1. REPÚBLICA DE NICARAGUA
  2. VALORACION AMBIENTAL
      1. PROYECTO MEJORAMIENTO DEL CAMINO RIVAS-VERACRUZ (8.0 KM)
      2. Febrero, 2013
  3. ÍNDICE
      1. RESUMEN EJECUTIVO
      2. 1. INTRODUCCIÓN
      3. 2. OBJETIVOS
      4. E E R R A A L L
      5. 2.3. Alcance:
      6. 3. LOCALIZACION DEL PROYECTO
      7. Figura Nº 3.1
      8. UBICACIÓN DEL PROYECTO
      9. Figura Nº 3.2
      10. Ubicación del proyecto en el Municipio de Rivas
      11. 4. DESCRIPCIÓN DEL PROYECTO
      12. Información Básica de los Módulos Comunitarios de Adoquinados (MCA).
      13. 5. MARCO LEGAL Y ADMINISTRATIVO
      14. 6. CARACTERIZACION AMBIENTAL Y SOCIAL DEL MUNICIPIO DE RIVAS
      15. 6 6 . . 1 1 . . M M E E D D I I O O F F Í Í S S I I C C O O
      16. D I I O O B B I I Ó Ó T T I I C C O O
      17. C C I I U U D D A A D D A A N N A A
      18. Trabajo de Campo
      19. 8.1. INTRODUCCIÓN
      20. 8.3. IDENTIFICACIÓN DE POSIBLES IMPACTOS SOCIALES
      21. 8.4. MATRIZ DE IDENTIFICACIÓN DE IMPACTOS
      22. Suelo
      23. Aire
      24. Agua
      25. Flora
      26. Fauna
      27. Desarrollo
      28. Económico, Servicios y Patrimonio
      29. 9.1. OBJETIVOS DEL PLAN
      30. 9 9 . . 2 2 . .RESPONSABILIDADES
      31. 9.3. MEDIDAS DE MITIGACIÓN
      32. 9.4. PLAN DE EDUCACIÓN VIAL-AMBIENTAL-SALUD
      33. P P r r o o y y e e c c t t o o
      34. 9.5. PLAN DE SIEMBRA
      35. 9.6. PLAN DE COMUNICACIÓN Y PARTICIPACIÓN
      36. Y RESOLUCIÓN DE CONFLICTO.
      37. 9.7. PLAN DE CONTINGENCIAS
      38. 9.8. PLAN DE MONITOREO
      39. 9.9. EXPLOTACIÓN DE BANCOS DE MATERIALES.
      40. 9 9 . . 1 1 0 0 . . PLAN DE ABANDONO
      41. 9.11. RESUMEN DE COSTOS DE IMPLEMENTACION DEL PLAN DE
      42. MANEJO AMBIENTAL -SOCIAL
      43. FORMATO DE ATENCIÓN A QUEJAS, RECLAMOS Y RESOLUCION DE
      44. CONFLICTOS CON LA COMUNIDAD
      45. Nº consecutivo: ______
      46. Fecha: ____/___/____. Nombres y
      47. Medidas de carácter organizativo
      48. Servicios de prevención, organización de la seguridad en la obra
      49. Organización de la seguridad en la obra
      50. Lineamientos para el equipamiento
      51. PLAN DE SEÑALIZACIÓN VIAL
      52. Señales Verticales
      53. Señales Preventivas
      54. Acciones de Señalizacion Preventiva
      55. Canalización, Dirección y Control del transito
      56. PLAN DE MOVIMIENTO DE TIERRAS
      57. PLAN DE MANEJO DE RESIDUOS
      58. PLAN DE MANEJO DE FUENTES DE AGUA
      59. PLAN DE PROTECCIÓN DE PATRIMONIO FÍSICO CULTURAL
      60. SP- 40. Flecha Direccional.
      61. SPO-01. TRABAJOS EN LA VÍA
      62. SPO-03. BANDERERO

1
REPÚBLICA DE NICARAGUA

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VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO DEL CAMINO RIVAS-VERACRUZ (8.0 KM)
CONVENIO DE PRÉSTAMO BANCO MUNDIAL N° 5028-NI/H7440-NI
PROYECTOS DE MEJORAMIENTO DE INFRAESTRUCTURA VIAL-RURAL
ELABORADO POR:
Febrero, 2013

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
2

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ÍNDICE
RESUMEN EJECUTIVO
..................................................................................................................................................................... 4
1.
INTRODUCCIÓN
............................................................................................................................................................... 6
2.
OBJETIVOS
........................................................................................................................................................................ 8
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3.
LOCALIZACION DEL PROYECTO
.................................................................................................................................. 10
4.
DESCRIPCIÓN DEL PROYECTO
.................................................................................................................................... 12
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5.
MARCO LEGAL Y ADMINISTRATIVO
........................................................................................................................... 23
6.
CARACTERIZACION AMBIENTAL Y SOCIAL DEL MUNICIPIO DE RIVAS
............................................................... 33
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VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
3
ABREVIATURAS
BM
Banco Mundial
ENACAL
Empresa Nicaragüense de Acueductos y Alcantarillados
ENITEL
Empresa Nicaragüense de Telecomunicaciones
INAFOR
Instituto Nacional Forestal
INAA
Instituto Nicaragüense de Acueductos y Alcantarillados
INETER
Instituto Nicaragüense de Estudios Territoriales
NABCV
Normas Ambientales Básicas para la Construcción Vial
NTON
Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense
MARENA
Ministerio de Ambiente y Recursos Naturales
MAGFOR
Ministerio Agropecuario y Forestal
MINSA
Ministerio de Salud
MTI
Ministerio de Transporte e Infraestructura
ONG
Organismo no Gubernamental
PMA
Plan de Manejo Ambiental
SINAPRED
Sistema Nacional para la Prevención, Atención y Mitigación de
Desastres
TDR
Términos de Referencia
UGA
Unidad de Gestión Ambiental
UNESCO
Organización de las Naciones Unidas para la Educación la Ciencia y
la Cultura

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
4
RESUMEN EJECUTIVO
El presente documento corresponde a la Valoración Ambiental para el Adoquinado del
Camino Rivas - Veracruz
con una
longitud de 8.0 Km
. El tramo se localiza en el
municipio de Rivas, departamento de Rivas, representa la única ruta de transporte y
comercialización entre las comunidades de la comarca de Veracruz y la ciudad de Rivas,
con el resto del departamento. Este tramo comunica un área productiva rural con la
Carretera Panamericana Norte de Nicaragua.
El adoquinado se realizará sobre el camino existente, no se prevé cambios de
alineamiento. El derecho de vía está definido y despejado, también incluye el
mejoramiento de la carpeta de rodamiento previéndose una superficie de adoquinado. Así
mismo, el proyecto incluye el mejoramiento de las estructuras de drenaje mayores y
menores existentes. Para el diseño se ha retomado el Manual Centroamericano de Normas
Ambientales para el Diseño, Construcción y Mantenimiento de Obras Viales. SIECA 2002 y
las Especificaciones Generales para la Construcción de Caminos, Calles y Puentes "NIC-
2000".
La presente Valoración Ambiental fue preparada para los 8.00 km que corresponde a la
longitud total del tramo que va desde Rivas hasta Veracruz. Los primeros 4.5 km que
vienen de Rivas, serán financiado mediante convenio de préstamo con el BM (Convenio
5028-NI/H7440-NI). Sin embargo, todo el tramo de los 8.00 km se ha diseñado y se
ejecutará de conformidad a las Políticas Operacionales, Salvaguardas Ambientales y
Sociales del Banco Mundial. De acuerdo a dichas políticas operacionales del BM, el
Proyecto se clasifica ambientalmente en Categoría “B”, lo cual significa que los posibles
impactos pueden ser localizados y pueden revertirse aplicando medidas de mitigación.
De acuerdo al Sistema de Evaluación Ambiental (Decreto 76-2006) que establece las bases
que rigen la Evaluación Ambiental de proyectos y actividades en el país, y de acuerdo a las
incidencias ambientales que tiene este proyecto, se encuentra clasificado como proyecto
de Bajo Impacto Ambiental Potencial por lo que no está sujeto a un Estudio de Impacto
Ambiental. De conformidad con el arto.25 de la Ley No. 217, Ley General del Medio
Ambiente y los Recursos Naturales. Por tanto, cumpliendo con el marco jurídico nacional
en la materia, se debe presentar el formulario ambiental y el Plan de Gestión Ambiental
correspondiente ante la autoridad municipal para la tramitación de la solicitud de Permiso,
según los procedimientos establecidos.
Con el fin de valorar las características ambientales del entorno donde se ubica el
proyecto, así como los potenciales impactos ambientales que puede ocasionar el proyecto
e incorporar las medidas de mitigación que se deben cumplir durante la ejecución del
proyecto para minimizar o corregir los potenciales impactos negativos que pudiera generar
el proyecto, se realizó la Valoración Ambiental del
Proyecto Mejoramiento del Camino
Rivas – Veracruz (8km.)
. La Valoración Ambiental establece un Plan de Manejo
Ambiental, y la incorporación de medidas de respuesta ante riesgos a desastres.
Las medidas de prevención, control y mitigación propuestas se encuentran integradas en
el plan de gestión y monitoreo ambiental que se desarrollará durante el proceso

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
5
constructivo. Su seguimiento estará a cargo de la supervisión ambiental contratada para
el proyecto, en conjunto con la UGA – MTI.
Las principales actividades desarrolladas para el presente estudio, incluyen la identificación
de la situación de línea base del tramo: ambiente físico, biológico y social, incluyendo la
identificación de los diferentes bancos de materiales encontrados en el tramo. Para tales
fines se definió el área de influencia del proyecto.
En los primeros tres kilómetros del inicio del camino, exactamente en la Est. 02+300, se
localiza el Vertedero Municipal de Rivas, donde en los últimos meses del año 2012, se ha
observado un mal manejo del mismo dejándose restos de basuras a la margen izquierda
del camino. La Alcaldía Municipal ha expresado que en el Plan de inversión anual para el
año 2013 “acoge una acción inmediata para mitigar los efectos producidos por la mala
disposición final; para este fin se propone el mejoramiento de los accesos de todo tiempo
y malla perimetral. Se trabaja con 30 personas en la comercialización de material de
reciclaje donde casi todo es comercializado”. En el caso del Vertedero Municipal,
representantes de la Alcaldía Municipal indicaron que existe dentro de los proyectos de la
Alcaldía uno para dar solución al problema del Vertedero, en el cual se establecen las
medidas requeridas para que este no cause un impacto de contaminación visual sobre el
proyecto de adoquinado.
Por parte del Ministerio de Transporte e Infraestructura (MTI) se brindará seguimiento y
monitoreo ambiental a la acción planteada por la Alcaldía Municipal, relacionado al
Vertedero, con el objetivo que se le brinde cumplimiento. Además se ubicarán señales
preventivas y restrictivas que regulen el acceso y seguridad del sitio. Al garantizar el retiro
de la basura, que se ha venido dejando en las márgenes del camino, se evitará la
producción de lixiviados y se garantizará las condiciones de drenaje de la vía.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
6
1. INTRODUCCIÓN
El Gobierno de Nicaragua a través del Ministerio de Transporte e Infraestructura mediante
Convenio de Préstamo con el Banco Mundial (BM), desarrollará el Proyecto de Mejoramiento
del Transporte Rural del
Tramo Rivas – Veracruz de 8.00 kilómetros de longitud
,
ubicado en el municipio de Rivas, en el Departamento de Rivas. El proyecto consiste en la
conversión del camino de todo tiempo con una carpeta de rodamiento provista de adoquín.
Para dar cumplimiento a las disposiciones legales ambientales del país y las Políticas de
Salvaguardas Ambientales y Sociales del BM, se ha elaborado el presente documento llamado
Valoración Ambiental del Proyecto “Mejoramiento del Camino Rivas – Veracruz”
(8 km.)
.
La Valoración Ambiental es un proceso que identifica y valora los moderados Impactos
Ambientales Potenciales que pueden generar ciertos proyectos y el dictamen se produce,
sobre la base de valoraciones en el terreno, la normativa ambiental y las buenas prácticas,
así como las medidas ambientales que serán adoptadas por el proponente del proyecto. Este
proceso es aplicado por las autoridades ambientales territoriales y es apropiado para ciertos
tipos de proyectos y contextos particulares, según la categorización ambiental de los
proyectos.
Dentro de la Valoración Ambiental se ha incorporado el Plan de Gestión Ambiental (PGA). El
PGA es un conjunto de actividades y acciones que contribuyen a mejorar el desempeño
ambiental de las actividades del proyecto, y además permiten reducir los costos y mejorar la
eficiencia de las mismas.
La ejecución de este proyecto pretende mejorar la economía local, y por ende contribuir a la
economía nacional, minimizando los costos operativos del mantenimiento de los vehículos; y
promover la incorporación de la producción de la zona a beneficio del PIB nacional.
De acuerdo al Sistema de Evaluación Ambiental (Decreto 76-2006) que establece las bases
que rigen la Evaluación Ambiental de proyectos y actividades en el país, se encuentra
clasificado como proyecto de Bajo Impacto Ambiental Potencial, por lo que no está sujeto a
un Estudio de Impacto Ambiental. Por tanto, cumpliendo con el marco jurídico nacional en la
materia, se debe presentar el Formulario Ambiental correspondiente ante la autoridad
municipal para la tramitación de la solicitud de Permiso, según los procedimientos
establecidos.
La presente Valoración Ambiental fue preparada para los 8.00 km que corresponde a la
longitud total del tramo que va desde Rivas hasta Veracruz. Los primeros 4.34 km que
vienen de Rivas, serán financiado mediante convenio de préstamo con el BM (Convenio
5028-NI/H7440-NI). Sin embargo, todo el tramo de los 8.00 km se ha diseñado y se
ejecutará de conformidad a las Políticas Operacionales, Salvaguardas Ambientales y
Sociales del Banco Mundial. De acuerdo a dichas políticas operacionales del BM, el
Proyecto se clasifica ambientalmente en Categoría “B”, lo cual significa que los posibles
impactos pueden ser localizados y pueden revertirse aplicando medidas de mitigación.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
7
En el marco de la participación y concertación social para la implementación del Proyecto de
Adoquinado, a ejecutarse bajo la modalidad de Módulos Comunitarios de Adoquinado (MCA),
lo que implica la utilización de Mano de Obra Intensiva local, a fin de informar y de involucrar
a la comunidad, se realizó un proceso de consulta ciudadana con los diferentes actores
sociales y económicos presentes en el
Municipio de Rivas
con el objetivo de proveer los
elementos que permitan fortalecer y generar la capacidad de incidencia de la población en el
desarrollo de la obra.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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2. OBJETIVOS
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Determinar y Evaluar las implicaciones ambientales y sociales, positivas y negativas,
así como la magnitud de los impactos negativos atribuibles a la ejecución del Proyecto
de Adoquinado del Tramo
Camino Rivas – Veracruz (8km)
, identificando los
Impactos Potenciales sobre el medio ambiente que pudieran producirse durante la
construcción de la obra y durante su operación; proponiendo las medidas tendientes a
prevenir, mitigar o compensar los mismos; integrando los lineamientos que
correspondan para obtener los permisos respectivos.
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O
S
S
Realizar la descripción general del Proyecto, identificar y valorar los impactos
ambientales y sociales, directos e indirectos, positivos y negativos, que causará la
construcción, operación y mantenimiento del camino.
Presentar el Marco Legal Ambiental vigente en el país que involucre aspectos que
intervengan en la ejecución de la obra.
Cumplir con las Políticas Operacionales y Salvaguardas Ambientales y Sociales del
Banco Mundial.
Establecer las medidas mitigadoras y compensatorias necesarias para la
minimización de estos impactos.
Contar con un Plan de Gestión Ambiental (PGA) específico del Proyecto para
efectos de Monitoreo, Supervisión, Control y/o Seguimiento Ambiental de la Obra.
Establecer los costos de las medidas ambientales y sociales.
2.3. Alcance:
De acuerdo a los lineamientos establecidos por la Legislación Ambiental Nacional
vigente, la Valoración Ambiental incluye los siguientes aspectos:
Descripción del Proyecto, con información objetiva y específica.
Diagnóstico del Marco Legal e Institucional en el país.
Diagnóstico Socio-Ambiental del área de influencia directa e indirecta del proyecto.
Identificación de las actividades susceptibles de generar impactos ambientales en
las diferentes etapas del ciclo de proyecto.
Presentar las acciones o medidas de prevención, mitigación, corrección y/o
compensación, enmarcadas en un Plan de Gestión Ambiental (PGA), el cual deberá
incluir el presupuesto, responsabilidades y cronograma para su aplicación.
Presentar un Plan de Seguimiento y Monitoreo para asegurar la implementación del
PGA.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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Como parte integral del documento, se presenta la evidencia (documentación) del
proceso de participación y consulta desarrollado durante la preparación de la presente
Valoración Ambiental.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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3. LOCALIZACION DEL PROYECTO
El
Proyecto Mejoramiento del Camino Rivas–Veracruz
se ubica en la República de
Nicaragua, en el Departamento de Rivas en el Municipio de Rivas.
El Camino parte de la Ciudad de Rivas tomando rumbo suroeste. En su trayecto atraviesa las
comarcas: Las Piedras, Las Carnutas, San Francisco, San Jerónimo, El Camarón, El Caracol, y
Veracruz.
Figura Nº 3.1
UBICACIÓN DEL PROYECTO
En la Figura Nº 3.2 a continuación se muestra la micro-localización del Proyecto.

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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Figura Nº 3.2
Ubicación del proyecto en el Municipio de Rivas

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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4. DESCRIPCIÓN DEL PROYECTO
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El camino del proyecto es un camino
existente y transitado, ubicado en la zona
semi-urbana de Rivas. El camino es todo
tiempo al que la Municipalidad le dio en años
anteriores
mantenimiento,
el
último
mantenimiento fue realizado en el año 2012
por el Fondo de Mantenimiento Vial
(FOMAV), pero con el paso de las lluvias el
camino se ha deteriorado bastante.
En el inicio del tramo se identifican cunetas en el lado derecho del camino, las cuales se han
deteriorado. El camino es amplio y con su derecho de vía definido.
En los primeros tres kilómetros del inicio del camino, exactamente en la Est. 02+300, se
localiza el Vertedero Municipal de Rivas, donde en los últimos meses del año 2012, se ha
observado un mal manejo del mismo dejándose restos de basuras a la margen izquierda
del camino. La Alcaldía Municipal ha expresado que en el Plan de inversión anual para el
año 2013 “acoge una acción inmediata para mitigar los efectos producidos por la mala
disposición final; para este fin se propone el mejoramiento de los accesos de todo tiempo
y malla perimetral. Se trabaja con 30 personas en la comercialización de material de
reciclaje donde casi todo es comercializado”. En el caso del Vertedero Municipal,
representantes de la Alcaldía Municipal indicaron que existe dentro de los proyectos de la
Alcaldía uno para dar solución al problema del Vertedero, en el cual se establecen las
medidas requeridas para que este no cause un impacto de contaminación visual sobre el
proyecto de adoquinado. Se adjunta al documento en el cual la Alcaldía Municipal de Rivas
explica la situación del Vertedero.
Por parte del Ministerio de Transporte e Infraestructura (MTI) se brindará seguimiento y
monitoreo ambiental a la acción planteada por la Alcaldía Municipal, relacionado al
Vertedero, con el objetivo que se le brinde cumplimiento. Además se ubicarán señales
preventivas y restrictivas que regulen el acceso y seguridad del sitio. Al garantizar el retiro
de la basura, que se ha venido dejando en las márgenes del camino, se evitará la
producción de lixiviados y se garantizará las condiciones de drenaje de la vía.
Foto No. 1. En el tramo de inicio del proyecto se
observa cuneta en lado derecho del camino

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
13
En los informes de monitoreo del proyecto se reportará el avance al cumplimiento de las
acciones planteadas por parte de la Alcaldía Municipal de Rivas sobre el Vertedero
Municipal.
En la Est. 02+300, frente al Vertedero Municipal de Rivas se ubican centros de acopio para
material reciclable proveniente del vertedero. Estos centros no se encuentran dentro del
derecho de vía del camino, sino que están en propiedad privada y están bajo el control de
la Alcaldía Municipal.
Foto No. 2. Est. 02+300, en el margen izquierdo, se
encuentra el Vertedero Municipal
Foto No. 3. Est.2+300, lado derecho. Centros de
acopio de materiales reciclables

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
14
El camino es muy transitado, no solo por vehículos y motos, sino que también es transitado
por peatones principalmente pobladores de la zona entre adultos y niños.
En el camino se identifican taludes de poca altura que deberán ser estabilizados. Se observa
en el camino partes del tramo deteriorados y erosionados por el paso del agua en
temporadas de lluvia, así como también se observan cunetas destruidas. En época de
invierno el paso por el camino se dificulta por la formación de pegaderos.
Foto No. 4. Niños usuarios de la vía
Foto No. 5. Pequeños taludes inestables en el
margen derecho del camino
Foto No. 6. Daños en la vía por erosión

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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Al final del camino se identifica un adoquinado que inicia en la Comarca de Veracruz y tiene
una longitud de 1.2 km, el cual fue ejecutado con Fondos Nacionales .
Foto No. 7. Cunetas dañadas en la vía
por erosión
Foto No. 8. Daños en la vía por erosión
Foto No. 9. Inicio de adoquinado en la
Comarca Veracruz
Foto No. 10. Adoquinado de 1.2 km de
Veracruz hacia Rivas

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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La presente Valoración Ambiental fue preparada para los 8.00 km que corresponde a la
longitud total del tramo que va desde Rivas hasta Veracruz. Los primeros 4.34 km que vienen
de Rivas, serán financiado mediante convenio de préstamo con el BM (Convenio 5028-
NI/H7440-NI)
1
.El Proyecto consiste en el Mejoramiento del Tramo del Camino Rivas –
Veracruz con 8.0 Km de longitud. Esta vía tiene importancia para el país; porque favorece el
desarrollo del sector turístico y económico. El Proyecto ayudará a reducir los costos de
transporte en los productos que se comercializan en la zona y de las personas que se
trasladan a realizar sus operaciones en el lugar. El Proyecto utilizará el trazado original y
existente del camino.
Las actividades de adoquinado se desarrollarán en tres fases: Una primera Fase corresponde
a las actividades del Movimiento de Tierra que serán realizadas por una Empresa
Constructora nacional privada, previa licitación. Una segunda Fase corresponde a la
adquisición, suministro y transporte de los adoquines que será realizada por una Empresa
nacional privada, previa licitación. Una tercera Fase corresponde al resto de las actividades
del proyecto, las que serán ejecutadas utilizando el sistema de Módulos Comunitarios de
Adoquinados.
Dentro de los conceptos de obra del proyecto se definen cinco grupos de actividades y son:
(i) Trabajos por Administración, (ii) Movimiento de tierra en la que se tiene la excavaciones
en la vía, sub-excavaciones, préstamos no clasificados (donde se hace uso de Bancos de
Materiales), la construcción de terraplenes, y la construcción de la cuña de bordillo con
material del sitio y la capa de agregados tratada (estabilización con cemento); (iii) La
Estructura de Pavimento la que incluye el mejoramiento de la superficie, la colocación de
cemento, material selecto para la capa superficial de la vía (donde se hace uso de Bancos de
Materiales), transporte de adoquines, suministro y colocación de adoquines; (iv) Drenaje
1
Sin embargo, todo el tramo de los 8.00 km se ha diseñado y se ejecutará de conformidad a las Políticas
Operacionales, Salvaguardas Ambientales y Sociales del Banco Mundial. De acuerdo a dichas políticas
operacionales del BM, el Proyecto se clasifica ambientalmente en Categoría “B”, lo cual significa que los
posibles impactos pueden ser localizados y pueden revertirse aplicando medidas de mitigación.

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17
menor, la que incluye la limpieza de alcantarillas y el revestimiento de cunetas y (v) la
señalización que incluye marcas de pavimento, postes guías y postes kilométricos.
Las obras de infraestructura vial contempladas dentro del Proyecto no generan impactos
ambientales negativos significativos ya que el camino seleccionado es la mejor alternativa
posible debido a que es un camino existente y la modalidad constructiva adoptada como es
el adoquinado, presenta bajo impacto ambiental durante su ejecución. De no realizarse el
Proyecto en el menor tiempo posible, se deterioraría aún más la calidad ambiental en la zona
y la calidad de vida de la población.
Durante la ejecución de este proyecto se logrará monitorear el cumplimiento al plan de
manejo de los residuos sólidos del Vertedero Municipal localizado a la orilla del camino, por
parte de la Alcaldía Municipal de Rivas.
A continuación se presentan los conceptos de obra del proyecto, sus cantidades y la sección
típica:

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18
Tabla Nº 4.1. Cantidades de Obra del Proyecto de Adoquinado Rivas- Veracruz

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19
Figura No. 4.1. SECCIÓN TÍPICA DELCAMINO
Una información muy importante a tenerse en consideración es el TPDA. Según registro del
año 2003 obtenidos en el Ministerio de Transporte e Infraestructura, los que fueron
proyectados al 2007; el Tráfico Promedio Diario Anual (TPDA) alcanza los 1,508 vehículos
diarios; distribuidos como se muestra en la Tabla a continuación:
Tabla No. 4.2. TPDA DE LA CARRETERA RIVAS-VERACRUZ
TIPO DE VEHICULO
VEHICULOS
DIARIOS
PORCENTAJE
Automóvil
605
40.12%
Motos
85
05.64 %
Jeep
129
08.55 %
Camionetas
339
22.48 %
Microbuses
23
01.53 %
Buses
46
03.05 %
Vehículos de Carga
200
13.26 %
?
81
05.37 %
TOTAL TPDA
1,508
100.00%
Fuente: MTI, Nicaragua.

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20
En el caso de los dos bancos de materiales identificados en la zona y que son potencialmente
utilizables en el Proyecto, Los Pedrones y Los Horcones, son áreas intervenidas es decir han
sido explotados y se encuentran en uso actualmente. De acuerdo a la Alcaldía de Rivas,
ninguno de estos cuenta con permiso para su explotación, por lo que el contratista deberá
hacer gestiones para cumplir con lo establecido en la Ley 730 “Ley Especial para el uso de
Banco de Materiales Selectos para el Aprovechamiento en la Infraestructura” y su
Reglamento.
Cabe señalar que la Explotación del Banco de Materiales está tipificada por las NIC-2000
como Caso 2, por lo tanto, el contrato establece como responsabilidad del contratista el llegar
a acuerdos con los dueños de los Bancos de Materiales. No obstante, el MTI para garantizar
el cumplimiento de las Salvaguardas Ambientales y Sociales del BM, así como el
cumplimiento del Marco Jurídico Nacional, monitorea muy de cerca sin intervenir en la
negociación, asegurando que el dueño esté conforme con lo acordado. Además, el MTI vela
por el cumplimiento del Plan de Gestión Ambiental (PGA) para la explotación del Banco
aprobado por el MARENA.
1. Banco de materiales Los Pedrones. El banco se encuentra ubicado a 600 m del
inicio del tramo del proyecto, en el lado derecho del camino se toma un camino
hacia la Comunidad Los Pedrones. En el banco no se presenta vegetación de
importancia y que vaya a ser talada, dado que es un banco que ha sido
aprovechado por la población de la zona. El camino de acceso al banco es bastante
angosto. Las coordenadas de ubicación del banco son las siguientes: 0624904 Este
y 1263437 Norte.
2. Banco de materiales Los Horcones. El banco se encuentra ubicado a 1 km del inicio
de la Comarca Veracruz, se avanza 1 cuadra y luego se toma un camino a la
izquierda, se ubica junto al Puesto de Bomba de agua potable, que está cerrado.
En el banco no hay vegetación de importancia ni que se requiera talar. Este banco
ha sido explotado en años anteriores.
Con el Proyecto, se ha definido una sección para adoquinar de dos carriles, es decir, uno por
sentido de circulación, de 2.87 m de ancho cada uno; para un ancho total de rodamiento de
5.74 m. Se construirán en los bordes del ancho del adoquinado bordillos de concreto simple
de 0.15 m x 0.35 m; para tener una resistencia de 210 Kg/cm2.

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Para la colocación de los adoquines se conformará y se mejorará primeramente la superficie
de la vía, luego se colocará una base de 12 cm de espesor de material estabilizado con
cemento con resistencia de 24 Kg/cm2. Seguidamente se colocará una capa de arena de 5
cm de espesor y finalmente los adoquines tipo tráfico.
Maquinaria y Equipos requeridos para el Proyecto
Se requiere para la ejecución del proyecto contar con un Módulo Básico de Construcción, y
que estará compuesto por:
- 1 Moto-niveladora
- 1 Vibro compactadora
- 1 Retroexcavadora
- 1 Excavadora
- 1 Tractor cargador frontal
- 2 Camiones Volquetes
- 2 Camiones Cisterna de agua
Para las actividades de drenaje menor y el pegado de adoquines los ejecutan las cuadrillas de
trabajo (dos personas por cada cuadrilla) que se contratan de mano de obra local a través de
los MCA.
Información Básica de los Módulos Comunitarios de Adoquinados (MCA).
Descripción de la Operación de los MCA
Los MCA son una expresión organizativa de la comunidad, cuyo objetivo es beneficiar a la
población de la localidad mediante la ejecución de proyectos de adoquinado, ya que se
generan fuentes de empleo temporal para la población local, que permiten mejorar el nivel
de vida socio económico de sus pobladores
Los MCA son reconocidos por la autoridad municipal, ya que esta es corresponsable de
administrar los fondos y de ejecutar las obras con eficiencia, economía y transparencia, en
beneficio de la comunidad, sin causar impactos negativos en el ambiente.
Procedimiento de Conformación del MCA
La estrategia comprende la organización de un MCA que atiende una longitud máxima de
1.5 Km, en un período aproximado de cuatro meses o más, para la ejecución de la obra.
La formación de los MCA, se basa en la selección de mano de obra local, para lo cual se
trabaja en conjunto con las diferentes Alcaldías, convocando a la comunidad y utilizando
registros de la población desempleada de la zona y de las comunidades aledañas a la

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22
ubicación de la obra a realizarse. Para mayor información de los mismos, puede
encontrarse en el Manual Operativo de los MCA.

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23
5. MARCO LEGAL Y ADMINISTRATIVO
Nicaragua, a partir de 1990, ha impulsado una serie de acciones que conllevan a la
formulación y aprobación de leyes y reglamentos, decretos, normas, resoluciones,
disposiciones y acuerdos de carácter ambiental, como instrumentos para desarrollar un
proceso de gestión ambiental, encaminados hacia un desarrollo sostenible, tal como lo
estipula el entorno global. La legislación vigente del país en materia de medio ambiente
nos brinda todas las leyes, reglamentos, normas y decretos en los cuales los
nicaragüenses debemos tomar en cuenta al momento de realizar o formular un proyecto
de rehabilitación, construcción, mejoramiento, etc. El artículo 60 de la constitución
establece que los nicaragüenses tienen derecho a habitar en un ambiente saludable, es
obligación del estado la preservación, conservación y rescate del medio ambiente y los
recursos naturales.
En materia ambiental, los instrumentos jurídicos establecidos en Nicaragua tienen por
objetivo lograr armonizar los objetivos de desarrollo económico y social del país, con un
manejo adecuado del medio ambiente. Para estos fines, se han establecido instrumentos
jurídicos que, por un lado, promueven la inversión privada en todos los sectores de la
economía; y por otro lado, procuren la conservación del medio ambiente y de los recursos
naturales.
El marco legal para la gestión socio-ambiental en Nicaragua, establece pautas claras a
tener en cuenta en el diseño y la elaboración de los planes y tienen por objeto lograr un
desarrollo económico y social sostenible, compatibles con la conservación del medio
ambiente.
El Proyecto se financiará con fondos del Banco Mundial, por lo cual se ejecutará de
conformidad a las Políticas Operacionales y Salvaguardas Ambientales y Sociales del Banco
Mundial.
A fin de resumir este capítulo, se realiza un análisis en la Tabla N° 5.1 lo correspondiente
al Marco legal nacional que rigen la construcción de obras viales en Nicaragua y en la
Tabla N° 5.2. Lo correspondiente a las Políticas del Banco Mundial.
Tabla Nº 5.1. Marco Legal Ambiental
Relacionado a los Proyectos de Infraestructura Vial
No.
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
1
Constitución Política de Nicaragua y sus Reformas. El
artículo 60 de la constitución establece que los
nicaragüenses tienen derecho a habitar en un ambiente
saludable, es obligación del Estado la preservación,
19/noviembre/1986
04/julio/1995.

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No.
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
conservación y rescate del medio ambiente y los
recursos naturales
2
Ley General del Medio Ambiente y los Recursos
Naturales y su Reglamento. Establece las normas para la
conservación, protección, mejoramiento y restauración
del medio ambiente y los recursos naturales que lo
integran, asegurando su uso racional y sostenible, de
acuerdo a lo señalado en la Constitución Política.
Ley 217 2/mayo/1996
9-96 25/julio/1996.
3
Sistema de Evaluación Ambiental, que establece las
bases que rigen el Sistema de Evaluación Ambiental en
el país. Dicho decreto de acuerdo a las incidencias
ambientales que tienen los proyectos, establece 3
categorías ambientales. Según este decreto, el proyecto
se clasifica como proyecto de Bajo Impacto Ambiental
Potencial y por tanto, no sujeto a Estudio de Impacto
Ambiental, ni Valoración Ambiental, solamente sujeto a
un permiso por parte de la Alcaldía de Rivas de acuerdo
a procedimientos establecidos para tal fin. No obstante,
ante los compromisos asumidos con el Banco Mundial,
se solicitará la Autorización Ambiental a la Delegación
Territorial de MARENA Rivas.
Decreto Nº 76-2006.
4
Reglamento General para el Control de Emisiones de los
Vehículos Automotores. En cumplimiento de las
disposiciones de los Artículos. 111 y 122 de la Ley
General del Medio Ambiente y los Recursos Naturales,
establece los requisitos y condiciones que deben reunir
los vehículos automotores y los procedimientos
normalizados para la medición de sus emisiones, con el
fin de reducir la contaminación atmosférica por ellos
producida.
32-97 09/junio/1997
5
Ley de Municipios y su Reglamento. Establece las
normas y procedimientos para la gestión municipal. El
Municipio es la unidad base de la división político
administrativa del país. Se organiza y funciona a través
de la participación popular para la gestión y defensa de
los intereses de sus habitantes y de la nación. Son
elementos esenciales del Municipio: el territorio, la
población y el gobierno. La autonomía municipal es un
principio consignado en la Constitución Política de la
República de Nicaragua para el ejercicio de la
Ley 40 22/agosto/1997
52-97 05/septiembre/1197

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25
No.
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
democracia mediante la participación libre y directa del
pueblo.
6
Ley creadora del Sistema Nacional para la Prevención,
Mitigación y Atención de Desastres. Tiene por objeto
establecer los principios, normas, disposiciones e
instrumentos generales necesarios para crear y permitir
el funcionamiento de un sistema interinstitucional
orientado a la reducción de riesgos por medio de las
actividades de prevención, mitigación y atención de
desastres, sean éstos naturales o provocados. Son
objetivos del SINAPRED, entre otros los siguientes: La
definición de las responsabilidades y funciones de todos
los organismos, sean estos públicos o privados en cada
una de las diferentes fases; La integración de los
esfuerzos públicos y privados requeridos en esta
materia, el uso oportuno y eficiente de todos los
recursos requeridos para este fin. De acuerdo a ello, el
MTI tiene como funciones, entre otras las siguientes:
a) Las funciones que resulten inherentes en el campo
de su competencia y que sean referidas a la
elaboración de análisis de riesgos, medidas de
prevención, mitigación, preparación, respuesta,
rehabilitación y reconstrucción, antes, durante o
después de un desastre.
b) Elaborar los planes, programas y proyectos, los que
deberán ser realizados desde una óptica que
incorpore en los mismos la prevención, mitigación,
preparación,
respuesta,
rehabilitación
y
reconstrucción en el ámbito de su competencia.
c) El MTI preside la comisión de Infraestructura del
SINAPRED.
Ley No. 337; 07/abril/2000.
7
Ley de Organización, Competencias y procedimientos
del Poder Ejecutivo y su reglamento. Tiene por objeto
determinar
la
organización,
competencia
y
procedimientos del Poder Ejecutivo.
El Poder Ejecutivo está integrado por el Presidente de la
República, el Vice-Presidente de la República, Ministerios
de Estados, Entes Gubernamentales, Bancos y Empresas
Estatales y para el mejor cumplimiento de sus funciones
pueden organizarse de forma descentralizada o
Ley 290 01/junio/1998
71-98 30/octubre/1998

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No.
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
desconcentrada. De acuerdo a ello, el MTI tiene entre
otras, las siguientes responsabilidades:
a) Organizar y dirigir la ejecución de la política sectorial
y coordinar la planificación indicativa con el
Ministerio de Gobernación y los municipios en los
sectores de tránsito y transporte, así como en
infraestructura de transporte.
b) Dirigir, administrar y supervisar, en forma
directa o
delegada la conservación y desarrollo
de la infraestructura de transporte.
8
Ley Especial sobre Exploración y Explotación de Minas y
su Reglamento. Tiene por objeto establecer el régimen
jurídico para el uso racional de los recursos minerales de
la Nación, además de normas las relaciones de las
Instituciones del Estado con los particulares respecto a
la obtención de derechos sobre estos recursos y la de los
particulares entre sí que estén vinculados a la actividad
minera.
El Ministerio de Fomento, Industria y Comercio será la
Institución del Poder Ejecutivo, encargada de la
aplicación de las presentes disposiciones, de
conformidad con lo establecido en la Ley de
Organización, Competencia y Procedimiento del Poder
Ejecutivo y su Reglamento.
Arto.2. Los recursos minerales existentes en el suelo y
en el subsuelo del territorio nacional pertenecen al
Estado quien ejerce sobre ellos un dominio absoluto,
inalienable e imprescriptible.
La exploración y explotación de recursos minerales no
puede ejecutarse sin obtener de previo una concesión
minera.
Ley 387 27/julio/2001
119-2001
18/diciembre/2001
9
Ley de Derecho de Vía y su Reforma. De acuerdo a esta
Ley, se entiende por “Derecho de Vía” la anchura total
que deben tener las carreteras, la cual será: para las
carreteras internacionales e interoceánicas, cuarenta
metros, o sean veinte metros a cada lado del eje o línea
media de las mismas; para las interdepartamentales y
vecinales, veinte metros o sean diez metros a cada lado
del eje o línea media. No podrán hacerse construcciones
ni trabajos de ninguna especie en las carreteras dentro
de las distancias comprendidas por el “Derecho de Vía”.
46-52 04/septiembre/1952
9-56 22/junio/1964

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No.
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
El “Derecho de Vía” a que se refiere esta ley, no debe
afectar las edificaciones y construcciones existentes de
dominio particular salvo caso de utilidad pública
declarada y previa indemnización al dueño de las
mismas. Se reserva al Ministerio, el derecho de hacer
por su cuenta dichas obras de acuerdo con el propietario
de las mismas.
10 Ley General de Higiene y Seguridad del Trabajo.
Normas y Resoluciones Ministeriales sobre las
disposiciones básicas de higiene y seguridad en los
lugares de trabajo. Ministerio del Trabajo. Tiene por
objeto establecer el conjunto de disposiciones mínimas
que, en materia de higiene y seguridad del trabajo, el
Estado, los empleadores y los trabajadores deberán
desarrollar en los centros de trabajo, mediante la
promoción, intervención, vigilancia y establecimiento de
acciones para proteger a los trabajadores en el
desempeño de sus labores.
Ley 618, 19/Abril/2007.
1-90 21/abril/1990
11
Ley General de Aguas Nacionales y su Reglamento.
Establece el marco jurídico institucional para la
administración,
conservación,
desarrollo,
uso,
aprovechamiento
sostenible,
equitativo
y
de
preservación en cantidad y calidad de todos los recursos
hídricos existentes en el país, sean estos superficiales,
subterráneos, residuales y de cualquier otra naturaleza,
garantizando a su vez la protección de los demás
recursos naturales, los ecosistemas y el ambiente.
Ley No 620,
04/septiembre/2007.
Decreto No. 44-2010
12
Norma
Técnica
Obligatoria
Nicaragüense.
Especificaciones Generales para la Construcción de
Caminos, Calles y Puentes NIC2000.
NTON 12-001-2000
13 Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense.
Normas Ambientales Básicas para la construcción Vial –
NABCV2000.
NTON 12-002-200
14
Manual Centroamericano de Normas Ambientales para el
Diseño, Construcción y Mantenimiento de Obras Viales.
SIECA 2002

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28
No.
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
15
Normativa Técnica Ambiental para el aprovechamiento
de Bancos de Materiales de Préstamo para la
Construcción
NTON 05-021-02
16 Normativa calidad del aire
NTON 05-12-02;
19/mayo/1995.
17
Establecimiento del Sistema de Veda. Determina los
Principios, Conceptos, Criterios y Restricciones
especificas para la Conservación de las Especies
Silvestres.
Ministerial 10-2003;
22/abril/2003.
18
Ley de Participación ciudadana. Promueve el ejercicio
pleno de la ciudadanía en el ámbito político, social,
económico y cultural, mediante la creación y operación
de mecanismos institucionales que permitan una
interacción fluida entre el Estado y la sociedad
nicaragüense, contribuyendo con ello al fortalecimiento
de la libertad y la democracia participativa y
representativa establecida en la Constitución Política de
la República.
Este conjunto de normas y regulaciones se fundamentan
en los artículos 7 y 50 de la Constitución Política de la
República, como expresión del reconocimiento de la
democracia participativa y representativa así como el
derecho de participar en igualdad de condiciones en los
asuntos de la gestión pública del Estado y en los
instrumentos internacionales en materia de derechos
humanos suscritos y ratificados por Nicaragua, aplicando
los principios generales del derecho aceptados
universalmente sobre esta materia.
Corresponde al Estado la creación y operación de
mecanismos institucionales que permitan la interacción
con los ciudadanos organizados.
Ley 475.
19
Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense Ambiental para
el manejo, tratamiento y disposición final de los
desechos sólidos no-peligrosos.
NTON 05 014-01
20
Norma Técnica Obligatoria Nicaragüense para regular los
sistemas de Tratamiento de Aguas Residuales y su
NTON 05 027-05

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
29
No.
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
Reuso.
21
Resolución Ministerial, Normativa General para la
Regulación de los servicios de agua potable y agua
sanitaria.
CD-RT-011-00
22
Disposiciones sanitarias. Establece las regulaciones
necesarias para la organización y funcionamiento de las
actividades higiénico sanitarias. En el cumplimiento de
las medidas de control sanitario internacional, las
autoridades competentes se ajustarán a lo establecido
en el Reglamento Sanitario Internacional, así como a las
disposiciones complementarias que se emitan. El
Ministerio de Salud coordinará con las instituciones que
estime pertinentes, todo lo necesario para el
cumplimiento de la presente ley.
Decreto Nº 394
23
Prohibición del tráfico de desechos peligrosos y
sustancias tóxicas.
Ley Nº 168
24
Disposición para el control de la contaminación
proveniente de las descargas de aguas residuales
domésticas, industriales y agropecuarias.
Decreto Nº 33-95
25
Resolución Ministerial Prevención y control de la
contaminación.
Resolución Ministerial Nº
009-99
26
Reglamento Forestal. Protege el derecho de los dueños
de tierra sobre el vuelo forestal de su propiedad y vela
por que se respete el recurso forestal de propiedad
privada o estatal.
Decreto 45-93 del 19 de
Octubre 1993
27
Ley de Protección al Patrimonio Cultural. Se consideran
bienes
culturales:
a) Paleontológicos: Todos los organismos fosilizados.
b) Arqueológicos: Todas las piezas, instrumentos,
estructuras, restos o vestigios procedentes de culturas
extinguidas.
c) Históricos: Los inmuebles o parte de ellos y los bienes
muebles que estén directamente vinculados a la historia
política,
económica
y
social
de
Nicaragua.
d)Artísticos: Los bienes u objetos que, debido a su
origen como producto de la actividad del hombre,
constituyen verdaderos valores de las Bellas Artes o del
Ley 1142

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
30
No.
TITULO
LEY, DECRETO, NORMA,
RESOLUCIONES, OTROS
Arte Nacional, ya sean estos plásticos, literarios,
arquitectónicos,
etc.
e)Conjuntos urbanos o rurales: Considerados de interés
cultural, localizados en ciudades o campos de la
República.
El que encontrare o tuviere conocimiento de la
existencia de bienes a que se refieren los incisos a) y b)
del Artículo 1 de esta Ley, deberá dar aviso dentro del
término de 24 horas, mas el de la distancia, a la Junta
Municipal más cercana, la que expedirá la constancia
oficial del aviso e informará dentro del mismo plazo
señalado anteriormente a la Dirección de Patrimonio.
28
Ley Especial Para El Uso de Bancos de Materiales
Selectos para el Aprovechamiento en la Infraestructura y
su Reglamento. Norma el uso y aprovechamiento
racional de bancos de materiales selectos o bancos de
préstamos a nivel nacional, aptos para la infraestructura
de interés público para el país, que no requiera más
operación que las de arranque, fragmentación y
clasificación.
Los recursos no minerales existentes en el suelo y
subsuelo del territorio nacional son patrimonio del
Estado, quien ejerce sobre ellos dominio absoluto,
inalienable e imprescriptible. Constituyen la Autoridad de
Aplicación de la presente ley, las instituciones siguientes:
1. Ministerio de Energía y Minas (MEM): para el
otorgamiento
de
las
licencias
o
permisos
correspondientes.
2. Ministerio de Transporte e Infraestructura: para la
administración y supervisión de los bancos de materiales
selectos; y
3.
Ministerio del Ambiente y de los Recursos
Naturales: en lo que hace a su ámbito de competencia
de conformidad a las diferentes Normativas Técnicas de
la materia.
Ley No.730
Decreto No. 18-2011,
Reglamento de la Ley
No.730, publicado en la
Gaceta No.66 del 06 de
abril del 2011, integrado por
32 artículos

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
31
Tabla No. 5.2. Políticas del Banco Mundial comúnmente activadas en proyectos de
Infraestructura
POLÍTICAS DEL
BANCO MUNDIAL
ESCENARIOS DE ACTIVACIÓN Y
REQUERIMIENTOS
APLICACIÓN, ACTIVACIÓN Y/O
RESPUESTA REFERIDA AL
PROYECTO DE ADOQUINADO
Evaluación
ambiental: OP 4.01
Aquellos proyectos donde se
prevea la afectación temporal o
permanente del entorno natural o
social, a través de impactos
directos, indirectos o acumulativos.
La profundidad del análisis es
función del nivel de riesgo socio-
ambiental.
Según el Sistema de Evaluación
Ambiental de Nicaragua (Decreto
76-2006)
los
impactos
ambientales que generará el
proyecto están considerados
como
“Impactos
Potenciales
Bajos” por lo tanto, no sujeto a
E.I.A. pero sí a un permiso por
parte de la
Alcaldía de Rivas
de
acuerdo
a
procedimientos
establecidos para tal fin. No
obstante, ante los compromisos
asumidos con el BM, se
solicitará
la
Autorización
Ambiental a la Delegación
Territorial de MARENA Rivas.
Reasentamiento
involuntario: OP
4.12
Esta política se activa en aquellos
proyectos donde se requiere del
desplazamiento
de
población
debido a la adquisición total o
parcial de propiedades para lo cual,
de acuerdo a esta política, el
ejecutor de la obra, requerirá de un
Plan
de
Reasentamiento
Involuntario
acorde
con
los
lineamientos del Banco Mundial.
El Proyecto se desarrollará sobre
una vía existente con su
respectivo
derecho
de
vía
establecido
por
la
Ley
correspondiente (Decreto 46
aprobado el 10 de septiembre de
1952 y publicado en La Gaceta
No. 223 del 29 de septiembre del
mismo año). Por tanto, no habrá
reasentamientos involuntarios ni
afectaciones
a
propiedad
privada. No hay viviendas o
edificios en el derecho de vía.
De presentarse algún caso, se
procederá
conforme
a
lo
establecido en la Política OP
4.12.
Bienes Culturales:
OP 4.11
Se debe tomar en cuenta esta
política en aquellos proyectos
donde implique el movimiento de
tierras en zonas de reconocido
potencial arqueológico y/o de
riqueza
cultural
y/o
física.
Investigaciones,
rescate
y
procedimientos
para
hallazgos
En Nicaragua el Patrimonio
Artístico, Cultural e Histórico de
la Nación está protegido y
regulado
tanto
por
la
Constitución de la República
(Cap. VII. Arto. 126 y 128) como
por la Ley de Protección al
Patrimonio Artístico, Cultural e
Histórico de la Nación y su

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
32
POLÍTICAS DEL
BANCO MUNDIAL
ESCENARIOS DE ACTIVACIÓN Y
REQUERIMIENTOS
APLICACIÓN, ACTIVACIÓN Y/O
RESPUESTA REFERIDA AL
PROYECTO DE ADOQUINADO
fortuitos son los requerimientos más
comunes.
Reglamento
oficializada
mediante el Decreto No. 1142,
Aprobado el 22 de noviembre de
1982. El cual entre otros,
establece lo siguiente: …El que
encontrare
o
tuviere
conocimiento de la existencia de
bienes
que se refieren los
incisos a) y b) del Arto. 1 de esta
Ley, deberá dar aviso dentro del
término de 24 horas, más el de
la distancia, a la Junta Municipal
más cercana, la que expedirá la
constancia oficial del aviso e
informará dentro del mismo
plazo señalado anteriormente a
la Dirección de Patrimonio.
En este Proyecto es poco
probable encontrar potenciales
arqueológicos, dado que no se
ubica en una zona con alto valor
histórico o cultural. Sin embargo,
en caso de encuentros fortuitos
se procederá de acuerdo al
establecido en la ley de
Patrimonio Histórico Cultural y
OP 4.11.
Divulgación al
público: BP 17.50
Por lo general se requieren
programas de comunicación y
divulgación al público, en especial
aquellos que requieren EIAs, planes
de reasentamientos y/o planes
indígenas.
El Proyecto al estar contemplado
en el Plan de Inversión Municipal
de la Alcaldía de Rivas, éste ha
sido dado a conocer por el
Concejo Municipal a la población
a través de Asamblea.
Asimismo, se tiene contemplado
dentro del PGA que se realicen
capacitaciones con la población
beneficiaria
del
proyecto,
coordinadas por la Unidad De
Gestión Ambiental/MTI.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
33
6. CARACTERIZACION AMBIENTAL Y SOCIAL DEL MUNICIPIO DE RIVAS
Para el análisis de este PGA se tomará como referencia principal el área directa a ser
afectada por la construcción y la operación. Según el Decreto 76-2006, en el artículo
cuatro, inciso tres, el área de influencia de un proyecto se refiere a todo el espacio
geográfico, incluyendo todos los factores ambientales que pudieran provocar cambios
cuantitativos o cualitativos en su calidad debido a las acciones en la ejecución del
proyecto.
El municipio de Rivas se encuentra a 111 km de la ciudad capital. Este municipio se
encuentra dentro de la Región del Pacifico Sur. Los límites del municipio son: al Norte con
los municipios de Potosí, Buenos Aires y Belén del departamento de Rivas, al Sur con San
Juan del Sur y Cárdenas del departamento de Rivas, al Este con el municipio de San Jorge
del departamento de Rivas y Lago de Nicaragua (Cocibolca), al Oeste con los municipios
de Tola y San Juan del Sur del departamento de Rivas.
Rivas fue elevada al rango de ciudad en 1835, forma parte del departamento de Rivas, se
caracteriza por su belleza natural y por su espléndida ubicación geográfica lo que permite
ofrecer un pintoresco paisaje.
El Municipio de RIVAS se ubica entre las coordenadas 11°26' latitud norte y 85°49'
longitud oeste.
Para definir los límites del área de influencia se tomaron los siguientes criterios: Geología y
geomorfología, Hidrología, Calidad del aire, Fauna, Flora, Paisaje, social y económico.
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Tipos de suelos
Los suelos que predominan en Rivas de acuerdo al Orden y área que cubren son los
siguientes:
Alfisoles: 120.64 Km², (50.89%). Son en general suelos bien desarrollados, de las
regiones boscosas que tienen un alto contenido de bases y son bastante fértiles.
Vertisoles: 51.64 Km², (22%). Estos son suelos arcillosos que se expanden durante
la estación lluviosa y se contraen y presentan grietas anchas durante la mayor parte
de la estación seca. Se presentan en depresiones, llanos y planicies con
escurrimiento superficial.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
34
Molisoles: 32.46 Km², (13.81%). Son suelos que tienen un epipedón mólico. Este se
define como un horizonte mineral superficial con un mínimo de 1.5% de materia
orgánica, generalmente tiene un espesor de 18 a más de 25 cm, este horizonte se
forma con la descomposición dentro del perfil de residuos orgánicos en presencia de
cationes bivalentes.
Inceptisoles: 29.54 Km², (13%). Suelos con uno o más horizontes diagnósticos y se
forman en un tiempo relativamente corto, estos no muestran iluviación o eluviación
significativa. Se encuentran generalmente en superficies jóvenes pero no recientes.
Entisoles: 0.72 Km², (0.30%). Estos son suelos de desarrollo reciente y superficial.
Son comunes en superficies geomórficas muy recientes, con pendientes escarpadas
que están sujetas a erosión activa o planicies aluviales en donde se han depositado
materiales recientemente erosionados.
Uso Actual de la tierra
Se encuentran las siguientes clases: Agropecuario: 172 Km², (73%) y Bosque mediano:
63 Km², (27%).
Uso Potencial de la Tierra
Se encuentran las siguientes clases:
Forestal: 84 Km², (35%).
Agroforestal: 54 Km², (23%).
Agropecuario: 37 Km², (16%).
Agrícola I: 30 Km², (13%).
Pastoreo Intensivo: 30 Km², (13%).
Red Hidrográfica y Subcuencas
Rivas está compartido por las sub-cuencas Lajas en medio, Lajas Limón y Amayo y
Ostayo. Es importante señalar que en el área de influencia del proyecto no se identifican
cruces de ríos.
Clima
En Rivas el clima es semi húmedo conocido como tropical de sabanas, en su territorio la
temperatura oscila entre los 27º C., la precipitación promedio anual es de 1600 mm.

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Formaciones Vegetales
En el área del municipio de Rivas los tipos de formaciones vegetales son las siguientes:
Bosque mediano o bajo sub-caducifolio de zonas cálidas y semihúmedas. Es una
formación vegetal zonal del trópico y una de las principales formaciones
forestales, en esta formación vegetal se da una precipitación de 1200 a 1900 mm,
temperaturas de 26 a 28º C, altitud de 0 a 500 msnm y llueve de Mayo a
Noviembre. Esta formación comprende un área de 203.57 Km², (86.64%).
Bosques medianos o altos sub-perennifolios de zonas moderadamente cálidas y
húmedas. En esta se dan precipitaciones de 2000 a 2750 mm, temperaturas de
24 a 26º C, altura de 0 a 500 msnm y llueve de Mayo a Diciembre. Se presenta
en un área de 31.4 Km², (13.36%).
Se debe mencionar que en el área del proyecto no hay áreas de bosques protegidos o en
peligro de extinción, sino que son formaciones de bosques como las que se mencionan
anteriormente. Asimismo, es importante señalar que dentro del área de influencia directa del
camino no se verán afectados árboles o vegetación de relevancia.
Fauna
En la zona del municipio de Rivas, existe una rica biodiversidad animal. Existen
aproximadamente 90 especies de aves, 13 de mamíferos, 22 de reptiles y anfibios.
Entre los meses de Septiembre y Abril llegan aves migratorias. El mono Congo y el mono
cara blanca existen en la zona.
En el Lago Cocibolca existen 49 especies de peces, entre ellas el Tiburón, Pez Sierra, Sardina,
Sábalo Real, Gaspar, Guapote, etc.; se encuentran 2 tipos de tortugas: La Sabanera y la del
Lago.
Dentro del área del proyecto no existen áreas de bosques o zonas protegidas de especies en
vía de extinción, ni que se clasifiquen como parques nacionales, ya que es una zona
intervenida por fincas agrícolas y ganaderas, y el camino del proyecto es un camino
existente.

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El municipio de Rivas es una ciudad y municipio de Nicaragua, fundada en el siglo XVIII
con el nombre de la villa de la Purísima Concepción de Rivas de Nicaragua. Fue cabecera
del partido de Rivas y actualmente del Departamento de Rivas. En esta ciudad se
asentaron pobladores de todo el país, dado que se encuentra muy cerca del área del Lago
de Nicaragua.
Organización Territorial.
El Municipio de Rivas está compuesto por 12 comunidades rurales, 34 barrios urbanos y
suburbanos. El camino atraviesa las siguientes comunidades: Las Piedras, San Francisco,
San Jacinto, El Caracol, El Camarón y Veracruz.
Población
El municipio de Rivas tiene una población de 41,080 habitantes, siendo la población
masculina de 20,030 habitantes y la población femenina 21,050 habitantes. La población
urbana de 25,470 habitantes (62%) y la población rural de 15,610 habitantes (38%).
De acuerdo al Mapa de Pobreza elaborado en base a la metodología de Necesidades
Básicas Insatisfechas (NBI), según los resultados del VIII Censo Nacional de Población y
IV Censo de Vivienda 2005, está ubicado en un nivel de pobreza baja.
Los Módulos Comunitarios de Adoquinado adquieren mayor relevancia por la oportunidad
de empleo para las mujeres, y la mejora de la calidad de vida por la generación de
empleo.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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Figura No. 6.1. Mapa de Pobreza de Nicaragua
Fuente: INIDE
Educación
El municipio cuenta con una población estudiantil de 11,912, de ellos 794 de preescolar,
6,629 de primaria y 4,489 de secundaria, distribuidos en un total de 42 centros de
educación, atendidos por 449 docentes. Existen además 5 Institutos Técnicos y 6
Universidades.
La población rural tiene una escolaridad media de 2.6 años en la población mayor de 15
años y 12 años (bachilleres) en la mayoría de los jóvenes de 16 a 25 años.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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Salud
En el Municipio de Rivas el sistema de salud está conformado por 1 hospital, 1 Centro de
Salud y 5 Puestos de Salud. En el área urbana se encuentra el hospital “Gaspar García
Liviana”, el cual es de cobertura departamental y brinda atención a una población de
156,649 habitantes, ofreciendo los servicios de emergencia, pediatría, ginecología,
medicina interna, radiología, cirugía, ortopedia, fisioterapia, rehabilitación, trabajo social,
psicología, psiquiatría y docencia.
El Centro de Salud urbano se encuentra en el barrio El Palenque y funciona como
cabecera. De los 5 Puestos de Salud de los cuales 2 están en el área urbana (Barrios
Gaspar García Laviana y Popoyuapa).
En el área rural existen 3 Puestos de Salud ubicados en las comunidades de La Chocolata,
Veracruz y La Virgen. También existen 71 Casas Bases de Salud. Los servicios ofertados a
la población son: Medicina general, Atención Integral a la Mujer, Atención Integral a la
Niñez y Adolescentes, odontología, higiene, pacientes de tercera edad, laboratorio,
trabajo social, farmacia y enfermería.
En cuanto al personal de salud; Se cuenta con 7 médicos generales, 8 enfermeras, 19
auxiliares de salud, 1 odontólogo, 2 higienistas, 2 laboratoristas, 1 trabajadora social, 9
sanitarios y 23 trabajadores en el área administrativa.
Agua potable y Alcantarillado Sanitario
El agua potable y el alcantarillado del municipio de Rivas, son administrados por la
Empresa Nicaragüense de Acueductos y Alcantarillados (ENACAL), brindando cobertura al
69% de la población.
Se cuenta con 1 acueducto urbano y 7 mini acueductos rurales, además de 38 pozos
comunales. El total de conexiones comunales brindan cobertura al 31% de la población del
municipio.
Entre las medidas sanitarias están la cloración de agua de consumo, muestreo de las
fuentes y aplicación de cloros en las comunidades donde hay pozos comunales, ríos y
pozos excavados a manos que no tienen ninguna clase de tratamiento.
Se construyeron tres sistemas de red de agua potable beneficiando a las comunidades de
Palos Negros, La Conchagua y los Horconcitos. Estos proyectos significaron una inversión
de más de C$ 1,544.00 córdobas, la administración de estas nuevas redes está a cargo de

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
39
comités comunales y la calidad del agua y regulación de bombas son atendidas por la
Empresa Nicaragüense de Acueductos y Alcantarillado Sanitario (ENACAL).
El alcantarillado sanitario tiene conectadas 218 casas para un 2.6% de cobertura,
constituidas por 36 manjoles y 4 pilas de oxidación. El 71% de la población posee letrinas
tanto en la zona urbana y rural. Existen 3 cauces principales y secundarios, con una red
de 17 Km. Tiene una cobertura de 18.82% del total de viviendas.
Energía eléctrica
El municipio de Rivas cuenta con el servicio energía domiciliar y pública distribuida a
través de la empresa GAS NATURAL, antes conocida como UNION FENOSA DISSUR. A
nivel rural sólo dos comunidades no cuentan con el servicio de energía eléctrica.
Se dispone de una sub-estación eléctrica que proporciona servicio a la producción
agropecuaria, comercial y al sector domiciliar, a través de 5,024 abonados a nivel
municipal, con una población servida de 30,144 habitantes en total; lo cual representa una
cobertura municipal del 71 %.
Red vial y servicios de transporte
A nivel municipal Rivas presenta una articulación directa a través de sus vías principales
con la carretera Panamericana que es asfaltada y es la que le permite comunicarse a una
escala Departamental, Intermunicipal y Municipal. Además posee carreteras internas de
tiempo seco, y vías primarias como caminos existentes de todo tiempo y en estación
seca, que cruzan todo el municipio comunicándolo entre sí.
Internamente existen 34 territorios que tienen material de revestimiento de los cuales 19
son urbanos y 15 rurales, 13 territorios no tienen ningún material de revestimientos de los
cuales 7 son urbanos y 6 son rurales. 13 territorios tienen material de asfalto; 4 urbanos
9 rurales y en 4 territorios del casco urbano existen vías adoquinadas.
El municipio cuenta con un sistema de vías, de carreteras y caminos, que le permiten
tener una buena comunicación tanto a nivel municipal como departamental. A través de
estas, la ciudad tiene una red efectiva que le permite el movimiento de los pasajeros a los
distintos puntos del territorio. Estas se clasifican como troncales, rurales y urbanas, con un
total de 2 rutas y 520 unidades.

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El plan de desarrollo local contempla como uno de sus principales ejes de desarrollo local
la producción y economía el cual tiene como objetivo sectorial alcanzar competitividad
para mejorar el nivel de vida mediante el incentivo de la producción agropecuaria, el
comercio y el turismo.
Alrededor de este eje se considera un eje fundamental de apoyo a la producción y
economía como es el eje de las mejora de infraestructura de redes y caminos troncales
que a nivel rural conectan a la zona de producción.
En este sentido, la municipalidad ha invertido C$ 3,781.041.58 córdobas en la reparación
de Caminos de la Zonas de:
Veracruz
, el Rosario, Popoyuapa y Ramales, Tronco Solo y la
Virgen que son las zonas para la producción de musáceas, granos y lácteos y frutas. Por
otro lado se hicieron reparaciones en el casco urbano con el fin de mejorar la imagen
urbana y contribuir al incentivo del turismo a nivel local.
Sector Agropecuario
El sector agropecuario representa la principal actividad económica del municipio y la
agricultura, siendo los principales rubros: el fríjol, sorgo, ajonjolí, maíz, y algunas
hortalizas.
Del total del área cultivable el 54% es ocupado para la explotación en cultivos
permanentes o anuales, implementadas por 740 productores que representan el 59% del
total de productores del municipio.
Por ser un rubro muy importante en nuestra economía, significa un 21,32% del área
cultivada en el municipio y el 35,57% del área utilizada para los cultivos permanentes y
anuales. Además presenta un 24,18% del total de productores del municipio y un 39,57%
de los dedicados a los cultivos permanentes y anuales.
Sector Industria y Comercio
Existen en el municipio fábricas de calzado (4), imprentas (2), procesadoras de queso (1),
fábricas de bolis (2), trapiches (2), pulperías (540), bares y restaurantes (27),
procesadores de alimentos (17), mataderos (9), plantel de construcción (1), mercados (2),
Tiendas, ferreterías, supermercados.
Ante la disminución de labores productivas, y ante el incremento del desempleo el cual
oscila entre el 50 y 70%, el sector servicio y comercio ha tenido un considerable

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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crecimiento, por cuanto representa una alternativa de empleo que permite la
supervivencia de muchos pobladores.
La actividad comercial está representada en el casco urbano de Rivas, por sus
características como núcleo económico del municipio, donde se establecen corredores
tanto migratorios como comerciales entre las diferentes comunidades. El sector terciario
en el ámbito urbano está representado por el 64.95%, es decir, 19,518 habitantes
respecto a la PEA urbana.
Las principales empresas son: Casa Pellas, La Curacao, CCN, Embotelladora Nacional S.A.,
CISA AGRO, Rappacioli Mcgregor, , Servicio Agrícola Guardián, Fábrica de productos
lácteos, Calera del Sur, BANCENTRO, BANPRO, FAMA, CHISPA, ASODERI, GUAPISA.
FINDESA entre otros.
El Sector Terciario tiene establecida una base sólida; la mayoría son empresas
comerciales, misceláneas, distribuidora de productos, proveedores de insumos agrícolas,
entre otros.
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El municipio tiene características físico-naturales aprovechables, se encuentra a 110 km de
Managua, posee tierras con potencial agropecuario, posee recursos con potencial turístico
escénico y activo.
El deterioro ambiental es causado principalmente por la deforestación y la ausencia de
régimen de usos del suelo. Estos factores negativos, al combinarse con los eventos
climáticos, como la sequía o altas precipitaciones, amenazan al territorio, causando
verdaderos desastres en el municipio.
Las características presentes en el municipio llevan a concluir que más allá del enfoque de
evaluación tradicional, los beneficios de orden social y ambiental deben recibir un peso
considerable en la justificación de cualquier proyecto. En este marco, el mejoramiento del
camino Rivas - Veracruz es un eje de desarrollo local básico, que significará una mejoría
inmediata en el nivel de vida de los pobladores, sirviendo además como plataforma para
para dinamizar la economía de la zona y mejorar la calidad de vida de la población
circundante.
Es importante destacar que además de la carretera, se requiere:
- la recuperación del ambiente, principalmente reforestando las cuencas

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
42
- la creación de canales de comercialización, el acceso a financiamiento y asesoría
técnica por parte de los pequeños y medianos productores, que son quiénes están
implementando tecnologías sostenibles.

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En el marco de la participación y concertación social para la implementación de proyectos
de infraestructura vial, a fin de informar y de involucrar a la comunidad, se realizó un
proceso de consulta ciudadana con los diferentes actores sociales y económicos presentes
tanto en la ciudad de Rivas como en el área de influencia del proyecto, esto con el
objetivo de facilitar los elementos que permitan fortalecer y generar la capacidad de
incidencia de la población en el desarrollo de la obra.
La consulta ciudadana se llevó a cabo en tres momentos:
Un primer momento: En el mes de Octubre/2011, se realizó consulta de información
existente en la etapa de realización de la Valoración Ambiental del Proyecto a las
Autoridades Municipales, Pobladores Locales, Miembros del Gabinete del Poder Ciudadano
y Líderes Comunitarios.
Un Segundo Momento: Concluido la Valoración Ambiental y los Diseños del Proyecto se
realizó una Presentación de los resultados a las Autoridades Municipales, Pobladores
Locales, Miembros del Gabinete del Poder Ciudadano y Líderes Comunitarios. La
presentación fue realizada en el mismo mes que el primer momento, el día 13 de Octubre
de 2011.
Un Tercer Momento: Posteriormente se realizó recorrido en el camino para recabar
información actualizada en Mayo/2012.
Metodología Utilizada para la Consulta Ciudadano:
(i) Trabajo de campo acompañado de entrevistas dirigidas a la población que habita en
el área aledaña al Proyecto.
(ii) Presentación de los resultados de la Valoración ambiental.
Trabajo de Campo
En el primer recorrido de campo se visitaron, además de algunas instituciones existentes
en la Cabecera Municipal, tales como el Ministerio de Educación, Ministerio de Salud,
Policía Nacional, a los diferentes Líderes de Comunidades por donde discurre el
lineamiento de la vía.
Entrevistas
Se realizaron entrevistas con los pobladores residentes aledaños a la vía, manifestando
tener conocimiento de este proyecto, (han oído hablar sobre la rehabilitación del camino),
se tiene una percepción positiva, destacando las siguientes bondades o beneficios:

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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1. Facilidad y rapidez en el transporte, lo que involucra tener fácil acceso a las
diferentes comunidades, beneficiando a la población que sale a trabajar;
además, provee de mejor acceso a las escuelas y centros de enseñanza, lo
cual se ve afectado en la época de invierno, debido a que los caminos se
vuelven intransitables por el lodo, corrientes de agua y crecida de los ríos,
dificultando el desarrollo de las actividades educativas y laborales.
2. Favorece el acceso a los Servicios de Salud ya que “También ayudaría en el
traslado de enfermos hacia los puestos o Centro de Salud, porque ahora
cuesta que lleguen a sacar a un enfermo desde las comunidades más alejadas
de la cabecera municipal”. Tiene su efecto en la reducción de la mortalidad
materna e infantil.
3. Prestaría mejores condiciones para sacar la producción y comercialización de
granos básicos, musáceas, pescados entre otros productos que se producen
y/o explotan en la zona; además permitirá en todo tiempo abastecerse de
bienes e insumos necesarios para el desarrollo de las actividades
socioeconómicas del territorio.
4. Autoridades edilicias, productores y líderes Comunales, manifiestan que el mal
estado de la carretera provoca aislamiento entre los municipios y la ciudad
capital en lo referente al intercambio comercial.
5. La implementación de la modalidad de construcción a través de Módulos
Comunitarios de Adoquinados (MCA) propiciará la contratación de mano de
obra local, mejorando el ingreso familiar, además de motivar el cuido y
apropiación de la obra, concibiéndose como parte del patrimonio municipal.
6. Representantes del sector transporte público terrestre señalaron, el alto costo
del mantenimiento vehicular debido al mal estado del camino, lo que
perjudica su economía familiar ya que reduce considerablemente sus ingresos,
así como la capacidad para la renovación de sus unidades; aunado esto, al
retraso en el traslado de mercaderías y personas, implicando grandes
dificultades para mantener una dinámica económica que incentive y genere la
inversión local. La obra reducirá costo de operación del sector transporte.
7. Fuentes policiales, líderes comunales y ciudadanos en general refieren que la
situación del camino impide la adecuada atención a la problemática de
Seguridad Ciudadana, dado que el camino está en mal estado e impide que la
Policía Nacional resguarde a los pobladores en la zona del proyecto o bien
impide que atiendan llamados de situación de inseguridad en esa zona porque
evitan que se les dañen sus vehículos. En este sentido, el proyecto facilitará
mantener programas de prevención del delito en la zona porque permitirá el

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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rápido acceso de la Policía Nacional y permitirá que incluyan al sector en los
programas de visita de esta Institución para garantizar la seguridad.
Fuentes policiales, líderes comunales y ciudadanos en general refieren que la
situación del camino impide la adecuada atención a la problemática e Seguridad
Ciudadana, dado que las malas condiciones del camino impiden el acceso de las
patrullas policiales. Con el proyecto de adoquinado se vendrá a solventar esta
problemática, porque facilitará a la Policía Nacional fortalecer sus programas de
prevención del delito.
Taller de Convalidación Municipal con la Presentación de la Valoración
Ambiental y Social.
Se realizó el día
13 de Octubre de 2011
, un Taller de Convalidación Municipal en el cual
se presentaron los resultados de la Valoración Ambiental del Proyecto de Mejoramiento del
Tramo de Camino
Rivas – Veracruz (8 Km)
a Autoridades Municipales, Pobladores
Locales, Miembros del Gabinete del Poder Ciudadano y Líderes Comunitarios. En término
generales, los participantes expresaron sus expectativas sobre el proyecto, manifestando
su deseo a que se haga realidad porque traerá grandes beneficios socioeconómicos a los
residentes del municipio, contribuyendo a la reducción de la pobreza local.
Cabe destacar que el
Gerente de la Alcaldía Municipal del Rivas, Wilfredo López
Hernández
, señaló el interés de la Municipalidad por apoyar el desarrollo de la Obra, ya
que ha sido esperada por mucho tiempo por los pobladores, concluyendo que están
satisfechos con los resultados del Estudio.
(Se adjunta ACTA de la presentación y
Lista de Asistencia).

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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Foto No. 11. Participantes en Consulta Publica Proyecto
Rivas-Veracruz
Foto No. 12. Representantes de Comunidades en Consulta Pública

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8.1. INTRODUCCIÓN
Tomando como base la información recopilada para el proyecto, se identificaran y
valoraran los impactos ambientales que podrían ser generados durante las diferentes
etapas del proyecto de adoquinado del tramo Rivas - Veracruz.
Los impactos ambientales y sociales producidos por las diferentes actividades definidas
para el proyecto, se catalogan según su incidencia al medio y se consideran los factores
ambientales que podrían ser afectados, tales como: geomorfología, suelos, agua, clima,
amenazas naturales, paisaje, vegetación, fauna, población, equipamiento social,
economía, usos del suelo, y afecciones a la población. A continuación se presenta la
categorización general de los impactos:
Impactos Directos Positivos:
Son los impactos que conllevan un bienestar a
nivel individual o social durante la etapa de construcción. Los impactos positivos
están dados por generación de empleo temporal y directo por contratación de mano
de obra local e incremento a la economía local por una demanda de bienes y
servicios requeridos por el constructor y su personal.
Impactos Directos Negativos:
Son todos aquellos que perjudican el medio social
o ambiental en la zona de influencia y se atribuyen a la ejecución del proyecto.
Estos generalmente están dados por:
Afectación a la vegetación.
Generación de polvo y ruido.
Contaminación de fuentes de agua.
Alteración de la topografía existente.
Molestias a pobladores.
Impactos Indirectos:
Pueden ser de carácter positivo o negativos y están dados
por:
Cambios en el uso de suelo
Incremento a explotación de recursos naturales.
Cambios al paisaje natural.
Mejora en las condiciones de transporte.
Fortalecimiento de la producción.
Mejor acceso a servicios sociales.
Mayor asistencia institucional (privadas o públicas)
Incremento en la presencia de turistas en la zona.

VALORACION AMBIENTAL
PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
48
El grado de las afectaciones ambientales y sociales generadas por las acciones del
Proyecto, estará en dependencia del cumplimiento de las medidas ambientales,
disponibilidad de recursos económicos y voluntad de involucrados o de beneficiarios de
participar en la aplicación de tales medidas.
Debido a que el proyecto tiene como objetivo el mejoramiento del camino los impactos
esperados, tanto ambiental como social, pueden considerarse de baja magnitud. Adicional
a lo anterior el Proyecto contempla utilizar el trazado existente en una zona ya
intervenida, lo que asegura que la generación y efectos de los posibles impactos sean
minimizados.
8.2.
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Los impactos se identifican de acuerdo a las etapas que conforman el desarrollo del
proyecto, siendo estas la etapa de diseño, construcción y la etapa de operación y
mantenimiento considerándose dentro de esta etapa el monitoreo.
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Durante esta etapa, el trabajo se resume en estudios, trabajos de campo puntuales y
trabajo de oficina, por lo que no se espera que se produzcan impactos negativos,
relacionados al medio ambiente físico y biológico.
La etapa de factibilidad y pre-construcción contiene exclusivamente dos actividades: 1) el
diseño del proyecto y 2) la evaluación y predicción de las afectaciones, para las cuales se
definen los posibles impactos y se presentan una serie de medidas de mitigación con el fin
de minimizar aquellos que resulten adversos. Se considera que por sí mismos, no tienen
repercusiones en el medio ambiente, puesto que son trabajos de gabinete.
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El tramo Rivas – Veracruz se ejecutará sobre el trazo existente, el diseño no contempla
cambios que requieran la ampliación del derecho de vía actual, pues este es
suficientemente amplio.
Las actividades de la etapa de construcción son las siguientes:
Movimiento de equipos
Limpieza del derecho de vía
Explotación de bancos de materiales.
Movimientos de tierra.
Explotación de fuentes de agua.
Remoción y disposición de material desechable.
Construcción de obras de drenaje.
Señalización vial.

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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A continuación se describen los impactos esperados durante cada una de las actividades
de esta etapa.
Movimiento de equipos
Para la instalación de campamento y planteles, la realización de las obras, se requieren
equipos y maquinarias, los cuales serán trasladados al área del proyecto y deberán ser
resguardados durante la ejecución del Proyecto.
Los impactos esperados por el movimiento de equipos son los siguientes:
Afectación a la vegetación dentro del área de paso de los equipos.
Perturbación y desplazamiento de fauna.
Contaminación de suelo por derrames accidentales de combustibles y lubricantes.
Contaminación del agua por derrames accidentales de combustibles y lubricantes.
Generación de polvo y gases por el paso de maquinaria.
Instalación y operación de campamentos y/o planteles temporales
Considerando las características de los proyectos de adoquinado ejecutados bajo la
modalidad de Módulos Comunitarios de Adoquinado, no se contempla la instalación y
operación de campamentos y planteles para los trabajadores y equipo respectivamente.
En el caso de la maquinaria y equipos, son pocos los utilizados en las obras, por lo cual
solo se requiere un parqueo de maquinaria para lo cual el Contratista busca parqueos
existentes en la zona y que son propiedades de población del sector destinados para este
fin. En otro caso, el Contratista entabla negociaciones de alquiler de patios comunales
para el resguardo de la maquinaria.
Tampoco dentro de los proyectos de adoquinado se contemplan planteles para los
trabajadores, debido a que la mano de obra que se emplea es mano de obra local, los
trabajadores una vez finalizadas las labores al final del día se dirigen a sus casas a
descansar. Lo que se contempla durante la ejecución del proyecto es el alquiler de una
vivienda para establecer las oficinas de los Módulos, para los Ingenieros supervisores y la
administración de los Módulos.
Limpieza del derecho de via
Los impactos potenciales por la actividad se caracterizan principalmente por efectos
directos al suelo y perdida de cobertura vegetal que se ha formado con el tiempo cubre el
derecho de vía. Algunos de estos efectos tienen medidas compensatorias y otros
inevitables pero con medidas de mitigación. En esta etapa es cuando mayor intervención
se causa en la flora y fauna.
Dentro del derecho de vía del proyecto no existen edificaciones que sean afectadas por el
proyecto, ni habrán afectaciones a la propiedad privada. Tampoco se contempla la tala de
árboles ya que no se identifican árboles en el derecho de vía que comprometan el
proyecto.

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Explotación de banco de materiales
La explotación de estos bancos de materiales contempla lo siguiente; extracción de las
cantidades de material requeridas en la obra, transporte del mismo, descapote de todo
material superficial (eliminación de vegetación sean estos matorral o arbustos) así como
de la capa superficial de suelo, dependiendo de su ubicación con respecto a la obra
implicaría apertura de accesos o mejoramiento de los existentes.
Los impactos esperados de esta actividad son:
Alteración de la topografía y paisaje.
Generación de ruido.
Agotamiento del recurso mineral y suelo.
Contaminación del aire por paso de maquinaria.
Afectación de la capa fértil del suelo y pérdida de vegetación.
Contaminación de cuerpos de agua por inadecuada disposición de material
removido.
Modificación al drenaje natural.
Movimiento de tierra
Este conjunto de actividades implica la acumulación y reubicación de todo el material
desde los puntos de corte a los puntos de relleno. La actividad también está relacionada al
transporte de material para la conformación de la superficie del camino, el cual deberá ser
obtenido de los Bancos de materiales de préstamo. En este conjunto de actividades
también se incluye:
Excavación y nivelación para remoción o incorporación de material para llegar a la
cota cero, punto desde el cual se construirá el adoquinado.
Cortes y terraplenes, incluye las excavaciones realizada a cielo abierto en terreno
natural, en ampliaciones y/o abatimiento de taludes, en escalones, en cunetas,
etc., con el objeto de preparar y/o formar la sección de la terracería.
Excavaciones cortes en laderas requeridas para el mejoramiento de la vía. Para la
conformación de los terraplenes, se reutilizará material proveniente de los cortes y
material de bancos de préstamo.
El movimiento de tierra, también incluye, el tendido de los taludes y la elevación de la
rasante en terraplenes existentes; así como el relleno de excavaciones adicionales abajo
de la rasante en cortes.
Los impactos esperados de esta actividad son:
Contaminación de suelo por maquinaria en malas condiciones, materiales de
construcción y por generación de residuos sólidos.
Aumento en la erosión de los suelos.
Contaminación del aire por mal paso de maquinaria.
Afectación de la capa fértil del suelo y pérdida de vegetación.
Riesgos de accidentes.

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Modificación al drenaje natural.
Explotación de fuentes de agua.
Durante la extracción de agua en los puntos de aprovisionamiento donde podría haber una
ligera remoción de material sedimentado y posibles vertimientos de residuos
contaminantes.
Los impactos esperados de esta actividad son:
Alteración del drenaje superficial.
Cambios en los flujos de caudales.
Cambios en los procesos de erosión y sedimentación.
Agotamiento del recurso.
Contaminación del agua por derrames accidentales de combustibles y/o
lubricantes.
Afectación de la fauna existente en los cuerpos de agua y en sus alrededores.
Afectación de la vegetación existente en los cuerpos de agua y en sus alrededores.
Desvíos provisionales y obras complementarias.
El proyecto contempla la ubicación de desvíos provisionales y otras obras
complementarias, durante la ejecución de las obras, esto con el objetivo de mantener el
tráfico normal en el camino sin retrasar las actividades constructivas. Estos desvíos se
realizaran dentro del derecho de vía.
Los impactos esperados de esta actividad son:
Afectación de la capa fértil del suelo y pérdida de vegetación.
Contaminación del suelo por derrames accidentales de combustibles y/o
lubricantes.
Erosión del suelo por los cambios en el uso de suelo.
Afectación al hábitat de la fauna existente en el área.
Generación de ruido.
Malestar a pobladores aledaños por la alteración del paso habitual en el camino por
la ejecución de obras.
Remoción y disposición de material de desecho
Producto del movimiento y deposición temporal de material para relleno, se espera la
generación de material sobrante, el cual debe de ser depositado en botaderos para su
manejo.
Los impactos esperados de esta actividad son:
Acumulación de restos vegetales productos de corte de vegetación existente en
estos sitios.
Alteración del drenaje superficial.
Contaminación de cuerpos de agua por la inadecuada disposición del material de
desecho.

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Contaminación del aire por paso de maquinaria.
Alteración del paisaje.
Construcción de obras de drenaje
Esta actividad contempla las excavaciones para la instalación de cimentaciones de
alcantarillas, cunetas, y otras obras necesarias para la circulación de aguas superficiales.
Los impactos negativos esperados son:
Generación de desechos sólidos en los sitios de construcción.
Modificación de los cauces naturales.
Modificación de la calidad del agua.
Desvío e interferencia temporal del flujo de cuerpos de agua.
Señalización vial.
El proyecto contempla la colocación de señalización vertical a lo largo del camino, en sitios
donde se realicen actividades constructivas, donde se ubiquen desvíos provisionales y en
los sitios de aprovechamiento de materiales.
El objetivo de colocar la señalización es garantizar la seguridad de los trabajadores y
habitantes de la zona donde se las obras.
Los impactos esperados de esta actividad son:
Alteración del paisaje natural.
Alteración temporal del paisaje por mala ubicación de la señalización.
Etapa de Operación y Mantenimiento
La mayor parte de los impactos generados en esta etapa son de carácter positivo y están
dados por reducción en el tiempo de traslado o movilización de la población beneficiada,
acceso seguro para la comercialización de productos agropecuarios de la zona, posible
mejora en los medios de transporte actualmente solo existe una unidad sin horario de
salidas o llegadas y en dependencia de número de pasajeros realiza los viajes.
Los impactos negativos esperados son:
Generación de desechos sólidos a lo largo del camino por el aumento del tráfico.
Generación de ruido por el aumento del tráfico en la zona.
Alteración de la calidad del aire por el aumento del volumen del tráfico.
Depredación de la fauna por los trabajadores.
Pérdida de vegetación.

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8.3. IDENTIFICACIÓN DE POSIBLES IMPACTOS SOCIALES
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En las diferentes etapas del proyecto se generarán impactos, en el caso de la etapa de
construcción, los posibles impactos sociales identificados se describen a continuación:
Tabla Nº 8.1. Posibles Impactos Sociales en la etapa de construcción.
Incremento de
Riesgo de
Accidentalidad
En este tipo de proyecto, pueden generarse dos posibles momentos
para accidentes; el primero durante la ejecución de las obras, por los
vehículos de trabajo de la obra, aumentando el riesgo sobre los
trabajadores, la población local y semoviente. El segundo momento, es
una vez construido el camino, se podrá ver incrementada la velocidad
vehicular, lo que podría causar un aumento en los accidentes.
Se considera que es en el período de construcción donde están los mayores impactos
negativos, por lo tanto, se consideran impactos negativos temporales ya que una vez
finalizados el momento de la construcción de la obra, varios de las molestias a las
comunidades cesarán. Los impactos a la parte social cesarán en su mayoría.
Posibles Impactos
Descripción de Impactos en Período de Construcción
Generación Temporal
de Empleo
Es el requerimiento de mano de obra temporal en la construcción y
operación del proyecto. Generalmente es un impacto positivo porque
disminuye transitoriamente el índice de desempleo, mejorando la
economía local.
Polvo y Ruido.
Dependiendo de las condiciones locales y la cercanía de casas y
comunidades, el polvo y el ruido podrán ser perjudiciales para la salud
humana durante la etapa de construcción. La salud de los trabajadores
de la construcción y mantenimiento del camino también podrá verse
adversamente afectada por el ruido y el polvo que se genera.
Propagación de
Enfermedades
La mejora del camino aumentará la comunicación entre las poblaciones
rurales, urbanas y extranjeros, lo que podría causar el aumento
potencial de la exposición a enfermedades de transmisión sexual
(incluyendo el SIDA) y otras enfermedades tales como la tuberculosis.
Peligros Asociados
con los Trabajos en
Carreteras.
La operación de maquinaria destinada a la construcción del camino
podría representar una amenaza real para la seguridad tanto de los
pobladores, como de los trabajadores, durante las etapas de
construcción y mantenimiento de la carretera. Adicionalmente, la falta
de buena planeación en la creación de depósitos de almacenamiento
de materiales y bancos de materiales podrían constituirse en
amenazas para la integridad física de los mismos, tales como sufrir
lesiones o la muerte.

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En el momento posterior a la construcción se generaran los posibles impactos que se
describen a continuación:
Tabla Nº 8.2. Posibles Impactos Sociales en Periodo posterior a etapa de construcción.
8.4. MATRIZ DE IDENTIFICACIÓN DE IMPACTOS
Esta tabla presenta los impactos potenciales que serian generados por la ejecución de la
obra y que inciden tanto aspectos ambientales como humanos. La metodología para la
identificación es presentada a continuación.
En las columnas de la matriz se presenta el medio a ser afectado por las actividades
de construcción, este medio incluye aspecto físicos, bióticos, socio económico y
cultural, determinándose factores del medio para cada uno de ellos, por ejemplo para
un medio biótico los factores a ser potencialmente afectados son flora y fauna con sus
respectivos impactos ambientales potenciales.
Posibles Impactos
Descripción de Impactos en Períodos de Implementación
Aspecto Paisajístico
La construcción de la carretera afectará de forma positiva el paisaje,
siempre y cuando se mantenga limpia, y se evite la proliferación
basura.
Generación de
Expectativas
Aún desde antes de la construcción de la carretera ya se han
generado esperanzas diversas en el sector, referidas a la contratación
de mano de obra, a los impactos del proyecto y a los posibles
beneficios o riesgos que les pueda traer. De ahí que adquiere mayor
relevancia, la presentación del proyecto a la comunidad y el
acompañamiento por parte de la Alcaldía Municipal.
Cambio de la Cultura
Local y la Sociedad
El desarrollo de la nueva carretera sin duda mejorara el nivel
personal de vida. El acceso a oportunidades de educación y a servicios
básicos, incluyendo el cuidado de la salud, serán aspectos muy
importantes para la población beneficiada.
La construcción y el mantenimiento de la carretera podrán también
proporcionar ingresos a obreros agrícolas, campesinos y comunitarios
en general como resultado del incremento de la actividad económica
de la zona. Sin embargo, es importante resaltar que en ciertas
circunstancias, se tendrá el potencial de competir con la mano de obra
de los proyectos agrícolas y pecuarios vecinos.

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
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En
las filas se presentan las diferentes actividades del Proyecto señalándose por
etapas (diseño, construcción y operación) detallándose para cada una de ellas las
acciones típicas que este tipo de proyecto conlleva.
Una
vez definida la matriz, el paso siguiente es ir paulatinamente a través de cada
renglón de impactos ambientales potenciales y confrontarlo con las acciones del
Proyecto.
Una
vez concluida este proceso se verifican con una revisión general de la tabla,
constatándose que no existan omisiones o errores en la identificación.
El siguiente paso es la redacción de lo identificado, para proceder a la descripción de
las medidas ambientales a implementarse en el Proyecto.
El resultado de lo indicado anteriormente servirá de base para la elaboración del Plan
de Gestión Ambiental (PGA) de los Proyecto al momento del Monitoreo Ambiental de
la construcción de las obras el que debe estar consensuado con autoridades locales e
institución gestora del Proyecto.

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Tabla Nº 8.3. Matriz de Evaluación de los Impactos Identificados para el proyecto.
ETAPAS DEL PROYECTO
DISEÑO
EJECUCION
OPERACIÓN/
MANTENIMIENTO
FACTORES
DEL MEDIO
IMPACTOS AMBIENTALES
POTENCIALES
Visitas al sitio,
recopilación y análisis de
info
rmación
Elaboración del
documento y diseño del
proyecto
Movimiento de equipos
Instalación y operación
de campamentos y
planteles
Excavación, cortes y
rellenos
Explotación de bancos
de materiales
Movimiento de tierra
Explotación de fuentes
de agua
Desvíos p
rovisionales y
obras complementarias
Remoción y disposición
de material de desecho
Construcción de obras
de drenaje
Señalización vial
Señalización vial
Puesto en servicio del
camino
Mantenimiento de la
superficie de rodamiento
Mantenimiento del
drenaje
Rev
egetación
MEDIO
FISICO
Suelo
Taludes inestables
Procesos erosivos
Contaminación del suelo
Aire
Generación de ruido
Generación de polvo y ruidos
Agua
Disminución de la calidad del
agua
Sedimentación
Agotamiento del recurso
Alteración del drenaje natural
Contaminación del agua
Paisaje
Alteración de la estructura
paisajística
BIOTICO
Flora
Pérdida de la cobertura vegetal
Disminución de vegetación por
extracción de trabajadores y

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población
Destrucción directa de la
vegetación
Fauna
Destrucción del hábitat
Atropellamiento de fauna
Depredación de la fauna
SOCIO ECONOMICO Y CULTURAL
Desarrollo
Económico,
Servicios y
Patrimonio
Generación de empleo
Mejoría familiar
Cambios en la cultura de la
población
Accidentes y conflicto laboral
Inconformidad e Inseguridad
peatonal
Mejora del transporte en la
zona
Apoyo a la producción local
Uso de terrenos privados
Proliferación de ETS
Impactos Negativos
Impactos Positivos

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El Plan de Gestión Ambiental es el instrumento que describe las medidas de mitigación y
monitoreo, así como los arreglos durante la implementación del proyecto, para eliminar
impactos adversos, compensar o reducirlos a niveles aceptables. Es un instrumento básico
de gestión ambiental, que deberá permitir un seguimiento eficiente de la evolución del
medio ambiente que interactúa con el proyecto, específicamente en cuanto a la calidad de
los componentes del medio que han sido determinados en el presente estudio ambiental.
En el Plan se desarrollan las medidas de manejo ambiental y social necesarias para
prevenir, mitigar, controlar, proteger o compensar los posibles impactos que se deriven de
las actividades del Proyecto de Adoquinado Rivas-Veracruz. Este Plan debe ser
considerado como una guía para la planificación del manejo y monitoreo de las acciones
del proyecto, considerando que el proceso constructivo estará sujeto a modificaciones de
acuerdo al desarrollo de actividades de obras.
El Plan se establece a partir del análisis efectuado en la evaluación ambiental, tomando
como punto de partida la descripción técnica del proyecto, el reconocimiento de las
características del área de influencia descritas en la Línea Base Ambiental y la
identificación de los posibles impactos sociales y ambientales del proyecto.
La ejecución del Plan, requiere de la participación de diferentes sectores a los cuales sirve
la carretera, no solo en lo que respecta al uso como vía de transporte, sino también a los
aspectos indirectos que abarca los siguientes ámbitos: agricultura, turismo, industria,
comercio y fundamentalmente a la protección del medio natural. La participación de los
Gobiernos Municipales, Instituciones de Gobierno presentes en la zona, el Ministerio de
Transporte e Infraestructura, los cuales jugarán un papel preponderante en cuanto al
mantenimiento de la vía y al control de los dispositivos sobre, uso de recursos naturales,
manejo de desechos y derecho de vía.
9.1. OBJETIVOS DEL PLAN
Este Plan de Manejo Ambiental (PGA) contiene un conjunto estructurado de medidas que
tienen como objetivo prevenir, mitigar, corregir o compensar los impactos ambientales y
sociales negativos del proyecto, así como fortalecer los positivos, que pudieran derivarse
como consecuencia de las actividades de construcción y operación del presente proyecto.
A través del PGA se define la responsabilidad en la ejecución, supervisión y monitoreo de
las medidas de mitigación, protección y control, considerando al mismo tiempo su costo en
los alcances de obras del proyecto.

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
59
El PGA constituye un documento legal de responsabilidad ambiental que debe ser seguido
en todo momento por los ejecutores de las obras.
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.
.
2
2
.
.RESPONSABILIDADES
Tal y como se describió con anterioridad, en este proyecto de adoquinado se da la
participación de un elevado número de actores, cada uno de los cuales tiene una serie de
responsabilidades que quedan definidas en este Plan de Gestión Ambiental, y se detallan a
continuación:
Para las actividades de movimientos de tierra, cortes, explotación de bancos de
materiales y preparación de la superficie de rodamiento, se va a contar con un
contratista que será una Empresa Constructora Nacional Privada. El contratista tiene la
obligación de ejecutar todas las medidas de mitigación y planes de manejo que le
corresponda, tal y como se detalla más abajo.
Para las actividades de colocación de los adoquines sobre la superficie de rodamiento
terminada se contara con la estructura del MCA. El MCA también tiene que cumplir con
medidas de mitigación y planes de manejo detallados a continuación.
La Municipalidad en la que se desarrolla el proyecto va a contratar una supervisión
ambiental de los trabajos. Este supervisor está encargado de vigilar el cumplimiento de
las medidas de mitigación y de los planes de manejo. En este PGA se le da el nombre
de supervisión.
Por último, la Unidad de Gestión Ambiental del Ministerio de Transporte e
Infraestructura realizará tareas de coordinación, visitas periódicas, revisión de la
obtención de los permisos, cumplimiento de la legislación vigente y seguimiento de las
políticas de salvaguarda del Banco Mundial.
9.3. MEDIDAS DE MITIGACIÓN
Se encuentran diversos momentos para aplicar medidas de mitigación: durante las
acciones previas al inicio de la obra; durante el periodo de construcción; y durante la fase
de operación.
Las distintas medidas de mitigación se han agrupado, para su facilidad de comprensión,
en planes de manejo. Los planes que aplican a este proyecto de adoquinado son: de
movimiento de tierras, de manejo de residuos, de contingencia, de abandono, de
circulación, de seguridad, de vigilancia epidemiológica.

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
60
Tabla 9.1. Responsabilidades de Ejecución y Supervisión de los Planes
Momento del
proyecto
Plan
Responsable de la
ejecución
Responsable
de supervisión
Construcción
Plan de Educación Vial-
Ambiental-Salud/ Taller Vial-
Ambiental
MCA, Administrador
de Proyecto del MTI
en Coordinación con
la UGA-MTI
UGA-MTI
Plan de Educación Vial-
Ambiental-Salud/ Taller Higiene
y Seguridad laboral
MCA, Administrador
de Proyecto del MTI
en Coordinación con
la UGA-MTI
UGA-MTI
Plan de movimiento de tierras
Contratista
MCA
UGA-MTI
Plan de seguridad laboral
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de señalización vial
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de manejo de residuos
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de manejo de fuentes de
agua
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de protección del
patrimonio físico cultural
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de contingencias
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Plan de manejo banco de
materiales
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI
Construcción /
post
Construcción
Plan de siembra y engramado
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA- MTI/
Unidad
Ambiental
Municipal (UAM)
Construcción /
post
Construcción
Plan de monitoreo
Administrador de
Proyecto del MTI,
MCA.
UGA-MTI/UAM
Previo /
Construcción/
post
Plan de comunicación y
participación
MCA, Administrador
de Proyecto del MTI
en Coordinación con
UGA-MTI/UAM

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PROYECTO MEJORAMIENTO CAMINO RIVAS – VERACRUZ (8 KM)
61
Momento del
proyecto
Plan
Responsable de la
ejecución
Responsable
de supervisión
Construcción
la UGA-MTI
Al final de la
construcción
Plan de cierre y abandono
MCA, Administrador
de Proyecto del MTI
en Coordinación con
la UGA-MTI
UGA-MTI/UAM/
MARENA
9.4. PLAN DE EDUCACIÓN VIAL-AMBIENTAL-SALUD
La Educación Vial – Ambiental - Salud, es un elemento importante para garantizar mayor
seguridad ciudadana y permite prevenir y reducir el grado de accidentalidad en la
población en general y en particular en el segmento de escolares que concurren a los
diferentes centros educativos funcionando cercanos a la vía. Así mismo, se garantiza el
cumplimiento de las medidas ambientales para el proyecto.
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La UGA, en coordinación con el contratista y la Policía Nacional, coordinarán la
organización de dos (2) talleres de Educación Vial- Ambiental. Esta capacitación es un
elemento fundamental para garantizar mayor seguridad ciudadana, dotando también de
conocimientos sobre el Medio Ambiente, enfatizando en el uso del recurso agua, de la
basura, y cambio climático. Estará dirigido a docentes, personal técnico del MINED,
padres de familia, alumnos y líderes comunales de las escuelas que se ubican en el tramo
en construcción.
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La UGA, en coordinación con el contratista y el MCA, ejecutarán dos (2) Talleres de
Higiene y Seguridad Ocupacional, y de Salud dirigido específicamente a los operarios de
máquinas, personal de mantenimiento de equipos y almacenamiento de productos tóxicos.
El objetivo de esta capacitación es informar y educar a los recursos humanos para
garantizar la práctica de medidas que protejan y aseguren un correcto desempeñó de las
actividades propias del área del sector de la construcción de la infraestructura Vial.
También se dictarán Charlas sobre las Enfermedades de Transmisión Sexual a fin de
informar a los trabajadores como puede prevenir el contagio de estas enfermedades.
El contenido que se ofrecerá en los Talleres será responsabilidad del personal técnico del
Ministerio del Trabajo de la Dirección de Higiene y Seguridad Ocupacional, con idoneidad

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62
en la materia. El contenido de estos talleres será abordar y presentar lo establecido en el
Código del Trabajo y la Ley de Higiene y Seguridad del Trabajo. Asimismo, se brindaran
herramientas para que los trabajadores puedan identificar situaciones que ponen en riesgo
su vida y su salud, para que puedan identificar situaciones laborales indebidas por parte
del empleador y sepan cómo realizar sus reclamos. También se considerara brindar
información sobre Primeros Auxilios.
Las Coordinaciones son realizadas por la Unidad de Gestión Ambiental del MTI, que
contacta al Especialista del MITRAB y le hace la propuesta de fecha y hora para que estos
sean adecuados. Dentro de las coordinaciones se solicita el material didáctico para que se
reproduzca para los participantes.
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Con el Objetivo de prevenir la incidencia de patologías con los pobladores que residen
aledaña a la vía, provocadas por generación de polvo, emanaciones de gases, desechos
sólidos, acumulados por las actividades operativas del Proyecto y del consumo de
productos alimenticios generados por las personas, es necesario la coordinación con el
Ministerio de Salud (MINSA), la cual tiene dentro de sus programas los Planes
Contingentes en la prevención de Enfermedades Diarreicas Agudas (EDAS), Infecciones
Respiratorias Agudas (IRAS) y Manipulación de Alimentos el contenido, actividades y
recursos humanos propias de estos Planes, los posee el MINSA, los ejecuta al inicio de
las estaciones del año seca y lluviosa o cuando sean necesarios.
Durante la ejecución de este Estudio, se establecieron estas Coordinaciones, quedando
pendiente el seguimiento por parte de las Autoridades del MTI, para la organización,
apoyo y desarrollo de dichos Planes y circunscribirla al área de influencia directa del
Proyecto.
9.5. PLAN DE SIEMBRA
Las actividades de revegetación con especies nativas presentan beneficios que se reflejan
principalmente en la conservación de suelos, disminución de la escorrentía, aumento de la
infiltración de agua de lluvia favoreciendo a las demás plantas a disponer de agua durante
más tiempo.
Otra consideración para la revegetación, es el mantenimiento de la cobertura boscosa
para garantizar la estabilidad de los taludes y reducir el riesgo de deslizamientos violentos.
Esta consideración es en función de que en la zona se colabore a la reducción de la
vulnerabilidad antes los efectos del cambio climático.

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63
En el plan de siembra se incluyen las cantidades de plantas a compensar definición de
tamaños, distancias de siembra, criterios de verificación, datos generales de sitios
recomendables para la siembra y el responsable de aplicar la medida.
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•Contribuir
a crear conciencia de la protección del medio biótico existente dentro del
área de influencia directa del proyecto.
•Definir
los sitios en los cuales se realizaran la siembra permitiendo la reducción de
vulnerabilidad del medio ante los efectos del cambio climático.
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Para la implementación del plan se desarrollarán las siguientes actividades:
-
Selección de lugares específicos donde se van a hacer las siembras. Se deben
seleccionar lugares de propiedad pública y que beneficien a la comunidad. Los árboles
sembrados serán propiedad del Municipio, quien se encargará de su cuidado y
mantenimiento al finalizar el proyecto. Estos lugares se definirán en conjunto entre la
Unidad Ambiental Municipal, MARENA, INAFOR y la UGA-MTI, en coordinación con el
Supervisor Ambiental de la Empresa Constructora. Se dará prioridad a la plantación de
especies a ambos lados de la vía y fuera del derecho de vía, para reducir ruidos e
impacto visual.
-
Limpieza y preparación del área: Esta actividad comprende chapea del área de manera
que permita mayor facilidad de establecer los árboles, eliminar malezas que puedan
competir con las plantas y facilitar el crecimiento de las mismas.
-
Obtención de material vegetativo: Se recomienda que las plántulas se obtengan a
través de MARENA o de INAFOR de la región y de los viveros próximos para evitar
pérdidas en viveros y transporte al proyecto.
-
Siembra: Las plantas serán sembradas con el método de raíz cubierta abriéndose
hoyos de al menos 20 cm de profundidad. La distancia entre plantas será de 6 m. Se
deberá cumplir con lo siguiente:
La planta deberá estar regada recientemente antes de plantarla
Las partes muertas de las raíces dañadas se eliminarán antes de proceder a la
plantación
Una vez colocada la planta en el hoyo se añadirá la cantidad de tierra precisa
para que el cuello de la raíz quede ligeramente enterrado. Se compactará
ligeramente y se realizará el alcorque del tamaño adecuado para recoger la dosis
de riego prevista.

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64
En caso necesario, para evitar que los pies plantados crezcan torcidos y asegurar
la estabilidad, se colocarán tutores de longitud proporcional al tamaño de la
planta, asegurando su correcto anclaje al suelo y que no dañe o estrangule la
planta.
Las plantas de talla pequeña dispondrán de protectores individuales perforados
siempre y cuando pueda existir presencia de ganado o animales pequeños que
puedan dañarlas, o cuando sea necesario proteger a determinadas especies de
la insolación directa.
Una vez acabada la plantación, antes de que transcurran 24 horas, es necesario
realizar un riego generoso de plantación.
La dosis de riego a cada planta será de 5-8 litros de agua por planta.
La alcaldía será encargada de las actividades de mantenimiento de siembras y
plantaciones:
-
Mantenimiento: Consistirá en la limpieza de malezas para mantener las plantas
saludables y con buen crecimiento.
-
Replantación y resiembras: sustitución de individuos muertos o enfermos y siembra en
claros de vegetación. Esta operación se realizará en época óptima para plantación.
-
Riego de mantenimiento: se obviará esta labor cuando las condiciones meteorológicas
locales aporten una precipitación suficiente para garantizar la supervivencia de las
siembras y plantaciones. De manera general se aplicarán de 4 a 8 riegos de
mantenimiento al año durante 2 años.
-
Mantenimiento de alcorques: para garantizar que se encuentren siempre en buenas
condiciones para recoger el agua. Se realizará al menos 2 veces al año e
inmediatamente antes de proceder al primer riego de mantenimiento del año.
-
Mantenimiento de tutores y protectores.
-
Podas y desbroces. La poda se realizará sólo en caso necesario.
El contratista deberá colocar rótulos acerca de la plantación indicando la finalidad de la
reforestación y el proyecto que la promueve. Así mismo, se colocarán rótulos informativos
sobre las especies que son sembradas y su importancia biológica.

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65
Tabla 9.2. Indicadores para la Siembra de Plantas
UBICACIÓN
TAMAÑO Y
DISTRIBUCION
INDICADORES DE VERIFICACION
Taludes de entrada y
salida de las alcantarillas,
taludes de rellenos y
corte.
0.15 a 0.20 m de
distancia
entre
haz.
Criterios de aplicación:
Número de plantas sembradas.
Número de plantas establecidas
Número de plantas sanas.
Siembra de plantas de
conformidad
con
las
especificaciones, en tres
bolillos en los sitios
desprovistos
de
vegetación,
cauces
reconformados, y zonas
establecidas
por
MARENA-Rivas,
la
Municipalidad e INAFOR.
Con un distanciamiento
entre plantas de seis
metros.
Mayores de 0.30
m de altura.
Distancia
entre
planta 6.0 m entre
plantas,
método
tres bolillos en los
sitios
sin
vegetación.
Criterio de aplicación:
Número de plantas sembradas.
Número de plantas establecidas
Número de plantas sanas.
Las
plantas
con
plagas
y
enfermedades se descartan desde el
almacenamiento.
Las plantas con deformaciones o
con alturas menores de 0.30 se
rechazan desde el almacenamiento.
9.6. PLAN DE COMUNICACIÓN Y PARTICIPACIÓN
A través de este plan se intenta remediar y mitigar los aspectos negativos que podría
sufrir la población afectada por el proyecto, ya sea por la alteración de sus costumbres,
actividades económicas, cultura, incremento en los niveles de ruido y accidentes, etc.
La participación de la población en la rehabilitación del camino es importante para
garantizar el éxito del proyecto. Es importante, en este sentido recordar el derecho de los
ciudadanos a participar de forma activa en los ámbitos político, social, económico y
cultural, derecho consignado tanto en la Carta Magna de la República de Nicaragua, como
en la Ley de Participación Ciudadana.
La participación de la población, es un elemento que contribuye a viabilidad del proyecto y
a mejorar los beneficios recibidos por las comunidades afectadas. De esta forma se
garantiza que los beneficiados o afectados por el proyecto reciban el trato adecuado y

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66
justo. En la tabla siguiente, se presenta una descripción de las actividades a desarrollarse
durante este proyecto.
Tabla 9.3. Plan de Comunicación y Participación Ciudadana
Etapa del
Proyecto
Actividades
a
Desarrollar
Temas de Reunión
Involucrados
Responsables
Pre-
Construcción
Reunión
inicial
Aspectos
generales del
proyecto.
Impactos
socio
ambientales esperados
durante la construcción
del mismo.
Necesidad
de
contratación
de
personal local.
Alcaldía
Municipal,
Lideres comarcales.
MTI
Propaganda
Informativa
del Proyecto
Información general del
proyecto.
Habitantes
de
las
comunidades en el área
de influencia directa del
proyecto.
Contratista
Construcción
Reuniones
comarcales
Información sobre las
actividades
a
desarrollarse
en
el
tramo correspondiente.
Alcaldía
Municipal,
Lideres
comarcales,
Población en el área de
influencia
directa del
proyecto.
MTI/
Contratista
Clausura
y
Operación
Ceremonia
de entrega
Presentación
a
la
comunidad de todas las
actividades realizadas
para
minimizar
impactos ambientales y
los resultados de estos
en el proyecto.
Líderes y habitantes de
las
Comarcas
y
Comunidades en el área
de influencia directa del
proyecto;
Alcaldía
Municipal y ONG’s de la
zona.
MTI/
Contratista
Dentro del Plan de Comunicación se establecerá un mecanismo de atención de quejas,
comentarios, sugerencias, y atención de conflictos:
MECANISMOS DE ATENCIÓN DE QUEJAS, RECLAMOS DE LA COMUNIDAD
Y RESOLUCIÓN DE CONFLICTO.
El Ministerio de Transporte e Infraestructura, ha establecido una estrategia como
mecanismo de instancia, para que los Pobladores sean escuchados en sus reclamos,
queja, problemas y observaciones que tengan derivados de la ejecución del proyecto.
Este mecanismo de atención, funcionará entre el Administrador del Proyecto por la UCP-
BM-MTI, Representante Legal del MCA, Alcaldía Municipal, y la UGA-MTI si el caso lo

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67
amerita, permitiendo que la Estrategia de atención sea de carácter eminentemente
funcional, orientada a brindar una respuesta expedita a la Población.
Objetivos.
Recepcionar y brindar soluciones a las quejas, problemas y observaciones planteadas por
la Población, de forma ágil, oportuna y adecuada a sus inquietudes.
Procedimiento.
A continuación se describen los procedimientos a seguir para la recepción de reclamos,
quejas, problemas y/o sugerencias:
El poblador llega a la Oficina del MCA del Proyecto, ubicado en la Oficina de la
Alcaldía Municipal a depositar por escrito la queja, reclamo, problemas o
sugerencia.
El Administrador de Proyecto Vial del MTI le llena al Poblador el formato de quejas
correspondiente. (Ver Anexo Ficha de Queja/Reclamo).
Se recibe la queja y se anotará en el Libro de atención de quejas, reclamos y/o
sugerencias de la comunidad.
Las quejas y reclamos son entregadas al Administrador de proyectos de la
UCP/BM-MTI para su atención inmediata. El mismo se apoyará en el Representante
Legal del MCA, Alcaldía Municipal, y la UGA-MTI.
Se revisa la queja o reclamo y se le brinda atención inmediata.
La respuesta se realiza por escrito al poblador.
El Representante Legal del MCA incluirá en su informe mensual un resumen de
quejas, sugerencia y atención brindadas a las mismas.
Este mecanismo se le dará a conocer a la comunidad afectada en las asambleas que se
desarrollarán, contando con el apoyo de los especialistas que intervienen en el proyecto.
En el Anexo se presenta la ficha que se utilizara para la recopilación de quejas,
comentarios y sugerencias.
9.7. PLAN DE CONTINGENCIAS
El objetivo principal es proporcionar una respuesta inmediata y eficiente ante las posibles
eventualidades e inconvenientes que puedan obstaculizar las actividades del proyecto.
Para lograrlo es necesario un programa de prevención y atención de contingencias, del
cual participen todos los actores relacionados con el proyecto, con el fin de proteger la
salud y vida humana, los recursos naturales y los bienes del proyecto, así como para evitar
retrasos y costos adicionales.

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68
El programa está dirigido principalmente a accidentes de trabajadores, derrames de
productos tóxicos, deterioro de la salud de los trabajadores, derrumbes, incendios y daños
a terceros.
El contratista deberá tener en cuenta lo siguiente:
- Identificar posibles amenazas durante la ejecución, y definir contingencias
apropiadas para cada eventualidad.
- Definir una estructura organizacional del personal que estará involucrado en una
respuesta a emergencia.
- Definir medidas de seguridad para evitar la ocurrencia de contingencias.
- Establecer claros canales de comunicación con los ejecutores del proyecto.
- Identificar áreas vulnerables que puedan requerir acción prioritaria en caso de
emergencia.
- Dar entrenamiento práctico del personal frente a la ocurrencia de emergencias.
- Localizar de forma clara y permanente el equipo requerido para responder a las
contingencias.
Para la zona se han determinado los siguientes riesgos: Sismología, Inundaciones y
Erupciones volcánicas.
Para dichas amenazas naturales determinadas se procederá a establecer la actuación del
contratista y el personal en caso de acontecer dicha eventualidad. El proceder se expondrá
en la tabla siguiente.
Tabla 9.4. Planes de contingencia para los riesgos identificados para el proyecto de adoquinado, que
serán considerados tanto para el Contratista como para los trabajadores de los MCA.
Riesgo
Etapa
Medida
Responsable
Sismicidad
Antes
Capacitar al personal sobre actuar ante la
ocurrencia de sismos
El contratista
Tenga números de emergencia a mano
El contratista
Establecer puntos de reunión del personal que se
encuentren alejados de infraestructura vertical y
vegetación.
El contratista
Contar con botiquín de primeros auxilios que
contenga como mínimo linterna, ropa de abrigo e
impermeable, radio de pilas, guantes y botas de
goma, botiquín, mantas y la medicación.
El contratista
Durante
Acudir a los puntos de seguridad establecidos
El contratista
Detener la maquinaria
El contratista
Evitar el pánico y establecer la calma
El contratista
Después
Llamar a autoridades competentes en caso de
ocurrir accidentes
El contratista
Precaución por replicas
El contratista

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Riesgo
Etapa
Medida
Responsable
Evalué daños de infraestructura y maquinarias
El contratista
Inundaciones
Antes
Contar con botiquín de primeros auxilios que
contenga como mínimo linterna, ropa de abrigo e
impermeable, radio de pilas, guantes y botas de
goma, botiquín, mantas y la medicación.
El contratista
Capacitar al personal sobre actuar ante la
ocurrencia de inundaciones
El contratista
Establecer puntos de reunión en zonas altas
El contratista
Tener números de emergencia a mano
El contratista
Durante
Apagar la maquinaria
El contratista
Trasladarse a las zonas de reunión establecidas
El contratista
Evitar entrar en contacto con el agua ya que puede
haber obstáculos que imposibiliten el tránsito o
esta puede estar en contacto con aguas
residuales.
El contratista
Después
Llamar a los teléfonos de emergencia en caso
necesario
El contratista
Escuche los medios de comunicación y siga las
instrucciones de las autoridades y la ruta de
evacuación recomendada
El contratista
Erupciones
volcánicas
Antes
Capacitar al personal sobre el actuar en caso de
ocurrir una erupción volcánica
El contratista
Establecer puntos de reunión en zonas altas y que
se encuentren en dirección contraria a la dirección
del viento.
El contratista
Tener números de emergencia a mano
El contratista
Contar con botiquín de primeros auxilios que
contenga como mínimo linterna, ropa de abrigo e
impermeable, radio de pilas, guantes y botas de
goma, gasas, alcohol, jabón neutro, mantas y
mascarillas.
El contratista
Durante
Apagar los equipos
El contratista
Trasladarse a las zonas establecidas, las cuales
deben estar bajo techo preferiblemente, si no lo
encuentra, procure respirar a través de una tela
humedecida de agua o vinagre, eso evita el paso
de los gases y el polvo volcánico.
El contratista
En caso de encontrase atrapado
durante la
emisión de cenizas es recomendable enculillarse
y cubrir la cabeza
El contratista
Evitar las áreas bajas donde se pueden depositar
gases venenosos y donde los aluviones pueden
El contratista

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Riesgo
Etapa
Medida
Responsable
ser de mayor peligro.
Proteja sus ojos cerrándolos tanto como sea
posible. Emplee gafas de seguridad.
El contratista
Escuche los medios de comunicación y siga las
instrucciones de las autoridades
El contratista
Emplear ropa que cubra brazos y piernas que
permita protegerlos de cenizas, gases, etc.
El contratista
Después
Llamar a los teléfonos de emergencia en caso
necesario
El contratista
Escuche los medios de comunicación y siga las
instrucciones de las autoridades y la ruta de
evacuación recomendada
El contratista
Alejarse de la ceniza volcánica
El contratista
Mantenga cubierta la piel para evitar irritaciones o
quemaduras
El contratista
Manténgase en sitios de reunión hasta nuevo
aviso
El contratista
9.8. PLAN DE MONITOREO
El Plan de Monitoreo Ambiental ha sido preparado con el fin de prevenir, controlar o
reducir al mínimo los impactos ambientales negativos que pudieran generarse durante el
desarrollo de las distintas actividades del Proyecto de adoquinado.
En lo general, se recomienda el seguimiento de las condiciones ambientales en los sitios
donde se desarrollarán las actividades del proyecto (campamentos, cruces de ríos, sitios
de depósitos de basura etc.). Así mismo, se recomienda la elaboración de informes
mensuales que contengan tanto el grado de avance de las distintas tareas de mitigación
propuestas en el Plan de Manejo Ambiental, así como los resultados del Plan de Monitoreo
propuesto y cualquier otra información de interés desde el punto de vista ambiental que
surgiera durante la ejecución del proyecto.
Las tareas de prevención y mitigación de impactos ambientales que han sido presentadas
en el Plan de Manejo Ambiental, quedarán a cargo del contratista, a través de la Unidad
de Gestión Ambiental del proyecto.
Los principales actores en la implementación del Plan de Monitoreo son; el ejecutor del
proyecto, el Gerente de proyecto del MTI, la Unidad de Gestión Ambiental (UGA) del MTI,
población organizada, las entidades de Estado y Gobierno Municipal.
Como un aspecto de importancia dentro del monitoreo ambiental, es la elaboración de los
Programas de Gestión Ambiental para el aprovechamiento de bancos de materiales, y el
monitoreo de las actividades de aprovechamiento, garantizando el cumplimiento de lo

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establecido en dicho Programa. Así mismo, se debe gestionar la permisología
correspondiente ante las instituciones de competencia, como son; MARENA y el MEM.
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t
t
o
o
r
r
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e
o
o
Controlar y garantizar el cumplimiento de las medidas de protección, mitigación y
corrección propuestas en el Plan de Manejo Ambiental y Social.
Detectar impactos no previstos en el Programa de Gestión Ambiental e
implementar medidas para mitigarlos o compensarlos.
Informar sobre los aspectos de seguimiento.
Garantizar la salud de los empleados y pobladores dentro del área de influencia del
proyecto, reduciendo al mínimo posible el riesgo de accidentes, exposición a
substancias peligrosas que atenten contra la salud.
Reducir al mínimo el impacto de las operaciones en el medio ambiente.
I
I
m
m
p
p
l
l
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m
m
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n
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c
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P
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M
M
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A
A
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m
b
b
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n
n
t
t
a
a
l
l
El Plan de Monitoreo Ambiental se implementará desde el inicio de las actividades del
proyecto de acuerdo a su cronograma. El responsable de la UGA, será el encargado de
establecer las coordinaciones necesarias con el supervisor.
Los contratistas facilitarán el contacto con los respectivos equipos de ingeniería e
inspección para asegurar que las actividades de trabajo cumplan con los requisitos del
Plan de Gestión Ambiental.

MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
72
Tabla 9.5. PLAN DE MONITOREO AMBIENTAL
IMPACTO
MEDIDA
PARÁMETRO
DE MEDICIÓN
PUNTO DE
CONTROL
FRECUENCIA
RECURSOS
REQUERIDOS
RESPONSABLES
Responsable de Ejecutar las medidas: Ejecutor del proyecto
Inseguridad vial
por efecto del
clima y el sitio
Siembra
de
grama en el que
está incluida la
tierra vegetal.
Metros de grama
establecidos,
metros de contra
-cunetas
construida,
cantidad.
Sitios identificados
a
lo
largo
del
camino.
Al
final
del
periodo lluvioso y
durante el periodo
seco cada mes.
En el momento
que se establezca
por
el
MTI,
MARENA
y
Alcaldía Municipal
Información
sobre cantidad
de obras, planos
Del monitoreo
:
UGA-MTI/ UCP-BM
De aplicación de la
medida:
MCA
Limpieza
del
derecho de vía,
explotación
de
bancos
de
materiales,
instalación
de
campamentos, y
planteles
Compensación al
medio
biótico,
siembra
de
plantas
Cantidad
de
plantas
sembradas
establecidas y la
calidad.
Sitios identificados
a
lo
largo
del
camino.
Al
final
del
periodo lluvioso y
durante el periodo
seco cada mes.
En el momento
que se establezca
por
el
MTI,
MARENA
y
Alcaldía Municipal
Información
sobre cantidad
de árboles por
sitio, especies,
distanciamiento,
ubicación de la
plantación con
planos
de
siembra.
Depredación de
la fauna.
En el contrato de
los trabajadores
del proyecto debe
existir
una
cláusula
que
prohíba la cacería
de fauna y las
sanciones
Criterio
de
aplicación: Existe
la cláusula en el
contrato
que
prohíba
la
cacería de fauna
y
sanciones
relativa a esa
actividad.
Contratos
del
personal que labora
para el contratista
Al
inicio
del
proyecto y cada
mes durante la
ejecución
del
proyecto.
Contratos
del
personal

MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
73
IMPACTO
MEDIDA
PARÁMETRO
DE MEDICIÓN
PUNTO DE
CONTROL
FRECUENCIA
RECURSOS
REQUERIDOS
RESPONSABLES
Generación
de materiales
excedentes,
*Se deberá tener las autorizaciones
correspondientes en caso que el
área sea propiedad privada.
*Previo al relleno, se deberá retirar
la capa orgánica superficial del
suelo, la misma que deberá
almacenarse para su posterior
utilización en las labores de
revegetación.
*Se
deberá
colocar
señales
informativas en los accesos al
relleno, deberán estar retirados de
fuentes de agua.
*En caso de deposiciones a la orilla
de la calzada, se justifican por que
la topografía justifica el relleno para
su mejoramiento. Al cierre del área
se deberá compactar, estabilizar,
revegetar
y/o
reforestar
con
especies del lugar.
Criterio
de
aplicación:
Se compacta
y estabiliza el
material
excedente.
Se
revegetación
los botaderos
Principales sitios
de botaderos en
caso
que
se
genere materiales
de desechos.
Al
inicio
del
proyecto
y
semana durante
la ejecución del
proyecto.
Cantidad
de
materiales
excedentes,
mapa
de
ubicación,
sitios
a
utilizarse como
botaderos,
planos
del
proyecto.
Del monitoreo
:
UGA-MTI/ UCP-
BM
De aplicación de
la medida:
MCA
Generación
de desechos
sólidos
Instalación de letrinas móviles en
sitios
de
concentración
de
trabajadores, cada 20 a 25 se
deben instalar una letrina.
Se instalan
letrinas
móviles por
áreas
de
trabajo con
concentració
n de más de
20
trabajadores
Drenajes, y en
todo el proyecto
donde
se
ejecuten obras.
Cada 15 días
Lista
de
personal
por
área
de
trabajo

MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
74
IMPACTO
MEDIDA
PARÁMETRO DE
MEDICIÓN
PUNTO DE
CONTROL
FRECUENCIA
RECURSOS
REQUERIDOS
RESPONSABLES
Generación
de partículas
en
suspensión
durante
la
construcción
Colocación
de
carpas en unidades
de acarreo
Se utiliza carpa para
cubrir
el
material
transportado
en
las
unidades de acarreo.
Unidades
que
trasladan
materiales
(bancos
de
préstamos,
planteles)
Cada 15 días
Cantidad
de
unidades, sitios de
carga de materiales,
programa de trabajo.
Del monitoreo
:
UGA-MTI/ UCP-
BM
De aplicación de
la medida:
MCA
Generación
de polvo
Regulación
en
velocidades
de
equipos
de
la
construcción.
Aplicación de riego
para mitigar el polvo
Las
unidades
que
trasladan
materiales
circulan a velocidades
menores de 40 Km/h. en
sitios poblados y en
desvíos.
Riegos con agua en las
áreas de rodamiento en
desvíos al menos 2 veces
al día en el periodo seco.
Desvíos y sitios
poblados a lo
largo
del
camino.
Cada 15 días
Cantidad
de
unidades y equipos
utilizados
por
la
empresa
constructora,
programa de trabajo,
número de desvíos.
Impactos
negativos en
y obras de
drenajes.
Medidas
para
la
protección de las
obras
de
construcción
de
drenajes
Se almacena el suelo
vegetal producto de la
remoción de alcantarillas
y otras obras de drenajes.
Sitios
de
drenajes
que
indiquen
los
planos
de
diseño
del
proyecto.
Cada 15 días
Sitios de drenaje
lateral y transversal.
Programa de trabajo
de
obras
de
drenajes.

MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
75
9.9. EXPLOTACIÓN DE BANCOS DE MATERIALES.
En el caso de los bancos de materiales del proyecto se Clasifican como Caso 2 dentro de lo que
se establecerá en el contrato. Los Bancos de tipo Caso 2 son aquellos que aunque los
identifiquen los estudios del MTI es responsabilidad del Contratista la negociación con el dueño
del banco y la gestión tanto de su aprovechamiento como la de los permisos correspondientes.
Por parte del MTI, a través de la UCP-BM y la UGA-MTI, se monitorea el aspecto ambiental y
social; ambiental porque se garantiza que la empresa elabore el Plan de Aprovechamiento, el
Programa de Gestión Ambiental (PGA) del Banco y toda la documentación requerida para los
permisos ambientales necesarios. En la parte social, se monitorean la situación del dueño del
banco, se determina si el dueño está satisfecho con la negociación, si con el monto establecido
el lograra mejorar su calidad de vida garantizando que no quede en peores condiciones y se le
aclara que es una negociación no una expropiación.
Para realizar la explotación del banco se deben de obtener primeramente los permisos
ambientales que emite de la Delegación Territorial del MARENA, el MEM, el Aval de la Alcaldía
Municipal así como los permisos respectivos de los dueños de los bancos de préstamos y los
contratos de arriendos de la propiedad, todo según lo establecido en la Ley 730 y su
reglamento, y los requisitos que establece MARENA y el MEM.
El contratista debe preparar y presentar un PGA del banco de préstamo, y debe de obtener la
aprobación por el MARENA, antes de iniciar la explotación de los mismos. Se deben incorporar
todas las actividades a ejecutarse para su aprovechamiento, incluyendo las voladuras en caso
que se consideraran. Esta tarea es una de las más peligrosas y debe ser considerada como un
quehacer puntual; estas detonaciones se realizarán en las canteras que presenten material con
características de roca basáltica; además de posibles aterramientos de personal por taludes
altos y verticales, niveles de polvo y sonoros. Se afectará directamente a vegetación, fauna,
geomorfología, arrastres de materiales a cuerpos de agua y desestabilización de taludes.
El contenido el Contratista deberá considerar para la elaboración del PGA es el siguiente:
- Carátula.
- Introducción.
- Objetivo general y específicos.
- Localización del Banco de Material (Coordenadas UTM NAD 27, poligonal ortogonal) dentro
de un mapa a Escala 1:50,000, y la ubicación con respecto a la NTON de bancos de
materiales.
- Descripción breve y concisa del medio físico y social del Banco de Materiales.
- Descripción del banco que incluirá; detallar el tipo de material existente, volumen
aprovechable y definir el volumen que será aprovechado, diseños de la cantera,
maquinaria y equipos que serán utilizados durante el aprovechamiento, tipo y cantidad de
personal requerido durante el aprovechamiento, descripción detallada de las actividades
que serán desarrolladas durante el aprovechamiento.
- Identificación de impactos y medidas ambientales, análisis de riesgos.

MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
76
- Programa Gestión Ambiental de los Bancos de Materiales, que incluirá las medidas de
mitigación a los impactos identificados, así como, Programa de control y seguimiento
ambiental, Programa de contingencias, Programa de cierre, abandono y recuperación de
las áreas intervenidas, Costos y Anexos.
Se identificaron dos bancos de materiales que podrían ser considerados para aprovecharse
durante la ejecución del proyecto, aunque se podrían identificar otros en dependencia de la
necesidad del material y la calidad que estos presenten. Antes de utilizar otros bancos de
materiales, que no hayan sido propuestos en este documento, se debe tener seguridad que no
se afecte el ambiente o no causen impactos sociales significativos.
Los dos bancos identificados son los siguientes:
1. Banco de materiales Los Pedrones. El banco se encuentra ubicado a 600 m del inicio del
tramo del proyecto, en el lado derecho del camino se toma un camino hacia la
Comunidad Los Pedrones. En el banco no se presenta vegetación de importancia y que
vaya a ser talada, dado que es un banco que ha sido aprovechado por la población de la
zona. El camino de acceso al banco es bastante angosto. Las coordenadas de ubicación
del banco son las siguientes: 0624904 Este y 1263437 Norte.
2. Banco de materiales Los Horcones. El banco se encuentra ubicado a 1 km del inicio de la
Comarca Veracruz, se avanza 1 cuadra y luego se toma un camino a la izquierda, se
ubica junto al Puesto de Bomba de agua potable. En el banco no hay vegetación de
importancia ni que se requiera talar. Este banco ha sido explotado en años anteriores.
Foto No. 13. Banco de materiales Los
Pedrones

MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
77
Algunas de las consideraciones que deberán ser incluidas en los planes de manejo de los
bancos de materiales son:
Protección de la capa vegetal. En el Banco de Material donde se cortará la capa vegetal
debe protegerse y almacenarse en un área previamente seleccionada. Al finalizar la
extracción de material deberá colocarse y dar paso al nacimiento de nueva vegetación.
El Superintendente y el Inspector deberán asegurar su almacenamiento y colocación.
Estabilización de los taludes. Es importante que durante el aprovechamiento se siga una
metodología por banqueo, procurando ir dejando la inclinación óptima del talud de corte
en cada Banco de Material, según las característica de los materiales presente, lo ideal
es 1:1. Al finalizar la explotación debe llevarse a efecto la tarea de ir identificando los
sitios inestables y proceder a la reconformación.
Protección del suelo por posible derrame de hidrocarburo. El inspector responsable del
aprovechamiento deberá establecer un minucioso control y chequeo de todos los
equipos que se están utilizando de tal manera que no se observen fugas o filtraciones de
hidrocarburos, es caso de identificarse una posible filtración el equipo deberá salir
temporalmente de operación y retornarlo hasta que la falla ser superada o reparada.
Debe descartarse toda la posibilidad de almacenamiento de combustible, en grandes
cantidades, en las áreas de explotación de material. El Contratista dispondrá de un
medio para abastecer a los equipos que laborar en la extracción de material. Para el
almacenamiento de las pequeñas cantidades de combustible, aceites o lubricantes el
Contratista debe seleccionarse un área e impermeabilizarla y disponer una fosa con
capacidad de al menos 1/3 del almacenamiento.
Saneamiento ambiental. Deben instalarse letrina para los trabajadores. Dicha letrina
deberá estar equipada de su caseta. Esta letrina deberá estar ubicada de manera
estratégica, analizando posibles fuentes de contaminación debido a su ubicación. El
aseo debe realizarse diariamente. Al finalizar las actividades de extracción la fosa
deberá rellenarse con material del Banco.
Foto No. 14. Banco de materiales Los
Horcones

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78
Drenaje superficial. El Contratista deberá asegurar el drenaje superficial en el piso del
Banco de Material, principalmente en las áreas que fueron explotadas considerando la
pendiente natural del sitio. Para ello, el Contratista rellenará todas las oquedades
eliminando así las charcas y la pendiente conveniente que evite erosión.
Utilización de equipos de protección. Es obligatorio que la Empresa Constructora
suministre el equipo necesario, tales como: casos, guantes, orejeras, anteojos,
máscaras anti-polvo y botas a todos los trabajadores que están en el área de
explotación. Será exigido el uso de los equipos de protección.
Riego. El Contratista debe disponer de una cisterna para mitigar el polvo que se provoca
con el paso de los camiones volquetes sobre los caminos de acceso, dando mayor
atención en áreas pobladas, sector de escuelas, entre otros. De igualmente, deberá
realizar riego para disminuir el polvo en el Banco de Material.
Protección de la fauna local. Deben establecerse sanciones hasta de despido para
aquellos trabajadores que causen daño a esta especie considerada como en peligro de
extinción.
Señalamiento preventivo. Es obligación del Contratista la ubicación de señales
preventivas que ayudará de gran manera a la reducción de accidentes con los usuarios
de la Carretera. Los sitios obligatorio para la ubicación de estás señales serán: la
entrada a los Bancos de Material en ambos lado por la salida de los camiones volquetes;
en el camino de acceso; intersecciones con el camino. Tanto en la salida del Banco
como en las intersecciones debe garantizarse banderilleros (persona con bandera roja
indicando el peligro por el paso de los camiones volquetes).
Cubrir la carga de los camiones. Será también obligación del Contratista que todos los
camiones volquetes en actividades de carga y traslado de material deban contener una
lona o carpa para cubrir el material al momento del transporte sobre la vía, de lo
contrario este o estos camiones no deberán circular.
Conformación de las áreas explotadas. Debe identificarse y definirse adecuadamente las
áreas que serán objeto de conformación, seleccionándoselos sitios que fueron afectados
por la extracción de los materiales, entre ellos están: los caminos de accesos, las áreas
descapotadas, zonas de acopio, corte de materiales, taludes inestables y piso del
Banco.
Identificados los sitios debe procederse a la ejecución propiamente dicha de los trabajos y
actividades de cierre y conformación de los Bancos. Dentro de ellos debe considerarse, la
limpieza del material de Banco cuyo uso futuro no fue definido; limpieza de las ramas y troncos
de árboles tumba para el aprovechamiento de material; cierre satisfactorio de fosas u
oquedades, perfilado de taludes, habilitación del drenaje en cada sitio; restauración de la capa
vegetal; nivelación de sitios de accesos.
9
9
.
.
1
1
0
0
.
.
PLAN DE ABANDONO
Una vez finalizada la fase de construcción, uno de los principales problemas es el grado de
alteración ambiental y del paisaje, debido a la presencia de residuos sólidos provenientes de las
actividades de construcción, cúmulos de materiales, señales de movimientos de tierra y otros. El

MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
79
objetivo del presente programa es recuperar y rehabilitar las áreas afectadas, hasta obtener en
la medida de lo posible un paisaje permanente, estable y que sea ambientalmente compatible
con el medio que lo rodea.
A continuación se presentan las siguientes actividades que se deben tomar en cuenta:
- Se procederá a realizar el desmontaje y desarmado de cualquier tipo de estructura y
almacén que haya sido utilizado durante la construcción, talleres, planteles etc.
- El levantamiento de las instalaciones provisionales considera la limpieza y reacomodo del
espacio.
- Una vez que el área quede libre de residuos, proceder a su nivelación rellenando los
huecos y esparciendo los montículos de material, hasta lograr una adecuada
configuración morfológica.
- En caso de que en el proceso de desmontaje se produjera derrames de sustancias
contaminantes, se procederá a efectuar la medida respectiva.
- Los residuos serán clasificados y transportados fuera del área de acuerdo con el plan de
manejo de residuos.
- Se realizará la inspección de toda el área de influencia del proyecto junto con el
supervisor ambiental y la UGA, certificando el cumplimiento de las medidas de cierre y
abandono aquí reflejadas.
Tabla 9.6. PLAN DE ABANDONO
Abandono de la
servidumbre del
camino
Sitio de talleres
y depósitos
Sitio de
extracción de
roca in situ
Sitio de
extracción de
material
aluvial
Sitios de
botaderos
Luego de finalizada la obra
el contratista deberá de
remover todo escombro,
chatarra y demás material
desechable
que
se
encuentre a lo largo del
camino
y depositarlos
adecuadamente en sitios
para tal fin.
Demolición
y
desmantelamien
to
de
las
construcciones
Demolición
de
estructuras
(bodegas
de
explosivos
y
maquinaria)
Relleno
de
zanjas abiertas
durante
la
extracción
El
contratista
debe
realizar
compactación del
material
depositado
seguido
de
la
nivelación
del
terreno
El contratista deberá de
dejar la vía libre de rocas y
objetos extraños
que
pudieran
causar
afectaciones a los usuarios
una vez abierto el camino.
Limpieza
de
chatarra,
maquinaria
y
equipo dañado
Limpieza
del
área
Nivelación
de
sitios
de
extracción para
que
agua
pluvial escurra
sobre
la
superficie
normalmente
Revegetación de
los botaderos
No se dejara montículos de
tierra o de material de
construcción
en
los
Remoción
de
suelo
contaminado y
Estabilización de
los taludes
Estabilizar
orillas de cauce
Desmontar
el
equipo y retirarlo
del área

MINISTERIO DE TRANSPORTE E INFRAESTRUCTURA
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Abandono de la
servidumbre del
camino
Sitio de talleres
y depósitos
Sitio de
extracción de
roca in situ
Sitio de
extracción de
material
aluvial
Sitios de
botaderos
hombros o servidumbres
del camino, toda área que
fue
afectada
será
emparejada y adecuada
para la libre revegetación.
disposición en
botadero
autorizado por
gobierno local.
Nivelación
del
terreno
Replantación de
cobertura
vegetal
Limpieza
general
Retirar desechos
y chatarras
Rehabilitación
del terreno con
siembra
de
grama
y
árboles.
Retiro total de
explosivos en el
área
Restauración
de áreas de
extracción para
adecuarlas a su
condición
original
Remoción
de
suelo
contaminado
y
disposición
en
botaderos
autorizado
por
gobierno local
Certificación de
que
agua
superficial
escurra
normalmente
Nivelación
de
zanjas y huecos
Relleno
de
zanjas y hoyos
que se hayan
producido
durante
la
extracción
Siembra
de
cobertura vegetal
Retiro
de
sustancias
peligrosas
del
sitio
9.11.
RESUMEN DE COSTOS DE IMPLEMENTACION DEL PLAN DE
MANEJO AMBIENTAL -SOCIAL
A continuación se presenta la tabla donde se resumen los costos de la implementación del Plan
de Gestión Ambiental para el proyecto. Los costos que no se presenten en la tabla están
incluidos dentro de los costos de construcción de la obra.
Tabla Nº 9.7. Resumen de costos de implementación del Plan de Gestión Ambiental.

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Descripción
Cantidad
Costo Unitario
Costo Total
US $
Taller de Educación Vial - Ambiental
2 talleres
1,000.00
2,000.00
Taller de Higiene, Seguridad Ocupacional y de Salud
2 talleres
1,250.00
2,500.00
Reuniones Comunitarias
4 reuniones
550.00
2,200.00
Plan de Siembra
5,000 plantas
3.00
15,000.00
Control de Vigilancia Ambiental
8 meses
1,000.00
8,000.00
Elaboración de Programas de Gestión Ambiental de
Bancos de Materiales
4 documentos
600.00
2,400.00
Costo Total
32,100.00
Nota: Se deja indicado la elaboración de 4 PGA para aprovechamiento de bancos de materiales, en
esta valoración ambiental se reflejan dos bancos de materiales.
En cumplimiento a la recomendación realizada por la Alcaldía Municipal de Rivas se estableció el
rubro de Reuniones Comunitarias con la finalidad de realizar Asambleas con la población de la
zona del proyecto y del municipio de Rivas para brindarles información del avance del proyecto
y de la implementación de las medidas ambientales y sociales. Se desarrollaran 4 Asambleas
una en el inicio del proyecto, otras durante la ejecución de las obras y una antes de finalizar las
obras. Las Asambleas serán realizadas en la Alcaldía Municipal, y las fechas serán establecidas
una vez se tenga la fecha de inicio de las obras. En este rubro se incluye la alimentación,
refrigerios, material sobre el proyecto, alquiler de sillas, entre otros. A estas Asambleas se
invitara a las Instituciones del Estado presentes en el municipio.

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La ejecución del Proyecto de Mejoramiento del camino Rivas - Veracruz, tendrá un efecto
positivo sobre las actividades económicas del sector, tales como la actividad agropecuaria,
ganadera, comercial y la turística que está tomando mayor fuerza en el municipio de
Rivas. Este efecto positivo se verá reflejado en la mejora de los ingresos y la calidad de
vida de los pobladores, favoreciendo también la inversión nacional y externa en estos
rubros.
Los impactos ambientales negativos del proyecto son de baja intensidad, y pueden
mitigarse aplicando las medidas de mitigación incluidas en el Plan de Gestión Ambiental. El
ejecutor del proyecto deberá informar mensualmente sobre la aplicación de las medidas
establecidas en la presente Valoración Ambiental del proyecto.
En los informes de Monitoreo Ambiental que desarrollara la UGA-MTI, deberá reportar el
avance al cumplimiento de los compromisos adquiridos por la Alcaldía Municipal de Rivas
con respecto al Vertedero Municipal.

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De la Maza, J., Cadena, R., Higuerón, C. 2003. Estado Actual de las Áreas
Naturales Protegidas de América Latina y El Caribe. 130 p.
Herrera M. D., Almanza M. J., CIDEA. 2007. Análisis de Amenazas a la
Biodiversidad en el Pacífico Norte Nicaragüense. Centro de Recursos Costeros.
Universidad de Rhode Island, Narragansett. 50 págs.
Incer, J., 1970, Geografía de Nicaragua, Managua, 1970.
INEC. 2001. Base de Datos Censo Nacional Agropecuario. Nicaragua. 2001.
INEC. Censo Nacional, Proyecciones 2000-2005. Archivo digital. Septiembre 2004.
INETER. 2001. Amenazas Naturales de Nicaragua, Noviembre.
INIFOM. 2002. Ficha Municipal, Municipio de Granada. 19 p.
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plan de Acción: Estado de Conservación de los Ecosistemas de Nicaragua.
PNUD/NIC/MARENA. Pp. 110, 114, 115.
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SINAPRED, 2005. Plan de Gestión de Riesgo. Secretaria Ejecutiva. 99 p. Granada,
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