autorización. Durante la disposición final de los
desechos de construcción en los sitios autorizados por la municipalidad, debe cumplirse
con la NTON 05 014-02 “Normativa Técnica Obligatoria Nicaragüense Ambiental para el
manejo, tratamiento y disposición final de desechos sólidos no peligrosos. Quedando
prohibido la disposición final de los desechos en el sitio o en las comunidades aledañas
que correspondan al área protegida Refugio de Vida Silvestre Sistema Lagunar de Tisma o
Lago Cocibolca.
Es responsabilidad del proponente (MTI) el manejo, tratamiento y disposición final de las
aguas domesticas, procedentes de las letrinas portables del plantel de trabajadores,
debiendo notificar al MARENA delegación territorial Granada, previo inicio del obra, la
empresa contratada para tal fin, anexando el contrato o convenio con dicha empresa.
Queda terminante prohibido el vertido de aguas domesticas [del proyecto] del proyecto
dentro de la reserva natural Refugio de Vida Silvestre Sistema Lagunar de Tisma, Lago
Cocibolca o verter aguas tratadas o sin tratar en lugares no autorizados.
En cumplimiento a la recomendación realizada por la
Alcaldía Municipal de Granada
se
estableció el rubro de
Reuniones Comunitarias
con la finalidad de realizar Asambleas
con la población de la zona del Proyecto; para brindarles información del avance del
proyecto y de la implementación de las medidas ambientales y sociales. Es especialmente
importante que hay consultas y asambleas en avance del proyecto, dado la importancia
histórica y cultural de la ciudad de Granada, y aun mas dado la cercanía al Lago Cocibolca.

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1. INTRODUCCIÓN
El Gobierno de Nicaragua a través del Ministerio de Transporte e Infraestructura (MTI) con
un Convenio de Préstamo con el Banco Mundial (BM), desarrollará el proyecto de
Mejoramiento del Camino Granada – Malacatoya de 10.00 Km de longitud
, ubicado
en el municipio de Granada, en el Departamento de Granada.
El Adoquinado del tramo, se realizará sobre el trazado de línea existente, no se prevé
cambios de alineamiento. El derecho de vía está claramente definido y despejado. El
proyecto consiste en la conversión del camino de todo tiempo con una carpeta de
rodamiento provista de adoquín.
De acuerdo al Sistema de Evaluación Ambiental (Decreto 76-2006) que establece las
bases que rigen la Evaluación Ambiental de proyectos y actividades en el país y según
las incidencias ambientales que tiene este Proyecto, se encuentra clasificado como
proyecto de Moderado Impacto Ambiental Potencial por lo que no está sujeto a un Estudio
de Impacto Ambiental. No obstante, requiere de una Autorización Ambiental por parte de
la
Delegación Territorial del MARENA Granada,
debido a su proximidad al Lago de
Nicaragua, el cual esta tipificado en la legislación nacional como uso estratégico para
abastecimiento de agua potable a la población. De acuerdo a los procedimientos
establecidos para esta categoría de proyectos se ha presentado un Plan de Gestión
Ambiental del Proyecto, con el fin de cumplir con el marco jurídico nacional específico en
la materia. A la fecha el proyecto cuenta con la Autorización Ambiental del Ministerio del
Ambiente y los Recursos Naturales (MARENA) para la ejecución del Proyecto, según
Resolución Administrativa DT-GR-LFC-015-09-12, en la que se incluyen condicionantes,
las cuales son de obligatorio y estricto cumplimiento. Dentro de las condicionantes se
indica que en la fase de construcción del Proyecto los desechos sólidos deben de
disponerse en el vertedero municipal de Granada, previa autorización. Durante la
disposición final de los desechos de construcción en los sitios autorizados por la
municipalidad, debe cumplirse con la NTON 05 014-02 “Normativa Técnica Obligatoria
Nicaragüense Ambiental para el manejo, tratamiento y disposición final de desechos
sólidos no peligrosos. Quedando prohibido la disposición final de los desechos en el sitio
o en las comunidades aledañas que correspondan al área protegida Refugio de Vida
Silvestre Sistema Lagunar de Tisma o Lago Cocibolca.
Para valorar las características ambientales del entorno donde se ubica el proyecto,
identificar los potenciales impactos ambientales que puede ocasionar e incorporar las
medidas de mitigación que se deben cumplir durante su ejecución para minimizar o
corregir los potenciales impactos negativos que pudiera generar el proyecto; así como,
para dar cumplimiento a las disposiciones legales ambientales del país y las Políticas de
Salvaguardas Ambientales y Sociales del BM, se ha elaborado el presente documento
que contiene la Valoración Ambiental del Proyecto de
Mejoramiento del Camino
Granada-Malacatoya
(10.00 KM). La Valoración Ambiental-establece un Plan de Gestión
y Monitoreo Ambiental-, al igual que incorpora medidas de respuesta ante riesgos a

7
desastres, facilitando la obtención de los permisos y autorizaciones ambientales
correspondientes, previo y durante la ejecución de las obras.
El proyecto será financiado mediante convenio de préstamo con el BM (Convenio 5028-
NI/H7440-NI), por lo que se ha diseñado y se ejecutará de conformidad a las Políticas
Operacionales, Salvaguardas Ambientales y Sociales del Banco Mundial. De acuerdo a
dichas políticas operacionales del BM, el Proyecto se clasifica ambientalmente en
Categoría “B”, lo cual significa que los posibles impactos pueden ser localizados y pueden
revertirse aplicando medidas de mitigación.
La Valoración Ambiental es un proceso que identifica y valora los moderados Impactos
Ambientales Potenciales que pueden generar ciertos proyectos y el dictamen se produce,
sobre la base de valoraciones en el terreno, la normativa ambiental y las buenas
prácticas, así como las medidas ambientales que serán adoptadas por el proponente del
Proyecto. Este proceso es aplicado por las autoridades ambientales territoriales y es
apropiado para proyectos cuyos impactos ambientales potenciales son considerados de
magnitud moderada a baja, según la categorización ambiental de los proyectos.
El Plan de Gestión Ambiental (PGA), permitirá la prevención, mitigación y compensación
de los impactos ambientales negativos atribuibles a la ejecución del proyecto a través de
un conjunto de actividades y acciones para la identificación, predicción y control de los
impactos ambientales del Proyecto; contribuyendo a mejorar el desempeño ambiental de
las actividades que se ejecuten, reducir costos y mejorar la eficiencia de estas
actividades.
La evaluación de los impactos ambientales potenciales del PGA tiene como ejes central el
estado actual de los recursos naturales (línea base), la calidad del medio ambiente y la
estrecha relación que mantienen con los sectores poblacionales y productivos de la zona,
además de la incidencia que sobre esos factores podría tener el proyecto de
Mejoramiento del Camino Granada-Malacatoya.
La ejecución de este proyecto pretende mejorar la economía local, y por ende contribuir a
la economía nacional, minimizando los costos operativos del mantenimiento de los
vehículos; promover la incorporación de la producción de la zona, dinamizando la
economía local a beneficio del PIB nacional.
Las medidas de prevención, control y mitigación propuestas, se encuentran integradas en
el plan de gestión y monitoreo ambiental que se desarrollará durante el proceso
constructivo. Su seguimiento estará a cargo de la UGA – MTI en coordinación con la
Delegación Territorial del MARENA.
En el marco de la participación y concertación social para la implementación del Proyecto
de Adoquinado, a ejecutarse bajo la modalidad de Módulos Comunitarios de Adoquinado
(MCA), lo que implica la utilización de Mano de Obra Intensiva local, a fin de informar y de

8
involucrar a la comunidad, se realizó un proceso de consulta ciudadana con los diferentes
actores sociales y económicos presentes en el Municipio de Granada con el objetivo de
proveer los elementos que permitan fortalecer y generar la capacidad de incidencia de la
población en el desarrollo de la obra.

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2. OBJETIVOS
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Determinar y Evaluar las implicaciones ambientales y sociales, positivas y
negativas, así como la magnitud de los impactos negativos atribuibles a la
ejecución del
proyecto de mejoramiento del transporte rural del tramo
Granada – Malacatoya (10.00 Km
), identificando los Impactos Potenciales sobre
el medio ambiente que pudieran producirse durante la construcción de la obra y
durante su operación proponiendo las medidas tendientes a prevenir, mitigar o
compensarlos; integrando los lineamientos que correspondan para obtener los
permisos respectivos.
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Realizar la descripción general del Proyecto, identificar y valorar los impactos
ambientales y sociales, directos e indirectos, positivos y negativos, que causará la
construcción, operación y mantenimiento del camino.
Presentar el Marco Legal Ambiental vigente en el país que involucre aspectos que
intervengan en la ejecución de la obra.
Cumplir con las Políticas Operacionales y Salvaguardas Ambientales y Sociales
del Banco Mundial.
Establecer las medidas mitigadoras y compensatorias necesarias para la
minimización de estos impactos.
Contar con un Plan de Gestión Ambiental (PGA) específico del Proyecto para
efectos de Monitoreo, Supervisión, Control y/o Seguimiento Ambiental de la Obra.
Establecer los costos de las medidas ambientales y sociales.

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3.
LOCALIZACION DEL PROYECTO
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El Proyecto se localiza en el municipio Granada, departamento de Granada. El municipio
de Granada tiene una extensión territorial de 531 Km². Está ubicado entre las
coordenadas 11° 55’ de Latitud Norte y 86° 57’ de Longitud Oeste, a 45 Km de Managua,
capital de la República de Nicaragua.
Figura Nº 3.1.
Macro-localización del Tramo Granada - Malacatoya
(Fuente: Mapas Topográficos de INETER)

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El proyecto se localiza en la Región 4, en el Departamento de Granada, en el municipio
de Granada. EL tramo inicio en la salida de la ciudad de Malacatoya, toma rumbo
suroeste hacia la zona semi-urbana de la ciudad de Granada, donde finaliza.
Figura Nº 3.2.
Micro-localización del Tramo Granada – Malacatoya
(Fuente: Hoja cartográfica 3052-III del INETER, Mapas Topográficos de INETER)

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Figura Nº 3.3
Mapa de localización del Tramo Granada - Malacatoya

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4.
DESCRIPCIÓN GENERAL DEL PROYECTO
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El Proyecto consiste en el mejoramiento del camino existente con una longitud de 10 km,
mediante la colocación de adoquines de concreto.
Las actividades de adoquinado se desarrollarán en tres fases: Una primera Fase
corresponde a las actividades del Movimiento de Tierra que serán realizadas por una
Empresa Constructora Nacional Privada, seleccionada a través de licitación previa que
realiza el MTI. Una segunda Fase corresponde a la adquisición, suministro y transporte de
los adoquines que será realizada por una Empresa Constructora Nacional Privada,
seleccionada a través de licitación previa que realiza el MTI. Y una tercera Fase
corresponde al resto de las actividades del proyecto, las que serán ejecutadas a través de
la modalidad de Módulos Comunitarios de Adoquinados (MCA).
Dentro de los conceptos de obra del proyecto se definen cinco grupos de actividades y
son:
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1
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a en la que se incluye; las excavaciones en la vía, sub-
excavaciones, préstamos no clasificados (donde se hace uso de Bancos de
Materiales), la construcción de terraplenes, la construcción de la cuña con material
del sitio, el mejoramiento de la superficie, así como, el suministro y colocación del
cemento Portland en el sitio del proyecto.
3)
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o
o que incluye; la colocación de material selecto en para la
capa superficial de la vía (donde se hace uso de Bancos de Materiales), y el
transporte, suministro y colocación de adoquines.
4)
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r, la que incluye la limpieza de alcantarillas y el revestimiento de
cunetas.
5)
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o
o que incluye; las marcas de pavimento, postes guías y
postes kilométricos.
A continuación se presentan los conceptos de obra del proyecto:

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TABLA Nº .4.1
CANTIDADES DE OBRA DEL PROYECTO DE ADOQUINADO GRANADA – MALACATOYA
Codigo
U/M
110(06)
Glb
203(1)
203(2)
203(3)
203(9)
203(9)
304
302(9)
sacos
502(1b)
502(1a)
c/u
502(1c)
c/u
901(19
202(2A)
c/u
207(1A)
608(5)
701(16)
701(18)
701(1-1C2)
ml
ml
704(2)
ml
913(4)
ml
801(1A)
c/u
801(1B)
c/u
801(1C)
c/u
801(1D)
c/u
801(1E)
c/u
801(1G)
c/u
802(1A)
ml
802(1B)
ml
802(2)
m2
914(4)
c/u
914(6)
c/u
c/u
c/u
c/u
c/u
c/u
c/u
1,000.00
Control de Vigilancia Ambiental
8.00
Elaboracion de Programa de Gestion Ambiental de Banco de
materiales
4.00
Taller de Educacion Vial- Ambiental
2
Taller de Higiene, seguridad Ocupacional y Salud
2
Reuniones Comunitarias
4
Plan de Siembra
5000
50.00
10.00
Revestimiento de Cuneta, Mamposteria, Triangular
8,900.00
1
2
31
SEÑALIZACION
MEDIDAS DE MITIGACION
Instalacion de Señales de 240 cm x 40 cm
Instalacion de Señales de 91.4 cm x 91.4 cm
Marcas de Pavimento, Linea Continua Amarilla
Marcas de Pavimento, Linea Discontinua Amarilla
Marcas de Pavimento, tipo de simbologia y Letras
Postes Guias
Postes de Kilometraje
10.00
Instalacion de Señales de 61 cm x 91 cm
Instalacion de Señales de 60 cm x 120 cm
Instalacion de Señales de 30 cm x 120 cm
Instalacion de Señales de 90 cm x 100 cm
32
5
3
1,050.00
Tuberia de concreto Reforzado 91cm (36"), clase II
230.00
Relleno Granular
1,000.00
Mamposteria Clase "A" para Drenaje Menor
700.00
Lecho Clase "B"
40.29
Relleno de Alcantarillas
300.00
1,000.00
Sub Dren tipo Frances
Cuña de Hombros con Material del Sitio
2,400.00
ESTRUCTURA DE PAVIMENTO
Excavacion de Estructuras para Drenaje Menor
600.00
DRENAJE MENOR
Remocion de Vados
2.00
Concreto de 3500 PSI (Bordillo longitudinal y transversales de
1,063.13
MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
PROYECTO : GRANADA - MALACOTOYA.
0 + 000 - 10 + 000
CONCEPTO DE OBRAS
CANTIDAD
TRABAJO POR ADMINISTRACION
Trabajo Por administracion
1.00
Excavacion en la Via
1,132.58
Subexcavacion
500.00
Transporte de Adoquines
1232,616.00
Prestamo no Clasificado
34,006.29
MOVIMIENTO DE TIERRA
Capa de Agregado Tratada (Estabilizacion con cemento de
12,412.00
Colocacion de Adoquines de Concreto
58,696.00
Suministro de Adoquines
1232,616.00
Suministro y Colocacion de Cemento Portland en Sitio
37,236
Construccion de Terraplenes
34,007.29

15
FIGURA N° 4.1: SECCIÓN TÍPICA DEL CAMINO
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La modalidad de MCA requiere para la ejecución del proyecto contar con un Módulo
Básico de Construcción, facilitadas por la Alcaldía y que estará compuesto por:
-
1 Motoniveladora
-
1 Vibrocompactadora
-
1 Retroexcavadora
-
1 Excavadora
-
1 Tractor cargador frontal
-
2 Camiones Volquetes
-
2 Camiones Cisterna de agua
Para las actividades de construcción de alcantarillas, cunetas, aceras y el pegado de
adoquines los ejecutan las cuadrillas de trabajo (dos personas por cada cuadrilla) que se
contratan de mano de obra local a través de los MCA.
Cabe señalar que en la zona del Proyecto no se identificaron Bancos de Materiales. El
material para el proyecto será suministrado (comprado) por una cantera privada de
Granada. La Explotación del Banco de Materiales está tipificado por las NIC-2000 como
Caso 2, por lo tanto, el contrato establece como responsabilidad del contratista el llegar a
acuerdos con los dueños de los Bancos de Materiales. No obstante, el MTI para

16
garantizar el cumplimiento de las Salvaguardas Ambientales y Sociales del BM, así como
el cumplimiento del Marco Jurídico Nacional, monitorea muy de cerca sin intervenir en la
negociación, asegurando que el dueño esté conforme con lo acordado. Además, el MTI
vela por el cumplimiento del Plan de Gestión Ambiental (PGA) para la explotación del
Banco aprobado por el MARENA.
El contratista deberá hacer gestiones para cumplir con lo establecido en la Ley 730 “Ley
Especial para el uso de Banco de Materiales Selectos para el Aprovechamiento en la
Infraestructura” y su Reglamento.
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Los MCA son una expresión organizativa de la comunidad, cuyo objetivo es beneficiar a la
población de la localidad mediante la ejecución de proyectos de adoquinado, ya que se
generan fuentes de empleo temporal para la población local, que permiten mejorar el nivel
de vida socio económico de sus pobladores
Los MCA son reconocidos por la autoridad municipal, ya que esta es co-responsable de
administrar los fondos y de ejecutar las obras con eficiencia, economía y transparencia,
en beneficio de la comunidad, sin causar impactos negativos en el ambiente.
Procedimiento de Conformación del MCA
La estrategia comprende la organización de un MCA que atienda una longitud máxima de
1.5 Km, en un período aproximado de cuatro meses o más, para la ejecución de la obra.
La formación de los MCA, se basa en la selección de mano de obra local, para lo cual se
trabaja en conjunto con las diferentes Alcaldías, convocando a la comunidad y utilizando
registros de la población desempleada de la zona y de las comunidades aledañas a la
ubicación de la obra a realizarse. Mayor información de los mismos puede encontrarse en
el “Manual Operativo de los MCA”.

17

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5.
MARCO LEGAL Y ADMINISTRATIVO
Nicaragua, a partir de 1990, ha impulsado una serie de acciones que conllevan a la
formulación y aprobación de leyes y reglamentos, decretos, normas, resoluciones,
disposiciones y acuerdos de carácter ambiental, como instrumentos para desarrollar un
proceso de gestión ambiental, encaminados hacia un desarrollo sostenible, tal como lo
estipula el entorno global. La legislación vigente del país en materia de medio ambiente
nos brinda todas las leyes, reglamentos, normas y decretos en los cuales los
nicaragüenses debemos tomar en cuenta al momento de realizar o formular un proyecto
de rehabilitación, construcción, mejoramiento, etc. El artículo 60 de la constitución
establece que los nicaragüenses tienen derecho a habitar en un ambiente saludable, es
obligación del estado la preservación, conservación y rescate del medio ambiente y los
recursos naturales.
En materia ambiental, los instrumentos jurídicos establecidos en Nicaragua tienen por
objetivo lograr armonizar los objetivos de desarrollo económico y social del país, con un
manejo adecuado del medio ambiente. Para estos fines, se han establecido instrumentos
jurídicos que, por un lado, promueven la inversión privada en todos los sectores de la
economía; y por otro lado, procuren la conservación del medio ambiente y de los recursos
naturales.
El marco legal para la gestión socio-ambiental en Nicaragua, establece pautas claras a
tener en cuenta en el diseño y la elaboración de los planes y tienen por objeto lograr un
desarrollo económico y social sostenible, compatibles con la conservación del medio
ambiente. A continuación se presenta el Marco Legal Administrativo que tiene influencia
directa con el Proyecto y por tanto, ha sido considerado en cada etapa del proyecto, así
como en el Plan de Gestión y Monitoreo Ambiental:
El Proyecto se financiará con fondos del Banco Mundial, por lo cual se ejecutará de
conformidad a las Políticas Operacionales y Salvaguardas Ambientales y Sociales del Banco
Mundial.
A fin de resumir, en la Tabla No. 5.1 se presenta el Marco legal vigente en asuntos
ambientales, que rigen la construcción de obras viales en Nicaragua.

18
TABLA 5.1
MARCO LEGAL ADMINISTRATIVO
No
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
1
Constitución Política de Nicaragua y sus Reformas. El artículo 60 de la
constitución establece que los nicaragüenses tienen derecho a habitar
en un ambiente saludable, es obligación del Estado la preservación,
conservación y rescate del medio ambiente y los recursos naturales.
19/noviembre/1986
04/julio/1995.
2
Ley General del Medio Ambiente y los Recursos Naturales y su
Reglamento. Establece las normas para la conservación, protección,
mejoramiento y restauración del medio ambiente y los recursos
naturales que lo integran, asegurando su uso racional y sostenible, de
acuerdo a lo señalado en la Constitución Política.
Ley 217 2/mayo/1996
9-96 25/julio/1996.
3
Reglamento de Permiso y Evaluación de Impacto Ambiental. Establece
las bases que rigen el Sistema de Evaluación Ambiental en el país.
Dicho decreto de acuerdo a las incidencias ambientales que tienen los
proyectos, establece 3 categorías ambientales.
Nº 76-2006.
4
Reglamento General para el Control de Emisiones de los Vehículos
Automotores. En cumplimiento de las disposiciones de los Artículos. 111
y 122 de la Ley General del Medio Ambiente y los Recursos Naturales,
establece los requisitos y condiciones que deben reunir los vehículos
automotores y los procedimientos normalizados para la medición de sus
emisiones, con el fin de reducir la contaminación atmosférica por ellos
producida.
32-97 09/junio/1997
5
Ley de Municipios y su Reglamento. Establece las normas y
procedimientos para la gestión municipal. El Municipio es la unidad base
de la división político administrativa del país. Se organiza y funciona a
través de la participación popular para la gestión y defensa de los
intereses de sus habitantes y de la nación.
Son elementos esenciales del Municipio: el territorio, la población y el
gobierno. La autonomía municipal es un principio consignado en la
Constitución Política de la República de Nicaragua para el ejercicio de la
democracia mediante la participación libre y directa del pueblo.
Ley 40 22/agosto/1997
52-97 05/septiembre/1197
6
Ley creadora del Sistema Nacional para la Prevención, Mitigación y
Atención de Desastres. Tiene por objeto establecer los principios,
normas, disposiciones e instrumentos generales necesarios para crear y
permitir el funcionamiento de un sistema interinstitucional orientado a la
reducción de riesgos por medio de las actividades de prevención,
mitigación y atención de desastres, sean éstos naturales o provocados.
Son objetivos del SINAPRED, entre otros los siguientes: La definición
de las responsabilidades y funciones de todos los organismos, sean
estos públicos o privados en cada una de las diferentes fases; La
integración de los esfuerzos públicos y privados requeridos en esta
materia, el uso oportuno y eficiente de todos los recursos requeridos
para este fin. De acuerdo a ello, el MTI tiene como funciones, entre
otras las siguientes:
a) Las funciones que resulten inherentes en el campo de su
competencia y que sean referidas a la elaboración de análisis de
Ley No. 337; 07/abril/2000.

19
No
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
riesgos, medidas de prevención, mitigación, preparación, respuesta,
rehabilitación y reconstrucción, antes, durante o después de un
desastre.
b) Elaborar los planes, programas y proyectos, los que deberán ser
realizados desde una óptica que incorpore en los mismos la
prevención, mitigación, preparación, respuesta, rehabilitación y
reconstrucción en el ámbito de su competencia.
c) El MTI preside la comisión de Infraestructura del SINAPRED.
7
Ley de Organización, Competencias y
procedimientos del Poder
Ejecutivo y su reglamento. Tiene por objeto determinar la organización,
competencia y procedimientos del Poder Ejecutivo.
El Poder Ejecutivo está integrado por el Presidente de la República, el
Vice-Presidente de la República, Ministerios de Estados, Entes
Gubernamentales, Bancos y Empresas Estatales y para el mejor
cumplimiento de sus funciones pueden organizarse de forma
descentralizada o desconcentrada. De acuerdo a ello, el MTI tiene entre
otras, las siguientes responsabilidades:
a)
Organizar y dirigir la ejecución de la política sectorial y coordinar la
planificación indicativa con el Ministerio de Gobernación y los
municipios en los sectores de tránsito y transporte, así como en
infraestructura de transporte.
b)
Dirigir, administrar y supervisar, en forma directa o delegada la
conservación y desarrollo de la infraestructura de transporte.
Ley 290 01/junio/1998
71-98 30/octubre/1998
8
Ley
Especial sobre Exploración y Explotación de Minas y su
Reglamento. Tiene por objeto establecer el régimen jurídico para el uso
racional de los recursos minerales de la Nación, además de normas las
relaciones de las Instituciones del Estado con los particulares respecto a
la obtención de derechos sobre estos recursos y la de los particulares
entre sí que estén vinculados a la actividad minera.
El Ministerio de Fomento, Industria y Comercio será la Institución del
Poder Ejecutivo, encargada de la aplicación de las presentes
disposiciones, de conformidad con lo establecido en la Ley de
Organización, Competencia y Procedimiento del Poder Ejecutivo y su
Reglamento.
Arto.2. Los recursos minerales existentes en el suelo y en el subsuelo
del territorio nacional pertenecen al Estado quien ejerce sobre ellos un
dominio absoluto, inalienable e imprescriptible.
La exploración y explotación de recursos minerales no puede ejecutarse
sin obtener de previo una concesión minera.
Ley 387 27/julio/2001
119-2001
18/diciembre/2001
9
Ley de Derecho de Vía y su Reforma. De acuerdo a esta Ley, se
entiende por “Derecho de Vía” la anchura total que deben tener las
carreteras, la cual será: para las carreteras internacionales e
interoceánicas, cuarenta metros, o sean veinte metros a cada lado del
eje o línea media de las mismas; para las interdepartamentales y
vecinales, veinte metros o sean diez metros a cada lado del eje o línea
media. No podrán hacerse construcciones ni trabajos de ninguna
especie en las carreteras dentro de las distancias comprendidas por el
46-52 04/septiembre/1952
9-56 22/junio/1964

20
No
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
“Derecho de Vía”. El “Derecho de Vía” a que se refiere esta ley, no debe
afectar las edificaciones y construcciones existentes de dominio
particular salvo caso de utilidad pública declarada y previa
indemnización al dueño de las mismas. Se reserva al Ministerio, el
derecho de hacer por su cuenta dichas obras de acuerdo con el
propietario de las mismas.
10
Ley General de Higiene y Seguridad del Trabajo.
Normas y Resoluciones Ministeriales sobre las disposiciones básicas de
higiene y seguridad en los lugares de trabajo. Ministerio del Trabajo.
Tiene por objeto establecer el conjunto de disposiciones mínimas que,
en materia de higiene y seguridad del trabajo, el Estado, los
empleadores y los trabajadores deberán desarrollar en los centros de
trabajo,
mediante
la
promoción,
intervención,
vigilancia
y
establecimiento de acciones para proteger a los trabajadores en el
desempeño de sus labores.
Ley 618, 19/Abril/2007.
1-90 21/abril/1990
11
Ley General de Aguas Nacionales y su Reglamento. Establece el marco
jurídico institucional para la administración, conservación, desarrollo,
uso, aprovechamiento sostenible, equitativo y de preservación en
cantidad y calidad de todos los recursos hídricos existentes en el país,
sean estos superficiales, subterráneos, residuales y de cualquier otra
naturaleza, garantizando a su vez la protección de los demás recursos
naturales, los ecosistemas y el ambiente.
Ley No 620,
04/septiembre/2007.
Decreto No. 44-2010
12
Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense. Especificaciones Generales
para la Construcción de Caminos, Calles y Puentes NIC2000.
NTON 12-001-2000
13
Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense. Normas Ambientales Básicas
para la construcción Vial –NABCV2000.
NTON 12-002-200
14
Manual Centroamericano de Normas Ambientales para el Diseño,
Construcción y Mantenimiento de Obras Viales.
SIECA 2002
15
Normativa Técnica Ambiental para el aprovechamiento de Bancos de
Materiales de Préstamo para la Construcción
NTON 05-021-02
16
Normativa calidad del aire
NTON 05-12-02;
19/mayo/1995.
17
Establecimiento del Sistema de Veda. Determina los Principios,
Conceptos, Criterios y Restricciones específicas para la Conservación
de las Especies Silvestres.
Ministerial 10-2003;
22/abril/2003.

21
No
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
18
Ley de Participación ciudadana. Promueve el ejercicio pleno de la
ciudadanía en el ámbito político, social, económico y cultural, mediante
la creación y operación de mecanismos institucionales que permitan una
interacción fluida entre el Estado y la sociedad nicaragüense,
contribuyendo con ello al fortalecimiento de la libertad y la democracia
participativa y representativa establecida en la Constitución Política de
la República.
Este conjunto de normas y regulaciones se fundamentan en los
artículos 7 y 50 de la Constitución Política de la República, como
expresión del reconocimiento de la democracia participativa y
representativa así como el derecho de participar en igualdad de
condiciones en los asuntos de la gestión pública del Estado y en los
instrumentos internacionales en materia de derechos humanos suscritos
y ratificados por Nicaragua, aplicando los principios generales del
derecho aceptados universalmente sobre esta materia. Corresponde al
Estado la creación y operación de mecanismos institucionales que
permitan la interacción con los ciudadanos organizados.
Ley 475.
19 Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense Ambiental para el manejo,
tratamiento y disposición final de los desechos sólidos no-peligrosos.
NTON 05 014-01
20
Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense para regular los sistemas de
Tratamiento de Aguas Residuales y su Reuso.
NTON 05 027-05
21
Resolución Ministerial, Normativa General para la Regulación de los
servicios de agua potable y agua sanitaria.
CD-RT-011-00
22
Disposiciones sanitarias. Establece las regulaciones necesarias para la
organización y funcionamiento de las actividades higiénico sanitarias.
En el cumplimiento de las medidas de control sanitario internacional, las
autoridades competentes se ajustarán a lo establecido en el
Reglamento Sanitario Internacional, así como a las disposiciones
complementarias que se emitan. El Ministerio de Salud coordinará con
las instituciones que estime pertinentes, todo lo necesario para el
cumplimiento de la presente ley.
Decreto Nº 394
23
Prohibición del tráfico de desechos peligrosos y sustancias tóxicas.
Ley Nº 168
24
Disposición para el control de la contaminación proveniente de las
descargas
de
aguas
residuales
domésticas,
industriales
y
agropecuarias.
Decreto Nº 33-95
25
Resolución Ministerial Prevención y control de la contaminación.
Resolución Ministerial Nº
009-99
26
Reglamento Forestal. Protege el derecho de los dueños de tierra sobre
el vuelo forestal de su propiedad y vela por que se respete el recurso
forestal de propiedad privada o estatal.
Decreto 45-93 del 19 de
Octubre 1993
27
Ley de Protección al Patrimonio Cultural. Se consideran bienes
culturales:
a)Paleontológicos:
Todos
los
organismos
fosilizados.
b)Arqueológicos: Todas las piezas, instrumentos, estructuras, restos o
vestigios
procedentes
de
culturas
extinguidas.
c)Históricos: Los inmuebles o parte de ellos y los bienes muebles que
estén directamente vinculados a la historia política, económica y social
Ley 1142

22
No
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
de
Nicaragua.
d)Artísticos: Los bienes u objetos que, debido a su origen como
producto de la actividad del hombre, constituyen verdaderos valores de
las Bellas Artes o del Arte Nacional, ya sean estos plásticos, literarios,
arquitectónicos,
etc.
e)Conjuntos urbanos o rurales: Considerados de interés cultural,
localizados en ciudades o campos de la República.
El que encontrare o tuviere conocimiento de la existencia de bienes a
que se refieren los incisos a) y b) del Artículo 1 de esta Ley, deberá dar
aviso dentro del término de 24 horas, mas el de la distancia, a la Junta
Municipal más cercana, la que expedirá la constancia oficial del aviso e
informará dentro del mismo plazo señalado anteriormente a la Dirección
de Patrimonio.
28
Ley Especial Para El Uso de Bancos de Materiales Selectos para el
Aprovechamiento en la Infraestructura y su Reglamento. Norma el uso y
aprovechamiento racional de bancos de materiales selectos o bancos
de préstamos a nivel nacional, aptos para la infraestructura de interés
público para el país, que no requiera más operación que las de
arranque, fragmentación y clasificación.
Los recursos no minerales existentes en el suelo y subsuelo del
territorio nacional son patrimonio del Estado, quien ejerce sobre ellos
dominio absoluto, inalienable e imprescriptible. Constituyen la Autoridad
de Aplicación de la presente ley, las instituciones siguientes:
1. Ministerio de Energía y Minas (MEM): para el otorgamiento de las
licencias o permisos correspondientes.
2. Ministerio de Transporte e Infraestructura: para la administración y
supervisión de los bancos de materiales selectos; y
3.
Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales: en lo que
hace a su ámbito de competencia de conformidad a las diferentes
Normativas Técnicas de la materia.
Ley No.730
Decreto No. 18-2011,
Reglamento de la Ley
No.730, publicado en la
Gaceta No.66 del 06 de
abril del 2011, integrado por
32 artículos

23
TABLA 5.2
POLÍTICAS DEL BM COMÚNMENTE ACTIVADAS
EN PROYECTO DE INFRAESTRUCTURA
POLÍTICAS DEL
BANCO MUNDIAL
ESCENARIOS DE
ACTIVACIÓN Y
REQUERIMIENTOS
APLICACIÓN, ACTIVACIÓN
Y/O RESPUESTA
REFERIDA AL PROYECTO
DE ADOQUINADO
Evaluación
ambiental: OP 4.01
Aquellos proyectos donde se
prevea la afectación temporal o
permanente del entorno natural
o social, a través de impactos
directos,
indirectos
o
acumulativos. La profundidad
del análisis es función del nivel
de riesgo socio-ambiental.
Según
el
Sistema
de
Evaluación
Ambiental
de
Nicaragua (Decreto 76-2006)
los impactos ambientales que
generará el proyecto están
considerados como “Impactos
Potenciales Bajos” por lo
tanto, no sujeto a E.I.A. pero
sí a un permiso por parte de
la
Alcaldía de Granada
de
acuerdo a procedimientos
establecidos para tal fin. No
obstante,
ante
los
compromisos asumidos con
el BM, se solicitará la
Autorización Ambiental a la
Delegación
Territorial
de
MARENA Rivas.
Reasentamiento
involuntario: OP
4.12
Esta política se activa en
aquellos proyectos donde se
requiere del desplazamiento de
población
debido
a
la
adquisición total o parcial de
propiedades para lo cual, de
acuerdo a esta política, el
ejecutor de la obra, requerirá de
un Plan de Reasentamiento
Involuntario acorde con los
lineamientos del Banco Mundial.
El Proyecto se desarrollará
sobre una vía existente con
su respectivo derecho de vía
establecido
por
la
Ley
correspondiente (Decreto 46
aprobado el 10 de septiembre
de 1952 y publicado en La
Gaceta No. 223 del 29 de
septiembre del mismo año).
Por
tanto,
no
habrá
reasentamientos involuntarios
ni afectaciones a propiedad
privada. No hay viviendas o
edificios en el derecho de vía.
De presentarse algún caso,
se procederá conforme a lo
establecido en la Política OP
4.12.

24
POLÍTICAS DEL
BANCO MUNDIAL
ESCENARIOS DE
ACTIVACIÓN Y
REQUERIMIENTOS
APLICACIÓN, ACTIVACIÓN
Y/O RESPUESTA
REFERIDA AL PROYECTO
DE ADOQUINADO
De presentarse algún caso,
se procederá conforme a lo
establecido en la Política OP
4.12.
Bienes Culturales:
OP 4.11
Se debe tomar en cuenta esta
política en aquellos proyectos
donde implique el movimiento de
tierras en zonas de reconocido
potencial arqueológico y/o de
riqueza
cultural
y/o
física.
Investigaciones,
rescate
y
procedimientos para hallazgos
fortuitos son los requerimientos
más comunes.
En Nicaragua el Patrimonio
Artístico, Cultural e Histórico
de la Nación está protegido y
regulado
tanto
por
la
Constitución de la República
(Cap. VII. Arto. 126 y 128)
como
por
la
Ley
de
Protección
al
Patrimonio
Artístico, Cultural e Histórico
de la Nación y su Reglamento
oficializada
mediante
el
Decreto No. 1142, Aprobado
el 22 de noviembre de 1982.
El cual entre otros, establece
lo
siguiente:
…El
que
encontrare
o
tuviere
conocimiento de la existencia
de bienes que se refieren los
incisos a) y b) del Arto. 1 de
esta Ley, deberá dar aviso
dentro del término de 24
horas, más el de la distancia,
a la Junta Municipal
más
cercana, la que expedirá la
constancia oficial del aviso e
informará dentro del mismo
plazo señalado anteriormente
a la Dirección de Patrimonio.
En este Proyecto es poco
probable
encontrar
potenciales
arqueológicos,
dado que no se ubica en una
zona con alto valor histórico o
cultural. Sin embargo, en
caso de encuentros fortuitos
se procederá de acuerdo al
establecido en la ley de
Patrimonio Histórico Cultural

25
POLÍTICAS DEL
BANCO MUNDIAL
ESCENARIOS DE
ACTIVACIÓN Y
REQUERIMIENTOS
APLICACIÓN, ACTIVACIÓN
Y/O RESPUESTA
REFERIDA AL PROYECTO
DE ADOQUINADO
y OP 4.11.
Divulgación al
público: BP 17.50
Por lo general se requieren
programas de comunicación y
divulgación
al
público,
en
especial aquellos que requieren
EIAs,
planes
de
reasentamientos
y/o
planes
indígenas.
El
Proyecto
al
estar
contemplado en el Plan de
Inversión Municipal de la
Alcaldía de Granada
, éste
ha sido dado a conocer por el
Concejo Municipal a la
población
a
través
de
Asamblea.
Asimismo,
se
tiene
contemplado dentro del PGA
que
se
realicen
capacitaciones
con
la
población beneficiaria del
proyecto, coordinadas por la
Unidad
De
Gestión
Ambiental/MTI.

26

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6. CARACTERIZACIÓN DEL MEDIO AMBIENTAL Y

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SOCIAL DEL AREA DEL PROYECTO
Para el análisis de esta Valoración Ambiental se tomó como referencia principal el área
directa a ser afectada por la construcción y la operación. Según el Decreto 76-2006, en el
artículo cuatro, inciso tres, el área de influencia de un proyecto se refiere a todo el espacio
geográfico, incluyendo todos los factores ambientales que pudieran provocan cambios
cuantitativos o cualitativos en su calidad debido a las acciones en la ejecución del
proyecto.
Para definir los límites del área de influencia se tomaron los siguientes criterios: Geología
y geomorfología, Hidrología, Calidad del aire, Fauna, Flora, Paisaje, social y económico.
La población beneficiada directamente son las comunidades de son: municipio de
Granada, la Comunidad El Tepetate, Comunidad La Calzada, Comunidad Cauloa,
Comunidad El Guayabo, Comunidad El Hatillo, Comunidad Camino Real, Comunidad
Osagay, Comunidad Los Cocos, Comunidad El Paso de Panaloya, Comunidad La Tapia,
Comunidad Los Puentes, Comunidad La Juguera y Comarca Malacatoya.
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Geomorfología
El municipio de Granada se extiende hacia el norte por una alargada franja, paralela a la
costa lacustre de tierras bajas y anegadas ciénagas y lagunetas. En el municipio se
levanta el importante macizo Mombacho, con una altura de 1450 m de altura que es la
máxima de la elevación del departamento.
Edafología
La zona de estudio comprende una gran diversidad de suelos que se han originado a
partir de materiales volcánicos cuaternarios o del eoceno terciario. Los suelos a lo largo
de la traza mayoritariamente son suelos agrícolas con volcánicos y sedimentarios de muy
buena calidad agronómica. Básicamente son suelos con textura de franco-arenoso a
arcillosos.
Agua
El municipio se localiza dentro de la Cuenca del Río San Juan, al norte la cuenca del Río
Malacatoya abarca parte de los Departamentos de Managua, Boaco y Granada. El río
tiene un área de 1,434 Km
2
y drena al Lago Cocibolca, provocando fuerte incidencia en el
municipio por problemas de inundación que eventualmente se producen en los poblados
parte baja de la cuenca.

27
Los principales ríos dentro del municipio son:
Malacatoya, parcialmente en el límite norte con el departamento de Boaco y el
municipio de Tipitapa.
Río Acoto que sirve de límite al noreste del municipio.
Los cortos ríos Manares, Pital y Dorado corren al sur del Mombacho.
El Afluente del Río Ochomogo casi une la Península del Menco con la punta sur
oeste de la Isla Zapatera frente a la desembocadura del mismo.
Clima
El municipio presenta un clima semi-húmedo con temperatura promedio varía entre los 27° y
27.5 °C con dos estaciones; invierno y verano. Su clima es ardiente en verano y un poco
fresco en invierno. Las temperaturas más altas se presentan durante los meses de Abril y
Mayo, y las más bajas en el mes de Diciembre. La precipitación anual varía de un mínimo de
1,200 y 1,400mm. Se caracteriza por una buena distribución de las lluvias.
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Flora
El proyecto se desarrolla en la región Ecológica I, Bosques medianos o bajos subcaducifolios
de zona cálida con clima de Sabana Tropical (Aw), según la metodología de W. Koppen, de
26 a 28°C.
La flora y fauna del Municipio es de gran riqueza y variedad por las diversas condiciones de
paisaje que lo conforman, caracterizando una zona norte de condición muy plana y la zona
sur de topografía muy abrupta.
Fauna
En el municipio existe una fauna variable e interesante como: tigrillos, halcones, loros, patos
y una amplia muestra de aves acuáticas.
La fauna acuática es muy abundante. En el lago se pesca el Gaspar, los Chulines, Guavinas,
varías especies de Guapote y Mojarras y el Róbalo, Machacas, Sardinas y Pepescas entre
otros. Las aves se encuentran distribuidas en todos los sistemas ecológicos presentes en el
área de influencia.
En el sistema ecológico lomas y volcanes se encuentran las especies exóticas y menos
frecuentes de esta categoría, debido sobre todo a la presencia de reductos de bosques bien
conservados que aún presentan algunos ecosistemas de este sistema ecológico.

28
Dentro de las especies exóticas que aún albergan estos ecosistemas se encuentran: Lapas
rojas, Pericos, Pavones, Búhos, Lechuzas y Loros. Otras especies reportadas como
frecuentes en este sistema ecológico son: Tordos, Chachalacas, Zanates, Urracas,
Chocoyos, Palomas San Nicolás, Codornices, Palomas Alas Blancas, Cocorocas, Pavas,
Zopilotes y Pijules; las cuales también son representativas en el sistema ecológico llanos y
planicies.
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El Sistema Lagunar de Tisma es un Humedal de origen lacustre que comprende la Laguna
de Tisma, La Playuela de Tisma, Laguna Amapa, Estero de Panaloya, parte del Río Tipitapa
y Zonas Pantanosas, presentando especies de fauna y formaciones vegetales muy
características de estos sitios; este sistema es muy particular, ya que en época lluviosas
capta altos volúmenes de agua que bajan de la parte alta de la cuenca, haciendo del sitio
una zona muy difícil de penetrar en la época de lluvia, que se presenta de mayo a
noviembre, con un período canicular bien marcado entre julio y agosto.
Entre los valores significativos para el ambiente y la población de Tisma que aporta el
Humedal, tenemos:
-
Suministro de agua para las actividades agropecuarias, cultivo de arroz y el riego de
pasto para el ganado.
-
Control de la calidad de agua subterránea y su infiltración, al acuífero
-
Refugio de la diversidad biológica de la zona, especialmente de aves migratorias que
llegan cada año en busca de alimento y refugio.
-
Protección de las inundaciones, ya que son reservorios naturales de agua que baja de la
cuenca.
-
Retención de los sedimentos y contaminantes que llegan de la cuenca, provenientes de
la Ciudad de Masaya y de las Arroceras.
-
Entre los Beneficios más significativos, directos e indirectos a la población están:
-
Suministro de agua para los Moradores locales quienes la utilizan para riego e arroz y
uso pecuario.
-
Suministro de alimento natural donde extraen carne de monte y pescado.
-
Extracción de fibra natural como el Junquillo, Tule y palma paceña esta ultima se
encuentran en cantidades irrelevantes. Estas fibras son utilizadas para la confección de
artículos como: sudaderos, petates, abanicos y fabricación de techos.
-
Caza de animales silvestres para alimento y comercialización.
-
Pastoreos: se desarrollan pastos mejorados para la ganadería existente en la zonas
adyacentes utilizando el agua del humedal para su riego y almacenamiento en el
verano.
-
Potencial para la recreación turística, educativa y científica, pero bajo manejo adecuado.

29
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El Gran Lago de Nicaragua (o lago Cocibolca) es un lago de agua dulce situado en
Nicaragua. Tiene una extensión de 8.624 km², siendo el mayor lago de América central.
Tiene en su interior más de 400 isletas, tres islas y dos volcanes.
Por su extensión es el segundo lago de mayor tamaño de América Latina después del
Lago de Maracaibo en Venezuela, y antecede al lago Titicaca (de tamaño parecido) que
se extiende entre Bolivia y Perú. Es el más grande en América Central, y el noveno más
grande en América (y el 25º del mundo).
Es el único lago del mundo que alberga especies marinas como tiburones y peces sierra.
El río San Juan le sirve como desaguadero conectándolo con el mar Caribe, y el río
Tipitapa lo conecta con el lago de Managua o Xolotlán. La ciudad de Granada y el volcán
Mombacho se encuentran en la orilla noroccidental del lago.
Contiene más de cuatrocientas isletas: conocidas como las Isletas de Granada y el
archipiélago de Solentiname; dos islas grandes que son la isla de Zapatera y la isla de
Ometepe (la isla más grande del mundo en un lago de agua dulce). En la isla se
encuentran dos volcanes, uno de ellos activo, el volcán Concepción, y el volcán Maderas,
un santuario de flora y fauna.
Es importante indicar que la durante la ejecución de las obras de adoquinado no habrá
afectación en el lago de Nicaragua o Cocibolca, dado que el punto mas cercano entre el
camino y el Lago es de aproximadamente 600 m. Sin embargo, durante la ejecución debe
tenerse cuidado en el manejo y disposición de los desechos de construcción y residuos
domésticos que genere el Proyecto.
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El proyecto
Granada - Malacatoya
es vital para el desarrollo económico, turístico, dado
que los pobladores tendrán mejor posibilidades de movilizarse hacia puestos de salud,
escuelas y otras comunidades donde pueden ofertas sus productos.
Para la realización del estudio socio económico se recopilo información en las
municipalidades, con entes gubernamentales localizados en el área del proyecto, y
empresas localizadas. De esta manera se logro identificar la actividad económica de la
población, información social (escuelas, servicios básicos, puestos de salud, medio de
transporte), condición de viviendas, actividad económica, actividad económica, población,
y más.
Población
La población total en el municipio de Granada es de 105,171 habitantes; según lo que
indica el Censo poblacional realizado por el INIDE en el 2005. La población femenina es

30
de 25,753 habitantes y la población masculina es de 51,742. La población en la zona rural
es de 58,248 habitantes y la población en la zona urbana es de 79,418 habitantes.
En el municipio existen 22,620 viviendas, de las cuales 5,710 se encuentran en la zona
rural y 16,910 se encuentran en la zona urbana.
El área urbana del municipio esta constituida por 110 barrios. El Municipio de Granada
está conformado por las Comarcas: Malacatoya, El Pochote, San Antonio Tepeyac,
Cauloa, El Hormigón, La Escoba, Los Malacos, La Fuente, El Guanacaste, La Laguna,
Posintepe, Los Ranchones, El Capulín, Asese, Las Prusias, El Fortín y Mombacho, y la
Isla Zapatera.
De acuerdo al Mapa de Pobreza elaborado en base a la metodología de Necesidades
Básicas Insatisfechas (NBI), según los resultados del VIII Censo Nacional de Población y
IV Censo de Vivienda 2005, está ubicado en un nivel de pobreza baja.
Los Módulos Comunitarios de Adoquinado adquieren mayor relevancia por la oportunidad
de empleo para las mujeres, y la mejora de la calidad de vida por la generación de
empleo.
Figura No. 6.1. Mapa de Pobreza de Nicaragua (Fuente: INIDE)

31
Educación
En el ámbito urbano se ubican 23 escuelas primarias, de ellas 5 son privadas. En su
totalidad las escuelas primarias atienden un total de 10,243 estudiantes, en 163 aulas. En
educación secundaria se cuenta con 8 centros de los cuales 5 son privados y 3 estatales,
atienden una población de 8,192 estudiantes en un total de 137 aulas. Existen además 3
escuelas técnicas, 3 universidades y 1 escuela de educación especial.
En el área rural el municipio está equipado con 34 escuelas de educación primaria que
representan el 65% de la población estudiantil potencial en las edades comprendidas de 6
a 12 años, esta población es atendida en 88 aulas que en su mayoría no presentan
buenas condiciones. Con respecto a educación secundaria existen 5 centros distribuidos
en Malacatoya, El Guayabo, Capulín, El Diamante, El Hormigón atendiendo un total de
2,142 estudiantes en 30 aulas.
Salud
El municipio cuenta con las siguientes unidades de salud: 2 Hospitales que brindan
cobertura Municipal con 148 camas y 50 consultorios, 5 Centros de Salud, con un total de
21 consultorios atendiendo 156 consultas promedio por día. 11 Puestos de salud, 4
urbanos, 7 rurales con 35 consultorios totales. Las principales enfermedades que afectan
al municipio son enfermedades respiratorias agudas, parasitarias y diarreicas.
Agua potable y Alcantarillado Sanitario
El municipio de Granada cuenta con servicio público de agua potable cuya administración
está a cargo del ENACAL, según datos proporcionados por esta entidad, el casco urbano
cuenta con 13,800 conexiones, de los cuales; 13,246 son conexiones domiciliares, 300
son comerciales, 27 industriales, 113 conexiones de Gobierno y 114 conexiones urbanas
progresivas. Se cuenta a nivel urbano con 6 tanques de acero.
En Malacatoya con 278 conexiones domiciliares, 5 de Gobierno sumando un total de 283
conexiones. A nivel Rural hay 2 tanques de acero 10,000 Gal de capacidad. La
problemática del servicio es, la baja presión de la red de distribución, al noreste y sur
oeste de la ciudad, la falta de tanques de almacenamiento, fallas en motores y
obsolescencia de la red.
Energía eléctrica
El municipio de Granada cuenta con el servicio de energía domiciliar, la cual está a cargo
de la Empresa la Empresa GAS NATURAL, antes UNION FENOSA DISNORTE,
interconectado al sistema nacional. En el ámbito urbano y rural se contabilizan 15,398
conexiones legales y aproximadamente 3,000 ilegales, el principal problema es la falta de
cultura de pago, las conexiones ilegales ,las amenazas a la infraestructura por parte de

32
grupos delictivos, y la falta de alumbrado público en el 50% de la ciudad. Existen
aproximadamente 1,500 conexiones ilegales.
El alumbrado público cubre el 50% de la ciudad, principalmente en el casco histórico. En
algunos sectores existe la red, sin embargo, no se presta el servicio debido a destrucción
de la infraestructura por parte de grupos delictivos, así como por la falta de cultura de
pago de algunos pobladores, lo que no permite recuperar la inversión.
El servicio de la zona rural es cubierto en un 80%, principalmente en las zonas
productivas, por ejemplo al norte del municipio, dada la importancia económica de
Malacatoya, la energía eléctrica cubre la totalidad. El servicio de alumbrado público existe
en algunas comunidades como Malacatoya, El Paso, La Laguna, Las Prusias, San
Antonio Tepeyac, etc.
El principal problema es la falta de cultura de pago, las conexiones ilegales, las amenazas
a la infraestructura por parte de grupos delictivos, y la falta de alumbrado público en el
50% de la ciudad.
Red vial y servicios de transporte
El Municipio cuenta con dos accesos principales de comunicación, por el centro - oeste, la
carretera que viene de Masaya y Managua. Por el Sur la carretera que comunica con
Nandaime, Rivas. Al Norte se encuentra el acceso desde Tecolostote (Boaco) pasando
por Malacatoya. La carretera Granada - Nandaime se enlaza con una importante vía de
acceso de carácter internacional, donde circulan vehículos de carga y pasajeros
procedentes de Costa Rica y Panamá.
El Municipio cuenta con 131 Km de red vial en sus diferentes categorías, de estos
solamente 17 Km son pavimentados, correspondiendo a las carreteras principales de
acceso. La Red vial Urbana está compuesta de 120 Km de vías, de estos unos 20 Km
corresponde a la red vial principal. El Municipio cuenta con vías de acceso interno (red
vial urbana) de 122.8 Km de los cuales 42.40 Km están pavimentadas y en regular
estado.
Actualmente en el municipio no existe una terminal de buses diseñada para este fin. A
nivel urbano existen 19 unidades de buses y Microbuses, con una frecuencia de 20
minutos las cuales realizan 47 viajes. A nivel rural se cuenta con 13 unidades. El número
de unidades interurbanas son 88 de las cuales la mitad viaja hacia el sur del municipio,
estas realizan 150 viajes, las otras 44 unidades viajan hacia Masaya y Managua y realizan
132 viajes por día. En total las unidades de transporte, urbano, rural, e interurbano suman
120 unidades para atender un total de aproximadamente 11,760 pasajeros.
La posición geográfica del municipio ofrece ventajas para el fácil acceso comercial por
tierra también existe potencial de comunicación con el mar a través del Lago.

33
Generación, recolección y tratamiento de desechos sólidos
El municipio cuenta con servicio de recolección de basura en el área urbana, éste servicio
es prestado por la Alcaldía a través de empresas particulares con una periodicidad de 3
veces por semana. Se cuenta con un sitio de disposición final de basura conocido como
La Joya, el cual se localiza a 4 Km del cementerio, sobre la carretera a Nandaime. En el
área rural no existe un sistema de disposición final para los desechos sólidos, por lo que
la población tiene el inadecuado habito de quemar o enterrar estos desechos.
Cementerio
En la zona urbana del municipio existe un cementerio, el cual es administrado por la
Alcaldía. Este cementerio tiene un área de Terreno de 153,600 m
2
de las cuales están
ocupadas 88,600 m
2
con 2,800 fosas.
Mercado
El municipio de Granada cuenta con un mercado cuya construcción es de carácter
neoclásico construido en 1,892 con una extensión de 9,545 m
2
y un área construida de
4,850 m
2
. En la actualidad tiene capacidad para aproximadamente 284 tramos, sin
embargo, existen fuera del diseño establecido 141 tramos. En las afueras del mercado se
han establecidos 651 vendedores ocupando áreas y calles cercanas al inmueble. Fuera
de las instalaciones se calcula un total del 60%. En total existen 1,076 tramos
comerciales.
La Problemática de este servicio es el mal funcionamiento, deterioro de las instalaciones
físicas, en especial las instalaciones eléctricas, drenaje sanitario y paredes. Desorden y
congestión vial en el entorno de las edificaciones del mercado.
Rastro Municipal
El municipio cuenta con un Rastro o Matadero que fue construido en 1,995 en el reparto
San Ignacio, posee todas las instalaciones necesarias para un buen funcionamiento.
ACTIVIDADES ECONÓMICAS
Sectores Económicos predominantes
Los principales sectores económicos son los siguientes:
Sector Primario: la Agricultura y la Ganadería es la tercera actividad económica
de importancia. Destaca el cultivo del arroz.

34
Sector Secundario: El 18% de la Población Económicamente Activa se dedica a
las actividades relacionadas a la industria textil, mueble, panadería, papel, jalea,
etc.
Sector Terciario: En este sector se concentra la mayor actividad económica. Otro
de los recursos de importancia en el Municipio de Granada es el Turismo que se
encuentra en desarrollo.
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El municipio tiene características físico-naturales aprovechables, se encuentra a 47 km de
Managua, posee tierras con potencial agropecuario, posee recursos con potencial turístico
escénico y activo.
Las principales afectaciones del Municipio son producto del mal manejo de los recursos
naturales. En el área rural los principales problemas son despale a orilla de ríos y lagunas,
contaminación de suelos y ríos por insecticidas y fertilizantes. El proceso de contaminación
que sufre el Lago Nicaragua, también conocido come Lago Cocibolca, principalmente por
la descarga de aguas provenientes del Lago Xolotlan "ya contaminado", es uno de los
problemas de mayor trascendencia a nivel regional y nacional. La distancia mas corta
entre el tramo y la costa del Lago es de aproximadamente seiscientos (600) metros. Sin
embargo, se restringirán actividades de disposición des deshechos de construcción
próximo al lago, dado su importancia.
En el área Urbana la poca cobertura del drenaje sanitario provoca contaminación en
arroyos, de igual manera la basura que allí se deposita y residuos industriales van a
descargar al lago aumentando sus niveles de contaminación. La infiltración de lixiviados en
el subsuelo, producto de la descomposición de desechos sólidos del basurero "La Joya",
amenazan contaminar el principal acuífero utilizado como principal fuente de agua potable
del área urbana.
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En el marco de la participación y concertación social para la implementación de proyectos
de infraestructura vial, a fin de informar y de involucrar a la comunidad, se realizó un
proceso de consulta ciudadana con los diferentes actores sociales y económicos
presentes en el Municipio de Granada, Departamento de Granada. Esto con el objetivo de
facilitar los elementos que permitan fortalecer y generar la capacidad de incidencia de la
población en el desarrollo de la obra.
La consulta ciudadana se llevó a cabo en dos momentos:

35
Primer Momento
Se realizó el día 10 de Septiembre de 2011, un Taller de Convalidación Municipal en el
cual se presentaron los resultados de la Valoración Ambiental del Proyecto de
Mejoramiento del Tramo de Camino Granada-Malacatoya (10 Kilómetros), a Autoridades
Municipales, Pobladores Locales, Miembros del Gabinete del Poder Ciudadano y Líderes
Comunitarios. En término generales, los participantes expresaron sus expectativas sobre
el proyecto, manifestando su deseo a que se haga realidad porque traerá grandes
beneficios socioeconómicos a los residentes del municipio, contribuyendo a la reducción
de la pobreza local.
Cabe destacar que el Gerente Municipal de la Alcaldía Municipal de Granada Ing. Alonso
Cano Torres, señaló el interés de la Municipalidad por apoyar el desarrollo de la Obra, ya
que ha sido esperada por mucho tiempo por los pobladores por las condiciones actuales
del camino, concluyendo que están satisfechos con los resultados del Estudio. (Se
adjunta ACTA de la presentación).
Segundo Momento:
Se consultó nuevamente con la Población, la Valoración
Ambiental, realizándose entrevistas el 17 de Noviembre/2012.
Entrevistas.
Se realizaron entrevistas con los pobladores residentes aledaños a la vía, manifestando
tener conocimiento de este proyecto, (han oído hablar sobre la rehabilitación del camino),
se tiene una percepción positiva, destacando las siguientes bondades o beneficios:
"Facilidad y rapidez en el transporte",
"Mejor acceso a las escuelas y centros de enseñanza"
"Los caminos se vuelven intransitables por el lodo"
"Corrientes de agua y crecida de los ríos, dificultando el desarrollo de las actividades
educativas y laborales".
"Favorece el acceso a los Servicios de Salud ya que “También ayudaría en el traslado
de enfermos hacia los puestos o Centro de Salud",
"Mejores condiciones para la venta de los productos"
"El mal estado de la carretera en época de lluvia, las Comunidades quedan aisladas".
"Con la contratación de mano de obra en las comunidades donde pasa el Proyecto,
tenemos mayor ingreso y se benefician nuestras familias".
"La situación del camino impide la adecuada atención a la problemática de Seguridad
Ciudadana. En este sentido, el proyecto facilitará mantener programas de prevención
del delito".

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7. IMPACTOS AMBIENTALES Y SOCIALES DEL

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PROYECTO
7.1 INTRODUCCIÓN
Tomando como base la información recopilada para el proyecto, se identificaron y
valoraron los impactos ambientales positivos y negativos que podrían ser generados
durante las diferentes etapas del proyecto de adoquinado del tramo Granada -
Malacatoya.
Los impactos ambientales y sociales producidos por las diferentes actividades definidas
para el proyecto, se catalogan según su incidencia al medio y se consideran los factores
ambientales que podrían ser afectados, tales como: geomorfología, suelos, agua, clima,
amenazas naturales, paisaje, vegetación, fauna, población, equipamiento social,
economía, usos del suelo, y afecciones a la población.
7
7
.
.
2
2 IMPACTOS AMBIENTALES POTENCIALES
Cabe destacar que el proyecto generará igualmente algunos impactos positivos muy
relevantes, tales como:
Durante la construcción: Generación temporal de empleo para la población del
área de influencia que a su vez implica una elevación temporal del ingreso para las
familias de la zona. Este impacto positivo se potencia mediante la implementación
de los MCA por el uso intensivo de mano de obra local, originándose al mismo
tiempo un impacto indirecto para aquellas personas contratadas cuyo empleo se
origina de las necesidades de alimentación, hospedaje, recreación y otros
servicios personales de los trabajadores.
La generación del tráfico promueve la creación de infraestructura de servicios a lo
largo de la vía y, especialmente, en los núcleos urbanos rompiendo el círculo
vicioso de la migración del municipio.
Reducción de los costos de transporte de los pobladores y de la producción de la
zona.
El desarrollo de la producción de frutas y hortalizas en la zona, conforme a su
potencial.
Mejor acceso a los servicios de salud y aumento en la expectativa de vida.
Facilidad de traslado hacia los centros de educación que por su jerarquía se
encuentran en los núcleos urbanos mayores: secundaria en el casco urbano y
educación superior en Managua.
Las obras de drenaje menor permitirán un mejor manejo de las aguas durante las
crecidas; y sus obras de protección (zampeados, disipadores de energía)
reducirán la erosión de los suelos de las riberas.
La ejecución del Plan, requiere de la participación de diferentes sectores entre ellos: el
Gobierno Municipal, Instituciones de Gobierno presentes en la zona, MCA y Contratista,
los cuales jugarán un papel preponderante en cuanto al mantenimiento de la vía y al

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control de los Dispositivos sobre, uso de recursos naturales, manejo de desechos y
derecho de vía.
Los impactos se identifican de acuerdo a las etapas que conforman el desarrollo del
proyecto, siendo estas la etapa de diseño, construcción y la etapa de operación y
mantenimiento considerándose dentro de esta etapa el monitoreo.
Etapa de Diseño y Factibilidad
Durante esta etapa, el trabajo se resume en estudios, trabajos de campo puntuales y
trabajo de oficina, por lo que no se espera que se produzcan impactos negativos,
relacionados al medio ambiente físico y biológico.
La etapa de factibilidad y pre-construcción contiene exclusivamente dos actividades: 1) el
diseño del proyecto y 2) la evaluación y predicción de las afectaciones, para las cuales se
definen los posibles impactos y se presentan una serie de medidas de mitigación con el
fin de minimizar aquellos que resulten adversos. Se considera que por sí mismos, no
tienen repercusiones en el medio ambiente, puesto que son trabajos de gabinete.
Etapa de Construcción
El tramo Granada – Malacatoya se ejecutará sobre el trazo existente, el diseño no
contempla cambios que requieran la ampliación del derecho de vía actual, pues este es
suficientemente amplio.
Las actividades de la etapa de construcción son las siguientes:
Movimiento de equipos
Limpieza del derecho de vía.
Excavación, cortes o rellenos.
Explotación de bancos de materiales.
Movimientos de tierra.
Desvíos provisionales y obras complementarias.
Remoción y disposición de material desechable.
Limpieza de drenaje menor.
Señalización vial.
A continuación se describen los impactos esperados durante cada una de las actividades
de esta etapa.
Movimiento de equipos
Los proyectos de Adoquinado, ejecutados a través de los Subcontratistas de los MCA no
disponen de tanto equipo en el sitio (por ser proyectos de longitudes moderadas) como
para hacer necesario la construcción de campamentos .
Los impactos esperados por el movimiento de equipos son los siguientes:
Ahuyentamiento de fauna.
Generación de polvo y gases por el paso de maquinaria.
Accidentes laborales.

38
Limpieza del derecho de via
Los impactos potenciales por la actividad se caracterizan principalmente por efectos
directos al suelo. No obstante, en el caso del tramo Granada – Malacatoya, la perdida de
cobertura vegetal no será significativa ya que se está interviniendo una vía ya existente.
Excavación, cortes o rellenos
De no considerar las medidas pertinentes, los impactos potenciales asociados a esta
actividad son:
Polvo, ruido.
Accidentes laborales por falta de señalización.
Esta actividad se realizara dentro del derecho de vía lo que implica que el constructor
tiene la mayor responsabilidad en tomar en cuenta las medidas respectivas, mismas que
han sido incluidas en el PGA.
Explotación de banco de materiales
La explotación de estos bancos de materiales contempla lo siguiente; extracción de las
cantidades de material requeridas en la obra, transporte del mismo, descapote de todo
material superficial (eliminación de vegetación sean estos matorral o arbustos) así como
de la capa superficial de suelo, dependiendo de su ubicación con respecto a la obra
implicaría apertura de accesos o mejoramiento de los existentes.
Los impactos que pudieran generarse de esta actividad son:
Erosión al dejarse taludes inestables durante el aprovechamiento.
Formación de oquedades y acumulación aguas pluvial, proliferación de mosquitos
que ocasionan enfermedades a la población.
Generación de ruido.
Movimiento de tierra
Este conjunto de actividades implica la acumulación y reubicación de todo el material
desde los puntos de corte a los puntos de relleno. La actividad también está relacionada
al transporte de material para la conformación de la superficie del camino, el cual deberá
ser obtenido de los Bancos de materiales de préstamo. En este conjunto de actividades
también se incluye:
Excavación y nivelación para remoción o incorporación de material para llegar a la
cota cero, punto desde el cual se construirá el adoquinado.
Cortes y terraplenes, incluye las excavaciones realizada a cielo abierto en terreno
natural, en ampliaciones y/o abatimiento de taludes, en escalones, en cunetas,
etc., con el objeto de preparar y/o formar la sección de la terracería.
Excavaciones cortes en laderas requeridas para el mejoramiento de la vía. Para la
conformación de los terraplenes, se reutilizará material proveniente de los cortes y
material de bancos de préstamo.

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El movimiento de tierra, también incluye, el tendido de los taludes y la elevación de la sub-
rasante en terraplenes existentes; así como el relleno de excavaciones adicionales abajo
de la sub-rasante en cortes.
Los impactos que pudieran generarse de esta actividad son:
Generación de residuos sólidos.
Aumento en la erosión.
Contaminación del aire por la operación de maquinaria de construcción.
Riesgos de accidentes.
Desvíos provisionales y obras complementarias.
El proyecto contempla la ubicación de desvíos provisionales y otras obras
complementarias, durante la ejecución de las obras, esto con el objetivo de mantener el
tráfico normal en el camino sin retrasar las actividades constructivas. Esta actividad se
realizara dentro del derecho de vía.
Los impactos que pudieran generarse de esta actividad son:
Erosión del suelo por los cambios en el uso de suelo.
Afectación al hábitat de la fauna existente en el área.
Generación de ruido y polvo.
Malestar a pobladores aledaños por la alteración del paso habitual en el camino
por la ejecución de obras.
Remoción y disposición de material de desecho
Producto del movimiento y deposición temporal de material para relleno, se espera la
generación de material sobrante, el cual debe de ser depositado en botaderos para su
manejo.
Los impactos que pudieran ser generados de esta actividad son:
Alteración del drenaje superficial.
Contaminación del aire por paso de maquinaria.
Alteración del paisaje.
Limpieza de drenaje menor
Esta actividad contempla las excavaciones la limpieza de las alcantarillas existentes a lo
largo del camino, necesarias para la circulación de aguas superficiales.
Los impactos negativos esperados son:
Modificación de los cauces naturales.
Desvío e interferencia temporal del flujo de cuerpos de agua.
Señalización vial.
El proyecto contempla la colocación de señalización vertical a lo largo del camino, en
sitios donde se realicen actividades constructivas, donde se ubiquen desvíos
provisionales y en los sitios de aprovechamiento de materiales.

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El objetivo de colocar la señalización es garantizar la seguridad de los trabajadores y
habitantes de la zona donde se las obras. Los impactos que pudieran generarse de esta
actividad son:
Alteración temporal del paisaje por mala ubicación de la señalización.
Etapa de Operación y Mantenimiento
La mayor parte de los impactos generados en esta etapa son de carácter positivo y están
dados por reducción en el tiempo de traslado o movilización de la población beneficiada, y
acceso seguro para la comercialización de productos agropecuarios de la zona.
Los impactos negativos que pudieran ser generados son:
Generación de desechos sólidos a lo largo del camino por el aumento del tráfico.
Generación de ruido por el aumento del tráfico en la zona.
Alteración de la calidad del aire por el aumento del volumen del tráfico.
Depredación de la fauna por los trabajadores.
Incremento de los accidentes de tránsito.

41
7.3 IDENTIFICACIÓN DE POSIBLES IMPACTOS SOCIALES
Impactos en la Etapa de Construcción
En las diferentes etapas del proyecto se generarán impactos, en el caso de la etapa de
construcción, los posibles impactos sociales identificados se describen a continuación:
TABLA Nº7.1
POSIBLES IMPACTOS SOCIALES EN LA ETAPA DE CONSTRUCCIÓN.
Daños a los Accesos
El incremento en el tránsito de vehículos y animales de carga, durante
todas las etapas del proyecto, principalmente en las vías destapadas
sin afirmado, durante la etapa de construcción, puede generar
alteraciones en el desarrollo normal de las actividades cotidianas
propias de los habitantes de la región y crearle dificultades en el
acceso a sus viviendas o fincas agrícolas.
Se considera que es en el período de construcción donde están los mayores impactos
negativos, una vez finalizados el momento de la construcción de la obra, varios de las
molestias a las comunidades cesarán. Los impactos a la parte social cesarán en su
mayoría.
Posibles Impactos
Descripción de Impactos en Período de Construcción
Generación Temporal
de Empleo
Es el requerimiento de mano de obra temporal en la construcción y
operación del proyecto. Generalmente es un impacto positivo porque
disminuye transitoriamente el índice de desempleo, mejorando la
economía local.
Polvo y Ruido.
Dependiendo de las condiciones locales y la cercanía de casas y
comunidades, el polvo y el ruido podrán ser perjudiciales para la salud
humana durante la etapa de construcción. La salud de los trabajadores
de la construcción y mantenimiento del camino también podrá verse
adversamente afectada por el ruido y el polvo que se genera.
Propagación de
Enfermedades
El mejoramiento de las condiciones del camino incrementa la afluencia
de personas tanto nacionales como extranjeras al mejorar la vía de
comunicación entre las poblaciones rurales y urbanas. Esto representa
un potencial peligro para el aumento de la exposición a enfermedades
de transmisión sexual (incluyendo el SIDA) y otras enfermedades tales
como la tuberculosis.
Peligros Asociados
con los Trabajos en
Carreteras.
La operación de maquinaria destinada a la construcción del camino, si
no es manipulada de forma adecuada, se constituye en una amenaza
real para la seguridad tanto de los pobladores, como de los
trabajadores, durante las etapas de construcción y mantenimiento de la
carretera. Adicionalmente, la falta de buena planeación en la creación
de depósitos de almacenamiento de materiales y bancos de materiales
podrán representar amenazas para la integridad física de los mismos,
tales como sufrir lesiones o la muerte.

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Impactos en Período Posterior a la Construcción
En el momento posterior a la construcción se generaran los posibles impactos que se
describen a continuación:
TABLA Nº 7.2.
POSIBLES IMPACTOS SOCIALES EN PERIODO POSTERIOR A ETAPA DE CONSTRUCCIÓN.
Posibles Impactos
Descripción de Impactos en Períodos de Implementación
Aspecto Paisajístico
La construcción de la carretera contribuirá de forma positiva con el
paisaje, siempre y cuando se mantenga limpia, y se evite la
proliferación basura.
Generación de
Expectativas
Aún desde antes de la construcción de la carretera ya se han
generado esperanzas diversas en el sector, referidas a la adquisición
de servidumbre, a la contratación de mano de obra, a los impactos del
proyecto y a los posibles beneficios o riesgos que les pueda traer.
Cambio de la Cultura
Local y la Sociedad
El mejoramiento del camino sin duda elevará el nivel personal de
vida. El acceso a oportunidades de educación y a servicios básicos,
incluyendo el cuidado de la salud, serán aspectos muy importantes
para la población beneficiada.
La construcción y el mantenimiento de la carretera podrán también
proporcionar ingresos a obreros agrícolas, campesinos y comunitarios
en general como resultado del incremento de la actividad económica
de la zona. Sin embargo, es importante resaltar que en ciertas
circunstancias, se tendrá el potencial de competir con la mano de obra
de los proyectos agrícolas y pecuarios vecinos.

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8. PLAN DE MANEJO AMBIENTAL
El Plan de Manejo Ambiental y Social es el instrumento que describe las medidas de
mitigación y monitoreo, así como los arreglos durante la implementación del proyecto,
para eliminar impactos adversos, compensar o reducirlos a niveles aceptables. Es un
instrumento básico de gestión ambiental, que deberá permitir un seguimiento eficiente de
la evolución del medio ambiente que interactúa con el proyecto, específicamente en
cuanto a la calidad de los componentes del medio que han sido determinados en el
presente estudio ambiental.
En el Plan se desarrollan las medidas de manejo ambiental y social necesarias para
prevenir, mitigar, controlar, proteger o compensar los posibles impactos que se deriven de
las actividades del
Proyecto de Mejoramiento del camino Granada – Malacatoya.
Este
Plan debe ser considerado como una guía para la planificación del manejo y monitoreo de
las acciones del proyecto, considerando que el proceso constructivo estará sujeto a
modificaciones de acuerdo al desarrollo de actividades de obras.
El Plan se establece a partir del análisis efectuado en la evaluación ambiental, tomando
como punto de partida la descripción técnica del proyecto, el reconocimiento de las
características del área de influencia descritas en la Línea Base Ambiental y la
identificación de los posibles impactos sociales y ambientales del proyecto.
La ejecución del Plan, requiere de la participación de diferentes sectores a los cuales sirve
la carretera, no solo en lo que respecta al uso como vía de transporte, sino también a los
aspectos indirectos que abarca los siguientes ámbitos: agricultura, turismo, industria,
comercio y fundamentalmente a la protección del medio natural. La participación de los
Gobiernos Municipales, Instituciones de Gobierno presentes en la zona, el Ministerio de
Transporte e Infraestructura, los cuales jugarán un papel preponderante en cuanto al
mantenimiento de la vía y al control de los dispositivos sobre, uso de recursos naturales,
manejo de desechos y derecho de vía.
8.1 OBJETIVOS DEL PLAN DE MANEJO
Este Plan de Gestión Ambiental contiene un conjunto estructurado de medidas que tienen
como objetivo prevenir, mitigar, corregir o compensar los impactos ambientales y sociales
negativos del proyecto, así como fortalecer los positivos, que pudieran derivarse como
consecuencia de las actividades de construcción y operación del presente proyecto.
A través del PGA se define la responsabilidad en la ejecución, supervisión y monitoreo de
las medidas de mitigación, protección y control, considerando al mismo tiempo su costo
en los alcances de obras del proyecto.
El PGA constituye un documento legal de responsabilidad ambiental que debe ser
seguido en todo momento por los ejecutores de las obras.

44
8.2 RESPONSABILIDADES
Tal y como se describió con anterioridad, en este proyecto de adoquinado se da la
participación de un elevado número de actores, cada uno de los cuales tiene una serie de
responsabilidades que quedan definidas en este Plan de Gestión Ambiental, y se detallan
a continuación:
Para las actividades de movimientos de tierra, cortes, explotación de bancos de
materiales y preparación de la superficie de rodamiento, se va a contar con un
contratista que será una Empresa Constructora Nacional Privada. El contratista
tiene la obligación de ejecutar todas las medidas de mitigación y planes de manejo
que le corresponda, tal y como se detalla más abajo.
Para las actividades de colocación de los adoquines sobre la superficie de
rodamiento terminada se contara con la estructura del MCA. El MCA también tiene
que cumplir con medidas de mitigación y planes de manejo detallados a
continuación.
La Municipalidad en la que se desarrolla el proyecto va a contratar una supervisión
ambiental de los trabajos. Este supervisor está encargado de vigilar el cumplimiento
de las medidas de mitigación y de los planes de manejo. En este PGA se le da el
nombre de supervisión.
Por último, la Unidad de Gestión Ambiental del Ministerio de Transporte e
Infraestructura realizará tareas de coordinación, visitas periódicas, revisión de la
obtención de los permisos, cumplimiento de la legislación vigente y seguimiento de
las políticas de salvaguarda del Banco Mundial.
8.3 MEDIDAS DE MITIGACIÓN
Se encuentran diversos momentos para aplicar medidas de mitigación: durante las
acciones previas al inicio de la obra; durante el periodo de construcción; y durante la fase
de operación.
Las distintas medidas de mitigación se han agrupado, para su facilidad de comprensión,
en planes de manejo. Los planes que aplican a este proyecto de adoquinado son: de
movimiento de tierras, de manejo de residuos, de contingencia, de abandono, de
circulación, de seguridad, de vigilancia epidemiológica.

45
TABLA 8.1
MEDIDAS DE MITIGACIÓN
MOMENTO DEL
PROYECTO
PLAN
RESPONSABLE DE
LA EJECUCIÓN
RESPONSABLE
DE
SUPERVISIÓN
Construcción
Plan de Educación
Vial-Ambiental-Salud/
Taller Vial-Ambiental
MCA, Administrador
de Proyecto del MTI
en Coordinación con
la UGA-MTI
UGA-MTI
Plan de Educación
Vial-Ambiental-Salud/
Taller Higiene y
Seguridad laboral
MCA, Administrador
de Proyecto del MTI
en Coordinación con
la UGA-MTI
UGA-MTI
Plan de movimiento
de tierras
Contratista
MCA
UGA-MTI
Plan de seguridad
laboral
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de señalización
vial
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de manejo de
residuos
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de manejo de
fuentes de agua
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de protección
del patrimonio físico
cultural
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de
contingencias
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de manejo
banco de materiales
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI

46
MOMENTO DEL
PROYECTO
PLAN
RESPONSABLE DE
LA EJECUCIÓN
RESPONSABLE
DE
SUPERVISIÓN
Construcción / post
Construcción
Plan de siembra y
engramado
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA- MTI/
Unidad Ambiental
Municipal (UAM)
Construcción / post
Construcción
Plan de monitoreo
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI/UAM
}Previo /
Construcción/ post
Construcción
Plan de
comunicación y
participación
MCA, Administrador
de Proyecto del MTI
en Coordinación con
la UGA-MTI
UGA-MTI/UAM
Al final de la
construcción
Plan de cierre y
abandono
MCA, Administrador
de Proyecto del MTI
en Coordinación con
la UGA-MTI
UGA-MTI/UAM/
MARENA
8.4 PLAN DE EDUCACIÓN VIAL-AMBIENTAL-SALUD
La Educación Vial – Ambiental - Salud, es un elemento importante para garantizar mayor
seguridad ciudadana y permite prevenir y reducir el grado de accidentalidad en la
población en general y en particular en el segmento de escolares que concurren a los
diferentes centros educativos funcionando cercanos a la vía. Así mismo, se garantiza el
cumplimiento de las medidas ambientales para el proyecto.
P
P
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La UGA, en coordinación con el contratista y la Policía Nacional, coordinará la
organización de dos (2) talleres de Educación Vial- Ambiental. Esta capacitación es un
elemento fundamental para garantizar mayor seguridad ciudadana, dotando también de
conocimientos sobre el Medio Ambiente, enfatizando en el uso del recurso agua, de la
basura, y cambio climático. Estará dirigido a docentes, personal técnico del MINED,
padres de familia, alumnos y líderes comunales de las escuelas que se ubican en el
tramo en construcción.
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La UGA, en coordinación con el contratista y el MCA, ejecutarán dos (2) Talleres de
Higiene y Seguridad Ocupacional, y de Salud dirigido específicamente a los operarios de

47
máquinas, personal de mantenimiento de equipos y almacenamiento de productos
tóxicos.
El objetivo de esta capacitación es informar y educar a los recursos humanos para
garantizar la práctica de medidas que protejan y aseguren un correcto desempeñó de las
actividades propias del área del sector de la construcción de la infraestructura Vial.
También se dictarán Charlas sobre las Enfermedades de Transmisión Sexual a fin de
informar a los trabajadores como puede prevenir el contagio de estas enfermedades.
El contenido que se ofrecerá en los Talleres será responsabilidad del personal técnico del
Ministerio del Trabajo de la Dirección de Higiene y Seguridad Ocupacional, con idoneidad
en la materia.
Las Coordinaciones serán realizadas por la Unidad de Gestión Ambiental del MTI, para la
organización y ejecución del referido evento.
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Con el Objetivo de prevenir la incidencia de patologías con los pobladores que residen
aledaña a la vía, provocadas por generación de polvo, emanaciones de gases, desechos
sólidos, acumulados por las actividades operativas del Proyecto y del consumo de
productos alimenticios generados por las personas, es necesario la coordinación con el
Ministerio de Salud (MINSA), la cual tiene dentro de sus programas los Planes
Contingentes en la prevención de Enfermedades Diarreicas Agudas (EDAS), Infecciones
Respiratorias Agudas (IRAS) y Manipulación de Alimentos el contenido, actividades y
recursos humanos propias de estos Planes, los posee el MINSA, los ejecuta al inicio de
las estaciones del año seca y lluviosa o cuando sean necesarios.
Durante la ejecución de este Estudio, se establecieron estas Coordinaciones, quedando
pendiente el seguimiento por parte de las Autoridades del MTI, para la organización,
apoyo y desarrollo de dichos Planes y circunscribirla al área de influencia directa del
Proyecto.
8.5 PLAN DE COMUNICACIÓN Y PARTICIPACIÓN
A través de este plan se intenta remediar y mitigar los aspectos negativos que podría
sufrir la población afectada por el proyecto, ya sea por la alteración de sus costumbres,
actividades económicas, cultura, incremento en los niveles de ruido y accidentes, etc.
La participación de la población en la rehabilitación del camino es importante para
garantizar el éxito del proyecto. Es importante, en este sentido recordar el derecho de los
ciudadanos a participar de forma activa en los ámbitos político, social, económico y

48
cultural, derecho consignado tanto en la Carta Magna de la República de Nicaragua,
como en la Ley de Participación Ciudadana.
La participación de la población, es un elemento que contribuye a viabilidad del proyecto y
a mejorar los beneficios recibidos por las comunidades afectadas. De esta forma se
garantiza que los beneficiados o afectados por el proyecto reciban el trato adecuado y
justo. En la tabla siguiente, se presenta una descripción de las actividades a desarrollarse
durante este proyecto.
TABLA NO.8.2
DESCRIPCIÓN DE ACTIVIDADES PARA IMPULSAR LA PARTICIPACIÓN CIUDADANA
Etapa del
Proyecto
Actividades
a Desarrollar
Temas de Reunión
Involucrados
Responsables
Pre-
Construcción
Reunión
inicial
Aspectos generales del
proyecto.
Impactos socio
ambientales esperados
durante la construcción del
mismo.
Necesidad de contratación
de personal local.
Alcaldía Municipal,
Lideres comarcales.
MTI
Propaganda
Informativa
del Proyecto
Información general del
proyecto.
Habitantes de las
comunidades en el área
de influencia directa del
proyecto.
Contratista
Construcción
Reuniones
comarcales
Información sobre las
actividades a desarrollarse
en el tramo
correspondiente.
Alcaldía Municipal,
Lideres comarcales,
Población en el área de
influencia directa del
proyecto.
MTI/
Contratista
Clausura y
Operación
Ceremonia
de entrega
Presentación a la
comunidad de todas las
actividades realizadas para
minimizar impactos
ambientales y los
resultados de estos en el
proyecto.
Líderes y habitantes de
las Comarcas y
Comunidades en el área
de influencia directa del
proyecto; Alcaldía
Municipal y ONG’s de la
zona.
MTI/
Contratista
Dentro del Plan de Comunicación se establecerá un mecanismo de atención de quejas,
comentarios, sugerencias, y atención de conflictos:
MECANISMOS DE ATENCIÓN DE QUEJAS, RECLAMOS DE LA COMUNIDAD
Y RESOLUCIÓN DE CONFLICTO.
El Ministerio de Transporte e Infraestructura, ha establecido una estrategia como
mecanismo de instancia, para que los Pobladores sean escuchados en sus reclamos,
queja, problemas y observaciones que tengan derivados de la ejecución del proyecto.

49
Este mecanismo de atención, funcionará entre el Administrador del Proyecto por la UCP-
BM-MTI, Representante Legal del MCA, Alcaldía Municipal, y la UGA-MTI si el caso lo
amerita, permitiendo que la Estrategia de atención sea de carácter eminentemente
funcional, orientada a brindar una respuesta expedita a la Población.
Objetivos.
Recepcionar y brindar soluciones a las quejas, problemas y observaciones planteadas por
la Población, de forma ágil, oportuna y adecuada a sus inquietudes.
Procedimiento.
A continuación se describen los procedimientos a seguir para la recepción de reclamos,
quejas, problemas y/o sugerencias:
El poblador llega a la Oficina del MCA del Proyecto, ubicado en la Oficina de la
Alcaldía Municipal a depositar por escrito la queja, reclamo, problemas o
sugerencia.
El Administrador de Proyecto Vial del MTI le llena al Poblador el formato de quejas
correspondiente. (Ver Anexo Ficha de Queja/Reclamo).
Se recibe la queja y se anotará en el Libro de atención de quejas, reclamos y/o
sugerencias de la comunidad.
Las quejas y reclamos son entregadas al Administrador de proyectos de la
UCP/BM-MTI para su atención inmediata. El mismo se apoyará en el Representante
Legal del MCA, Alcaldía Municipal, y la UGA-MTI.
Se revisa la queja o reclamo y se le brinda atención inmediata.
La respuesta se realiza por escrito al poblador.
El Representante Legal del MCA incluirá en su informe mensual un resumen de
quejas, sugerencia y atención brindadas a las mismas.
Este mecanismo se le dará a conocer a la comunidad afectada en las asambleas que se
desarrollarán, contando con el apoyo de los especialistas que intervienen en el proyecto.
En el Anexo se presenta la ficha que se utilizara para la recopilación de quejas,
comentarios y sugerencias.
8.6 PLAN DE SIEMBRA Y ENGRAMADOS
Las actividades de revegetación con especies nativas presentan beneficios que se
reflejan principalmente en la conservación de suelos, disminución de la escorrentía,
aumento de la infiltración de agua de lluvia favoreciendo a las demás plantas a disponer
de agua durante más tiempo.
Cabe destacar que debido a que el proyecto se desarrolla sobre un derecho de vía ya
existente, por lo cual no habrá impactos significativos a la cobertura vegetal, no hubo
necesidad de realizar un inventario forestal. No obstante, se pretende a través de este
Plan de Siembra y Engramado, contribuir a mejorar las condiciones de degradación en
que se encuentra la micro-cuenca hidrográfica donde se ubica el proyecto, al mismo
tiempo, las actividades a realizarse dentro de este Plan se constituyen en “obras y/o

50
medidas de Adaptación al cambio climático”, las cuales aportan a la sostenibilidad de la
inversión. A través de la revegetación, se dará mantenimiento a la cobertura boscosa,
garantizando la estabilidad de los taludes y reduciendo el riesgo de deslizamientos
violentos.
Los por menores del Plan de Siembra y engramado se describen a continuación, en la
cual se presenta: definición de las especies, tamaños, distancias de siembra, criterios de
verificación, propuesta de lugares para la siembra y el responsable de aplicar la medida.
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Sembrar
5,000 árboles
con el fin de contribuir a mejorar las condiciones de
degradación en que se encuentra la micro-cuenca hidrográfica donde se ubica el
proyecto.
Dar mantenimiento a la cobertura boscosa, garantizando la estabilidad de los
taludes y reduciendo el riesgo de deslizamientos violentos.
Contribuir a crear conciencia de la protección del medio biótico de importancia y
de las especies existentes dentro del área de influencia directa del proyecto.
Definir las cantidades de cercas vivas a plantar por la implementación del proyecto
de camino rural.
Identificar los posibles sitios en donde se siembra la grama por medio de
estolones.
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Para la implementación del plan se desarrollarán las siguientes actividades:
-
Selección de lugares específicos donde se van a hacer las siembras. Se deben
seleccionar lugares de propiedad pública y que beneficien a la comunidad. Los árboles
sembrados serán propiedad del Municipio, quien se encargará de su cuidado y
mantenimiento al finalizar el proyecto. Estos lugares deberán acordarse con el
supervisor y la UGA.
-
Se dará prioridad a la plantación de especies a ambos lados de la vía y fuera del
derecho de vía, para reducir ruidos e impacto visual.
-
Limpieza y preparación del área: Esta actividad comprende chapea del área de manera
que permita mayor facilidad de establecer los árboles, eliminar malezas que puedan
competir con las plantas y facilitar el crecimiento de las mismas.

51
-
Obtención de material vegetativo: Se recomienda que las plántulas se obtengan a
través de MARENA o de INAFOR de la región y de los viveros próximos para evitar
pérdidas en viveros y transporte al proyecto.
-
Siembra: Las plantas serán sembradas con el método de raíz cubierta abriéndose
hoyos de al menos 20 cm de profundidad. La distancia entre plantas será de 6 m. Se
deberá cumplir con lo siguiente:
La planta deberá estar regada recientemente antes de plantarla
Las partes muertas de las raíces dañadas se eliminarán antes de proceder a la
plantación
Una vez colocada la planta en el hoyo se añadirá la cantidad de tierra precisa
para que el cuello de la raíz quede ligeramente enterrado. Se compactará
ligeramente y se realizará el alcorque del tamaño adecuado para recoger la
dosis de riego prevista.
En caso necesario, para evitar que los pies plantados crezcan torcidos y asegurar
la estabilidad, se colocarán tutores de longitud proporcional al tamaño de la
planta, asegurando su correcto anclaje al suelo y que no dañe o estrangule la
planta.
Las plantas de talla pequeña dispondrán de protectores individuales perforados
siempre y cuando pueda existir presencia de ganado o animales pequeños que
puedan dañarlas, o cuando sea necesario proteger a determinadas especies de
la insolación directa.
Una vez acabada la plantación, antes de que transcurran 24 horas, es necesario
realizar un riego generoso de plantación.
La dosis de riego a cada planta será de 5-8 litros de agua por planta.
La alcaldía junto con las comunidades será encargada de las actividades de mantenimiento
de siembras y plantaciones:
-
Mantenimiento: Consistirá en la limpieza de malezas para mantener las plantas
saludables y con buen crecimiento.
-
Replantación y resiembras: sustitución de individuos muertos o enfermos y siembra en
claros de vegetación. Esta operación se realizará en época óptima para plantación.
-
Riego de mantenimiento: se obviará esta labor cuando las condiciones meteorológicas
locales aporten una precipitación suficiente para garantizar la supervivencia de las
siembras y plantaciones. De manera general se aplicarán de 4 a 8 riegos de
mantenimiento al año durante 2 años.
-
Mantenimiento de alcorques: para garantizar que se encuentren siempre en buenas
condiciones para recoger el agua. Se realizará al menos 2 veces al año e
inmediatamente antes de proceder al primer riego de mantenimiento del año.
-
Mantenimiento de tutores y protectores.
-
Podas y desbroces. La poda se realizará sólo en caso necesario.

52
El contratista deberá colocar rótulos acerca de la plantación indicando la finalidad de la
reforestación y el proyecto que la promueve. Así mismo, se colocarán rótulos informativos
sobre las especies que son sembradas y su importancia biológica.
TABLA NO. 8.3
PLAN DE SIEMBRA
UBICACIÓN
TAMAÑO Y
DISTRIBUCION
INDICADORES DE
VERIFICACION
CANTIDADES
Taludes de entrada y
salida
de
las
alcantarillas, taludes de
rellenos y corte.
0.15 a 0.20 m de
distancia entre haz.
Criterios de aplicación:
Metros
lineales
de
grama. (la forma de
pago es m
2
)
Serán
establecidas
una vez realizado el
levantamiento
topográfico
del
camino.
La siembra de plantas
por medio de postes
vivos de cercas vivas
que limitan el derecho
de vía donde serán
sustituidas.
Distancia
entre
postes de 4 metros,
según consta la hoja
de
plano
del
proyecto,
con
diámetro de 0.10 m.
Criterio de aplicación
Metro lineal de cercas
vivas establecidas.
Serán
establecidas
una vez realizado el
levantamiento
topográfico
del
camino,
y
se
determinen cercos de
propiedades privadas
que sean afectadas.
Siembra de plantas de
conformidad con las
especificaciones,
en
tres bolillos en los sitios
desprovistos
de
vegetación,
cauces
reconformados, y zonas
establecidas
por
MARENA-Granada. Con
un distanciamiento entre
plantas de seis metros.
Mayores de 0.30 m
de altura.
Distancia
entre
planta 6.0 m entre
plantas, método tres
bolillos en los sitios
sin vegetación.
Criterio de aplicación:
Número
de
plantas
sembradas.
Número
de
plantas
establecidas
Número
de
plantas
sanas.
Las plantas con plagas
y
enfermedades
se
descartan
desde
el
almacenamiento.
Las
plantas
con
deformaciones o con
alturas menores de 0.30
se rechazan desde el
almacenamiento.
Serán
establecidas
una vez realizado el
levantamiento
topográfico
del
camino,
y
se
determinen cercos de
propiedades privadas
que sean afectadas.

53
8.7 PLAN DE CONTINGENCIAS
El objetivo principal es proporcionar una respuesta inmediata y eficiente ante las posibles
eventualidades e inconvenientes que puedan obstaculizar las actividades del proyecto.
Para lograrlo es necesario un programa de prevención y atención de contingencias, del
cual participen todos los actores relacionados con el proyecto, con el fin de proteger la
salud y vida humana, los recursos naturales y los bienes del proyecto, así como para
evitar retrasos y costos adicionales.
El programa está dirigido principalmente a accidentes de trabajadores, derrames de
productos tóxicos, deterioro de la salud de los trabajadores, derrumbes, incendios y daños
a terceros.
El contratista deberá tener en cuenta lo siguiente:
-
Identificar posibles amenazas durante la ejecución, y definir contingencias
apropiadas para cada eventualidad.
-
Definir una estructura organizacional del personal que estará involucrado en una
respuesta a emergencia.
-
Definir medidas de seguridad para evitar la ocurrencia de contingencias.
-
Establecer claros canales de comunicación con los ejecutores del proyecto.
-
Identificar áreas vulnerables que puedan requerir acción prioritaria en caso de
emergencia.
-
Dar entrenamiento práctico del personal frente a la ocurrencia de emergencias.
-
Localizar de forma clara y permanente el equipo requerido para responder a las
contingencias.
Para la zona se han determinado los siguientes riesgos: Sismología, Inundaciones y
Erupciones volcánicas.
Para dichas amenazas naturales determinadas se procederá a establecer la actuación del
contratista y el personal en caso de acontecer dicha eventualidad. El proceder se
expondrá en la tabla siguiente.
TABLA NO. 8.4
PLANES DE CONTINGENCIA PARA LOS RIESGOS IDENTIFICADOS PARA EL
PROYECTO DE ADOQUINADO.
Riesgo
Etapa
Medida
Responsable
Sismicidad
Antes
Capacitar al personal sobre actuar ante la
ocurrencia de sismos
El contratista
Tenga números de emergencia a mano
El contratista

54
Riesgo
Etapa
Medida
Responsable
Establecer puntos de reunión del personal que se
encuentren alejados de infraestructura vertical y
vegetación.
El contratista
Contar con botiquín de primeros auxilios que
contenga como mínimo linterna, ropa de abrigo e
impermeable, radio de pilas, guantes y botas de
goma, botiquín, mantas y la medicación.
El contratista
Durante
Acudir a los puntos de seguridad establecidos
El contratista
Detener la maquinaria
El contratista
Evitar el pánico y establecer la calma
El contratista
Después
Llamar a autoridades competentes en caso de
ocurrir accidentes
El contratista
Precaución por replicas
El contratista
Evalué daños de infraestructura y maquinarias
El contratista
Inundaciones
Antes
Contar con botiquín de primeros auxilios que
contenga como mínimo linterna, ropa de abrigo e
impermeable, radio de pilas, guantes y botas de
goma, botiquín, mantas y la medicación.
El contratista
Capacitar al personal sobre actuar ante la
ocurrencia de inundaciones
El contratista
Establecer puntos de reunión en zonas altas
El contratista
Tener números de emergencia a mano
El contratista
Durante
Apagar la maquinaria
El contratista
Trasladarse a las zonas de reunión establecidas
El contratista
Evitar entrar en contacto con el agua ya que puede
haber obstáculos que imposibiliten el tránsito o
esta puede estar en contacto con aguas
residuales.
El contratista
Después
Llamar a los teléfonos de emergencia en caso
necesario
El contratista
Escuche los medios de comunicación y siga las
instrucciones de las autoridades y la ruta de
evacuación recomendada
El contratista
Erupciones
volcánicas
Antes
Capacitar al personal sobre el actuar en caso de
ocurrir una erupción volcánica
El contratista
Establecer puntos de reunión en zonas altas y que
se encuentren en dirección contraria a la dirección
del viento.
El contratista
Tener números de emergencia a mano
El contratista
Contar con botiquín de primeros auxilios que
contenga como mínimo linterna, ropa de abrigo e
impermeable, radio de pilas, guantes y botas de
El contratista

55
Riesgo
Etapa
Medida
Responsable
goma, gasas, alcohol, jabón neutro, mantas y
mascarillas.
Durante
Apagar los equipos
El contratista
Erupciones
volcánicas
(cont.)
Trasladarse a las zonas establecidas, las cuales
deben estar bajo techo preferiblemente, si no lo
encuentra, procure respirar a través de una tela
humedecida de agua o vinagre, eso evita el paso
de los gases y el polvo volcánico.
El contratista
En caso de encontrase atrapado
durante la
emisión de cenizas es recomendable enculillarse
y cubrir la cabeza
El contratista
Evitar las áreas bajas donde se pueden depositar
gases venenosos y donde los aluviones pueden
ser de mayor peligro.
El contratista
Proteja sus ojos cerrándolos tanto como sea
posible. Emplee gafas de seguridad.
El contratista
Escuche los medios de comunicación y siga las
instrucciones de las autoridades
El contratista
Emplear ropa que cubra brazos y piernas que
permita protegerlos de cenizas, gases, etc.
El contratista
Después
Llamar a los teléfonos de emergencia en caso
necesario
El contratista
Escuche los medios de comunicación y siga las
instrucciones de las autoridades y la ruta de
evacuación recomendada
El contratista
Alejarse de la ceniza volcánica
El contratista
Mantenga cubierta la piel para evitar irritaciones o
quemaduras
El contratista
Manténgase en sitios de reunión hasta nuevo
aviso
El contratista
8.8 PLAN DE MONITOREO
El Plan de Monitoreo Ambiental ha sido preparado con el fin de prevenir, controlar o
reducir al mínimo los impactos ambientales negativos que pudieran generarse durante el
desarrollo de las distintas actividades del Proyecto de adoquinado.
En lo general, se recomienda el seguimiento de las condiciones ambientales en los sitios
donde se desarrollarán las actividades del proyecto (campamentos, cruces de ríos, sitios
de depósitos de basura etc.). Así mismo, se recomienda la elaboración de informes
mensuales que contengan tanto el grado de avance de las distintas tareas de mitigación
propuestas en el Plan de Manejo Ambiental, así como los resultados del Plan de

56
Monitoreo propuesto y cualquier otra información de interés desde el punto de vista
ambiental que surgiera durante la ejecución del proyecto.
Las tareas de prevención y mitigación de impactos ambientales que han sido presentadas
en el Plan de Manejo Ambiental, quedarán a cargo del contratista, a través de la Unidad
de Gestión Ambiental del proyecto.
Los principales actores en la implementación del Plan de Monitoreo son; el ejecutor del
proyecto, el Gerente de proyecto del MTI, la Unidad de Gestión Ambiental (UGA) del MTI,
población organizada, las entidades de Estado y Gobierno Municipal.
Como un aspecto de importancia dentro del monitoreo ambiental, es la elaboración de los
Programas de Gestión Ambiental para el aprovechamiento de bancos de materiales, y el
monitoreo de las actividades de aprovechamiento, garantizando el cumplimiento de lo
establecido en dicho Programa. Así mismo, se debe gestionar la permisología
correspondiente ante las instituciones de competencia, como son; MARENA y el MEM.
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Controlar y garantizar el cumplimiento de las medidas de protección, mitigación y
corrección propuestas en el Plan de Manejo Ambiental y Social.
Detectar impactos no previstos en el Programa de Gestión Ambiental e
implementar medidas para mitigarlos o compensarlos.
Informar sobre los aspectos de seguimiento.
Garantizar la salud de los empleados y pobladores dentro del área de influencia
del proyecto, reduciendo al mínimo posible el riesgo de accidentes, exposición a
substancias peligrosas que atenten contra la salud.
Reducir al mínimo el impacto de las operaciones en el medio ambiente.
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El Plan de Monitoreo Ambiental se implementará desde el inicio de las actividades del
proyecto de acuerdo a su cronograma. El responsable de la UGA, será el encargado de
establecer las coordinaciones necesarias con el supervisor.
Los contratistas facilitarán el contacto con los respectivos equipos de ingeniería e
inspección para asegurar que las actividades de trabajo cumplan con los requisitos del
Plan de Gestión Ambiental.

57
TABLA NO. 8.5
PLAN DE MONITOREO AMBIENTAL
IMPACTO
MEDIDA
PARÁMETRO
DE MEDICIÓN
PUNTO DE
CONTROL
FRECUENCIA
RECURSOS
REQUERIDOS
RESPONSABLES
Responsable de Ejecutar las medidas: Ejecutor del proyecto
Inseguridad vial por
efecto del clima y el
sitio
Siembra
de
grama en el que
está incluida la
tierra vegetal.
Metros de grama
establecidos,
metros de contra
-cunetas
construida,
cantidad.
Sitios identificados a
lo largo del camino.
Al final del periodo
lluvioso y durante
el periodo seco
cada mes. En el
momento que se
establezca por el
MTI, MARENA y
Alcaldía Municipal
Información
sobre
cantidad
de obras, planos
Del monitoreo:
Especialista
Ambiental de la
UGA/MTI
De aplicación de la
medida:
Coordinador del MCA
que construye
Limpieza del derecho
de via, explotación de
bancos de materiales,
instalación
de
campamentos,
y
planteles
Compensación
al medio biótico,
siembra
de
plantas
Cantidad
de
plantas
sembradas
establecidas y la
calidad.
Sitios identificados a
lo largo del camino.
Al final del periodo
lluvioso y durante
el periodo seco
cada mes. En el
momento que se
establezca por el
MTI, MARENA y
Alcaldía Municipal
Información
sobre
cantidad
de árboles por
sitio,
especies,
distanciamiento,
ubicación de la
plantación
con
planos
de
siembra.
Depredación de la
fauna.
En el contrato de
los trabajadores
del
proyecto
debe existir una
cláusula
que
prohíba
la
cacería de fauna
y las sanciones
Criterio
de
aplicación:
Existe
la
cláusula en el
contrato
que
prohíba
la
cacería de fauna
y
sanciones
relativa a esa
actividad.
Contratos
del
personal que labora
para el contratista
Al
inicio
del
proyecto y cada
mes durante la
ejecución
del
proyecto.
Contratos
del
personal

58
IMPACTO
MEDIDA
PARÁMETRO
DE MEDICIÓN
PUNTO DE
CONTROL
FRECUENCIA
RECURSOS
REQUERIDOS
RESPONSABLES
Generación
de materiales
excedentes,
*Se deberá tener las autorizaciones
correspondientes en caso que el
área sea propiedad privada.
*Previo al relleno, se deberá retirar
la capa orgánica superficial del
suelo, la misma que deberá
almacenarse para su posterior
utilización en las labores de
revegetación.
*Se
deberá
colocar
señales
informativas en los accesos al
relleno, deberán estar retirados de
fuentes de agua.
*En caso de deposiciones a la orilla
de la calzada, se justifican por que
la topografía justifica el relleno para
su mejoramiento. Al cierre del área
se deberá compactar, estabilizar,
revegetar
y/o
reforestar
con
especies del lugar.
Criterio
de
aplicación:
Se compacta
y estabiliza el
material
excedente.
Se
revegetación
los botaderos
Principales sitios
de botaderos en
caso
que
se
genere materiales
de desechos.
Al
inicio
del
proyecto
y
semana durante
la ejecución del
proyecto.
Cantidad
de
materiales
excedentes,
mapa
de
ubicación,
sitios
a
utilizarse como
botaderos,
planos
del
proyecto.
Del monitoreo:
Especialista
Ambiental de la
UGA/MTI
De aplicación de
la medida:
Coordinador del
MCA que
construye
Generación
de desechos
sólidos
Instalación de letrinas móviles en
sitios
de
concentración
de
trabajadores, cada 20 a 25 se
deben instalar una letrina.
Se instalan
letrinas
móviles por
áreas
de
trabajo con
concentració
n de más de
20
trabajadores
Drenajes, y en
todo el proyecto
donde
se
ejecuten obras.
Cada 15 días
Lista
de
personal
por
área
de
trabajo

59
IMPACTO
MEDIDA
PARÁMETRO DE
MEDICIÓN
PUNTO DE
CONTROL
FRECUENCIA
RECURSOS
REQUERIDOS
RESPONSABLES
Generación
de partículas
en
suspensión
durante
la
construcción
Colocación
de
carpas en unidades
de acarreo
Se utiliza carpa para
cubrir
el
material
transportado
en
las
unidades de acarreo.
Unidades
que
trasladan
materiales
(bancos
de
préstamos,
planteles)
Cada 15 días
Cantidad
de
unidades, sitios de
carga de materiales,
programa de trabajo.
Del monitoreo:
Especialista
Ambiental de la
UGA/MTI
De aplicación de
la medida:
Coordinador del
MCA
que
construye
Generación
de polvo
Regulación
en
velocidades
de
equipos
de
la
construcción.
Aplicación de riego
para mitigar el polvo
Las
unidades
que
trasladan
materiales
circulan a velocidades
menores de 40 Km/h. en
sitios poblados y en
desvíos.
Riegos con agua en las
áreas de rodamiento en
desvíos al menos 2 veces
al día en el periodo seco.
Desvíos y sitios
poblados a lo
largo
del
camino.
Cada 15 días
Cantidad
de
unidades y equipos
utilizados
por
la
empresa
constructora,
programa de trabajo,
número de desvíos.
Impactos
negativos en
y obras de
drenajes.
Medidas
para
la
protección de las
obras
de
construcción
de
drenajes
Se almacena el suelo
vegetal producto de la
remoción de alcantarillas
y otras obras de drenajes.
Sitios
de
drenajes
que
indiquen
los
planos
de
diseño
del
proyecto.
Cada 15 días
Sitios de drenaje
lateral y transversal.
Programa de trabajo
de
obras
de
drenajes.

60
8.9 EXPLOTACIÓN DE BANCOS DE MATERIALES.
Previo al inicio de los trabajos, el contratista debe identificar, conjuntamente con el
supervisor y el Municipio, los bancos de materiales necesarios.
Para la obtención de explotación deben obtener los permisos ambientales de la
Delegación Territorial del MARENA, del MEM, Aval de la Alcaldía Municipal así como los
permisos respectivos de los dueños de los bancos de préstamos, todo según lo
establecido en la Ley 730 y su reglamento.
El contratista debe preparar y presentar un PGA de cada banco de préstamos, y debe de
obtener la aprobación por el MARENA, antes de iniciar la explotación de los mismos.
El contratista deberá preparar un Plan de Gestión Ambiental del banco de materiales
incluyendo en él, todas las actividades a ejecutarse en ellos, como son las voladuras, esta
tarea es una de las más peligrosas y debe ser considerada como un quehacer puntual;
estas detonaciones se realizarán en las canteras que presenten material con
características de roca basáltica; además de posibles aterramientos de personal por
taludes altos y verticales, niveles de polvo y sonoros. Se afectara directamente a
vegetación, fauna, geomorfología, arrastres de materiales a cuerpos de agua y
desestabilización de taludes.
Algunas de las consideraciones que deberán ser incluidas en los planes de manejo de los
bancos de materiales son:
•Protección
de la capa vegetal. En el Banco de Material donde se cortará la capa
vegetal debe protegerse y almacenarse en un área previamente seleccionada. Al
finalizar la extracción de material deberá colocarse y dar paso al nacimiento de nueva
vegetación. El Superintendente y el Inspector deberán asegurar su almacenamiento y
colocación.
Estabilización de los taludes. Es importante que durante el aprovechamiento se siga
una metodología por banqueo, procurando ir dejando la inclinación óptima del talud de
corte en cada Banco de Material, según las característica de los materiales presente, lo
ideal es 1:1. Al finalizar la explotación debe llevarse a efecto la tarea de ir identificando
los sitios inestables y proceder a la reconformación.
Protección del suelo por posible derrame de hidrocarburo. El inspector responsable del
aprovechamiento deberá establecer un minucioso control y chequeo de todos los
equipos que se están utilizando de tal manera que no se observen fugas o filtraciones
de hidrocarburos, es caso de identificarse una posible filtración el equipo deberá salir
temporalmente de operación y retornarlo hasta que la falla ser superada o reparada.
Debe descartarse todas las posibilidad de almacenamiento de combustible, en grandes
cantidades, en las áreas de explotación de material. El Contratista dispondrá de un
medio para abastecer a los equipos que laborar en la extracción de material. Para el
almacenamiento de las pequeñas cantidades de combustible, aceites o lubricantes el

61
Contratista debe seleccionarse un área e impermeabilizarla y disponer una fosa con
capacidad de al menos 1/3 del almacenamiento.
Saneamiento ambiental. Deben instalarse letrina para los trabajadores. Dicha letrina
deberá estar equipada de su caseta. Esta letrina deberá estar ubicada de manera
estratégica, analizando posibles fuentes de contaminación debido a su ubicación. El
aseo debe realizarse diariamente. Al finalizar las actividades de extracción la fosa
deberá rellenarse con material del Banco.
Drenaje superficial. El Contratista deberá asegurar el drenaje superficial en el piso del
Banco de Material, principalmente en las áreas que fueron explotadas considerando la
pendiente natural del sitio. Para ello, el Contratista rellenará todas las oquedades
eliminando así las charcas y la pendiente conveniente que evite erosión.
•Utilización
de equipos de protección. Es obligatorio que la Empresa Constructora
suministre el equipo necesario, tales como: casos, guantes, orejeras, anteojos,
máscaras anti-polvo y botas a todos los trabajadores que están en el área de
explotación. Será exigido el uso de los equipos de protección.
•Riego.
El Contratista debe disponer de una cisterna para mitigar el polvo que se
provoca con el paso de los camiones volquetes sobre los caminos de acceso, dando
mayor atención en áreas pobladas, sector de escuelas, entre otros. De igualmente,
deberá realizar riego para disminuir el polvo en el Banco de Material.
Protección de la fauna local. Deben establecerse sanciones hasta de despido para
aquellos trabajadores que causen daño a esta especie considerada como en peligro de
extinción.
Señalamiento preventivo. Es obligación del Contratista la ubicación de señales
preventivas que ayudará de gran manera a la reducción de accidentes con los usuarios
de la Carretera. Los sitios obligatorio para la ubicación de estás señales serán: la
entrada a los Bancos de Material en ambos lado por la salida de los camiones
volquetes; en el camino de acceso; intersecciones con el camino. Tanto en la salida del
Banco como en las intersecciones debe garantizarse banderilleros (persona con
bandera roja indicando el peligro por el paso de los camiones volquetes).
Cubrir la carga de los camiones. Será también obligación del Contratista que todos los
camiones volquetes en actividades de carga y traslado de material deban contener una
lona o carpa para cubrir el material al momento del transporte sobre la vía, de lo
contrario este o estos camiones no deberán circular.
Legalización de acuerdo con el propietario del Banco de Material. Se debe negociar
con el propietario un costo justo por compensación del aprovechamiento en sus
terrenos. Esta Legalización será a través de un Abogado señalando los acuerdos
alcanzados para el permiso de explotación del Banco de Material.
Conformación de las áreas explotadas. Debe identificarse y definirse adecuadamente
las áreas que serán objeto de conformación, seleccionándoselos sitios que fueron
afectados por la extracción de los materiales, entre ellos están: los caminos de
accesos, las áreas descapotadas, zonas de acopio, corte de materiales, taludes
inestables y piso del Banco.
Identificados los sitios debe procederse a la ejecución propiamente dicha de los trabajos y
actividades de cierre y conformación de los Bancos. Dentro de ellos debe considerarse, la
limpieza del material de Banco cuyo uso futuro no fue definido; limpieza de las ramas y
troncos de árboles tumba para el aprovechamiento de material; cierre satisfactorio de

62
fosas u oquedades, perfilado de taludes, habilitación del drenaje en cada sitio;
restauración de la capa vegetal; nivelación de sitios de accesos.
8.10
PLAN DE ABANDONO
Una vez finalizada la fase de construcción, uno de los principales problemas
que
generalmente se presentan
es el grado de alteración ambiental y del paisaje, debido a la
presencia de residuos sólidos provenientes de las actividades de construcción, cúmulos
de materiales, señales de movimientos de tierra y otros. El objetivo del presente programa
es recuperar y rehabilitar las áreas afectadas, hasta obtener en la medida de lo posible un
paisaje permanente, estable y que sea ambientalmente compatible con el medio que lo
rodea.
A continuación se presentan las siguientes actividades que se deben tomar en cuenta:
-
Se procederá a realizar el desmontaje y desarmado de cualquier tipo de estructura
y almacén que haya sido utilizado durante la construcción, talleres, planteles etc.
-
El levantamiento de las instalaciones provisionales considera la limpieza y
reacomodo del espacio.
-
Una vez que el área quede libre de residuos, proceder a su nivelación rellenando
los huecos y esparciendo los montículos de material, hasta lograr una adecuada
configuración morfológica.
-
En caso de que en el proceso de desmontaje se produjera derrames de sustancias
contaminantes, se procederá a efectuar la medida respectiva.
-
Los residuos serán clasificados y transportados fuera del área de acuerdo con el
plan de manejo de residuos.
-
Se realizará la inspección de toda el área de influencia del proyecto junto con el
supervisor ambiental y la UGA, certificando el cumplimiento de las medidas de
cierre y abandono aquí reflejadas.
TABLA N° 8.6
ACTIVIDADES DE ABANDONO
Abandono de la
servidumbre del
camino
Sitio de talleres
y depósitos
Sitio de
extracción de
roca in situ
Sitio de
extracción de
material
aluvial
Sitios de
botaderos
Luego de finalizada la obra
el contratista deberá de
remover
todo escombro,
chatarra y demás material
desechable
que
se
encuentre a lo largo del
camino
y depositarlos
adecuadamente en sitios
para tal fin.
Demolición
y
desmantelamient
o
de
las
construcciones
Demolición
de
estructuras
(bodegas
de
explosivos
y
maquinaria)
Relleno
de
zanjas abiertas
durante
la
extracción
El contratista debe
realizar
compactación del
material
depositado
seguido
de
la
nivelación
del
terreno
El contratista deberá de Limpieza
de Limpieza del área Nivelación
de Revegetación de

63
Abandono de la
servidumbre del
camino
Sitio de talleres
y depósitos
Sitio de
extracción de
roca in situ
Sitio de
extracción de
material
aluvial
Sitios de
botaderos
dejar la vía libre de rocas y
objetos
extraños
que
pudieran
causar
afectaciones a los usuarios
una vez abierto el camino.
chatarra,
maquinaria
y
equipo dañado
sitios
de
extracción para
que agua pluvial
escurra sobre la
superficie
normalmente
los botaderos
No se dejara montículos de
tierra o de material de
construcción en los hombros
o servidumbres del camino,
toda área que fue afectada
será
emparejada
y
adecuada para la libre
revegetación.
Remoción
de
suelo
contaminado
y
disposición
en
botadero
autorizado
por
gobierno local.
Estabilización de
los taludes
Estabilizar orillas
de cauce
Desmontar
el
equipo y retirarlo
del área
Nivelación
del
terreno
Replantación de
cobertura vegetal
Limpieza
general
Retirar desechos y
chatarras
Rehabilitación
del terreno con
siembra
de
grama y árboles.
Retiro total de
explosivos en el
área
Restauración de
áreas
de
extracción para
adecuarlas a su
condición
original
Remoción de suelo
contaminado
y
disposición
en
botaderos
autorizado
por
gobierno local
Certificación
de
que
agua
superficial
escurra
normalmente
Nivelación
de
zanjas y huecos
Relleno de zanjas
y hoyos que se
hayan producido
durante
la
extracción
Siembra
de
cobertura vegetal
Retiro
de
sustancias
peligrosas del sitio
8.11
RESUMEN DE COSTOS DE IMPLEMENTACION DEL PLAN DE MANEJO
AMBIENTAL
A continuación se presenta la tabla donde se resumen los costos de la implementación
del Plan de Gestión Ambiental para el proyecto. Los costos que no se presenten en la
tabla están incluidos dentro de los costos de construcción de la obra.

64
TABLA Nº 8.7
RESUMEN DE COSTOS DE IMPLEMENTACIÓN DEL PLAN DE GESTIÓN AMBIENTAL.
ÍTEM
DESCRIPCIÓN
U/M
CANT.
COSTO
UNIT
U$
COSTO
TOTAL
US$
1 Taller de Educación Vial - Ambiental
c/u
2
940.00 1,880.00
2 Taller de Higiene, Seguridad
Ocupacional y de Salud
c/u
2
1,250.00 2,500.00
3
Reuniones Comunitarias
c/u
4
550.00
2,200.00
4 Plan deSiem bra
c/u
5,000
3.40 17,000.00
5 Control de Vigilancia Ambiental
MES
8
1,000 8,000.00
6 Elaboración de Programas de Gestión
Ambiental de Bancos de Materiales
Documentos
4
600.00 2,400.00
COSTO TOTAL
33,980.00
Nota: En cumplimiento a la recomendación realizada por la
Alcaldía Municipal de
Granada
se estableció el rubro de
Reuniones Comunitarias
con la finalidad de realizar
Asambleas con la población de la zona del Proyecto; para brindarles información del
avance del proyecto y de la implementación de las medidas ambientales y sociales. .
Es
especialmente importante que hay consultas y asambleas en avance del proyecto,
dado la importancia histórica y cultural de la ciudad de Granada, y aun mas dado la
cercanía al Lago Cocibolca.
Se desarrollaran 4 Asambleas, una en el inicio del proyecto, dos durante la ejecución de
las obras y una antes de finalizar las obras. Las Asambleas serán realizadas en la
Alcaldía Municipal, y las fechas serán establecidas una vez se tenga la fecha de inicio de
las obras. En este rubro se incluye la alimentación, refrigerios, material sobre el proyecto,
alquiler de sillas, entre otros. A estas Asambleas se invitara a las Instituciones del Estado
presentes en el municipio.